2 anos de Coletivo Anarquista Luta de Classe: Mesa Trabalho e Inserção social, Organização Política e nossa concepção de Poder Popular

Para comemorar nossos 2 anos de existência enquanto organização política aqui pelas bandas do Paraná, convidamos a todxs para a mesa: Trabalho e Inserção social, Organização Política e nossa concepção de Poder Popular

Para a Mesa:

Trabalho e Inserção Social
Militante do Coletivo Anarquista Bandeira Negra (Santa Catarina) -http://www.cabn.libertar.org/

Organização Política
Militante da Federação Anarquista Gaúcha (Rio Grande do Sul) -http://vermelhoenegro.org/

Nossa concepção de Poder Popular
Coletivo Anarquista Luta de Classe (Paraná) -https://coletivoanarquistalutadeclasse.wordpress.com/
Quando: 30.11.2012, sexta feira, a partir das 18:45

Onde:Anfiteatro 100, Reitoria da UFPR, R General Carneiro, 460 (centro)

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[CURITIBA] Encontro Mensal C.E.L- Domingo 25.11.2012

O Círculo de Estudos Libertários chama para as suas já tradicionais reuniões nas manhãs dos últimos domingos do mês.
Nesta sessão daremos continuidade ao programa de estudo da FARJ/OASL
Curso VI
Curso 14: Plataforma e Plataformismo
Dielo Truda. “Plataforma Organizacional”.
COPOAG. “A Plataforma Anarquista”.

Baixe aqui: site http://anarquismosp.org/portal/images/stories/ArquivoFasp/docs/programa_de_formacao/modulo_06.pdf

ou fotocopie na fotocopiadora da Reitoria, próximo a Reitoria UFPR;
R. Amintas de Barros, 192-344 – Centro, Curitiba, Paraná 80060-200, Brazil pasta CEL.

Quando: Domingo, 25 de Novembro, a partir das 09:30h

Onde: Rua Presidente Faria,515, Pensionato Novo Lar.

[FAG] 17 anos de Luta pelo Socialismo e pela Liberdade!

Retirado de: http://vermelhoenegro.org/blog/2012/11/19/17-anos-de-luta-pelo-socialismo-e-pela-liberdade/

A Federação Anarquista Gaúcha comemorou 17 anos no dia de ontem, 18 de Novembro. Fundada em 1995 por jovens libertários que optaram pelo anarquismo especifista como forma de reinserir o anarquismo no cotidiano de luta e organização das classes oprimidas, a FAG vem trilhando um caminho que se constrói a várias mãos no dia a dia da luta de classes. No trabalho modesto e muitas vezes silencioso de companheiros e companheiras, com seus erros e acertos, avanços e retrocessos, procuramos enquanto Organização Política Anarquista plantar sementes de organização dos oprimidos e de construção de Poder Popular.

Enquanto Organização de intenção revolucionária somos instrumento e ferramenta no desenvolvimento desse processo, o qual, acreditamos, necessita de participação, organização e protagonismo de amplos setores das classes oprimidas, pois ou a revolução é feita desde baixo, pelo povo mesmo, ou não é.

Por isso é que o Poder Popular é para nós, anarquistas organizados na FAG, elemento estratégico de um processo revolucionário de longo prazo. Poder que é produzido e reproduzido por um novo sujeito, uma Frente de Classes Oprimidas que organize e mobilize, desde seus próprios espaços de organização de classe (sindicatos, entidades estudantis, associações de produção, de moradia, movimentos sociais, etc.), desde já a nova sociedade que queremos construir. Um poder Federalista e Libertário que circule por toda a trama social dos de baixo e que destrua toda a relação de dominação na medida em que vá construindo seus próprios espaços de gestão dessa nova sociedade. Criar Poder Popular para construir revolução socialista e libertária que destrua desde baixo o sistema de dominação capitalista.

É nesse “espírito” que nós da Federação Anarquista Gaúcha seguimos rumo ao 18º ano de Organização em 2013, ano em que realizaremos nosso VI CONGRESSO GERAL para ajustar nossa análise da realidade em que vivemos e nossa estratégia enquanto Organização.

A todos(as) que somam esforços na construção da Anarquia, nossas saudações Socialistas e Libertárias!

Não tá morto quem luta e quem peleia!
Viva 17 anos de convicção e construção!
Viva a Anarquia!
Federação Anarquista Gaúcha

[CABN] Ocupação Contestado: criando sementes de Poder Popular

Pelo Socialismo e pela Liberdade!
Criar um Povo Forte!
Lutar, Criar, Poder Popular!

A organização popular está diretamente fincada na luta dos de baixo por melhores condições de vida, moradia digna, saúde, transporte, educação. Pôr em marcha a organização é tarefa da coordenação de forças que defendem objetivos em comum, pelos explorados. Na prática, aprendemos que essa luta se fortalece quando exercitamos a solidariedade, vontade de lutar, para garantir a acumulação de forças. É através da autogestão que os setores populares passam a participar efetivamente no processo político, de baixo para cima, sem vanguardismos que os direcionem autoritariamente ou que o moldem conforme interesses particulares e alheios. Para dar mais força a essa capacidade de prosseguir avançando rumo aos objetivos finais da organização, é preciso buscar em cada espaço, cada núcleo, a possibilidade de resolver seus próprios acordos e decisões. Essa autonomia do movimento social trata de romper com os valores capitalistas do aparelhamento e das instituições burguesas de poder.

O Poder Popular somente é legítimo quando os meios usados são coerentes com os fins aos quais se escolheu atingir. Acreditamos que os ganhos sociais da organização popular se devem antes de mais nada à vontade coletiva e ao acúmulo promovido pela prática da luta. Quanto mais direcionamos nossas forças para trazer nossas conquistas, mais enraizado será o trabalho social desenvolvido. A organização popular imprime o caráter de superar os vícios do comodismo e do individualismo, do oportunismo e da verticalidade.

Desta forma, criar os espaços ideais para multiplicar a força social, no sentido de horizontalizar as demandas, autogestionar as ações coletivas, através de assembléias que concretamente decidam sobre seus rumos, é estimular a via do socialismo libertário. Ação direta que conquiste o direito de moradia, combate classista que une setores dos mais explorados, luta anticapitalista e contra a propriedade, desafios em que a atividade pela incessante busca pela transformação social deve sempre ser pautada.

SE MORAR É UM DIREITO, OCUPAR É UM DEVER! 
PELA CONQUISTA DA MORADIA E A COLETIVIZAÇÃO DO SOLO URBANO! 
PELA AUTOGESTÃO SOCIAL! 
PELO SOCIALISMO ANTIAUTORITÁRIO!

Coletivo Anarquista Bandeira Negra
Novembro de 2012

 

[FAG] 3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

A Federação Anarquista Gaúcha participará novamente de mais uma Feira do Livro Anarquista em Porto Alegre. Iniciativa de diversos grupo e coletivos da cidade que já vai para sua 3ª edição, a Feira pretende ser um espaço de integração, troca de experiêcias e difusão de livros, publicações e de idéias.

Nesta edição faremos o lançamento de uma publicação que reune os documentos do 1º Congresso da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) realizado em Junho deste ano no marco dos 10 anos do Fórum do Anarquismo Organizado (FAO), mais as mensagens de algumas das Organizações que fazem parte da CAB.

Também estará disponível mais exemplares do documento Wellington Galarza e Malvina Tavares, fruto do esforço conjunto entre a FAG e a FAU na construção de ferramentas teóricas que nos ajudem a pensar a sociedade com cabeça própria.

Além de nossas publicações, a FAG participará no Domingo, 18 de Novembro, às 14:00 no PIER da Usina do Gasômetro de debate sobre os 10 anos do Anarquismo Especifista. Desde já convidamos todos e todas para participarem desse debate!

Não tá morto quem peleia!
E Viva a Anarquia!!!

Programação da 3ª FEIRA DO LIVRO ANARQUISTA DE PORTO ALEGRE

[FAG] Justiça intima para audiência militantes da FAG processados pela ex-governadora Yeda Crusius

Retirado de: http://vermelhoenegro.org/blog/2012/11/14/justica-intima-para-audiencia-militantes-da-fag-processados-pela-ex-governadora-yeda-crusius/

PROTESTO NÃO É CRIME!

Em 29 de outubro de 2009 a sede da FAG foi invadida por forças da polícia civil, com mandados de busca e apreensão de equipamentos e materiais de agitação política. 6 companheiros foram processados por crime de calúnia e difamação a mando da então chefe do governo do estado. O causador de tal medida: a campanha solidária com a luta dos Sem Terra em São Gabriel e a acusação da responsabilidade do governo pelo assassinato de Eltom Brum, com um tiro pelas costas da polícia durante despejo de uma ocupação.

Para a FAG esta ação judicial-repressiva pretendia mais que tudo criminalizar o protesto social. Não negociamos nossa liberdade de expressão e tampouco silenciamos nossos reclamos de justiça e punição dos mandantes e assassinos do trabalhador Sem Terra Elton Brum. Ao longo dos últimos três anos temos militado essa causa, junto de outros companheiros e outros setores populares, sem descanso e nem esquecimento.

No dia 3 de dezembro deste 2012 seis companheiros processados neste caso estão mais uma vez intimados pela justiça para uma audiência no Foro de Porto Alegre, 6° Vara Criminal.

Quer saber mais sobre o processo e a ação repressiva sofrida pela FAG, leia a entrevista realizada pelo jornal Socialismo Libertário n°24 feita em meados de 2010 no link abaixo.

Entrevista com a FAG no Soli nº 24.

NÃO TÁ MORTO QUEM PELEIA!
Federação Anarquista Gaúcha