Livraria Alberto “Pocho” Mechoso

livrariapochologo

“Há um só caminho, há uma só maneira de viver sem sentir vergonha: lutando.
Alberto “Pocho” Mechoso

Após quase uma década de venda de livros anarquistas, o Coletivo Anarquista Luta de Classe lança a Livraria Alberto “Pocho” Mechoso, em homenagem a um grande militante anarquista uruguaio e com objetivo de propagandear ainda mais o anarquismo organizado por todo o Paraná.

Pocho foi um dos fundadores da Federação Anarquista Uruguaia (FAU), sindicalista na Federação dos Operários da Carne, tendo participado ativamente do processo de unificação sindical no país que levou à formação da Convenção Nacional dos Trabalhadores (CNT) e militante ativo da Organização Popular Revolucionária 33 Orientais (OPR-33), braço armado da FAU. Preso, torturado e desaparecido pela sanguinária cooperação das ditaduras do Cone Sul, a Operação Condor.

Os restos mortais de Pocho foram identificados em 23 de maio de 2012 após terem sido encontrados junto a outros 6 militantes ao fundo de águas argentinas dentro de um tanque com cimento.

Nunca esqueceremos ou perdoaremos o que a classe dominante fez com nosso povo, Pocho sempre será um exemplo de luta e pretendemos homenageá-lo e propagandear seus ideais em terras paranaenses.

Mande e-mail para livrariapocho@riseup.net para comprar títulos.

Libertad o Muerte!

“[…] a melhor e autentica maneira de recordar nossos companheiros é continuar a luta pelos ideais pelos quais caíram. Continuar sem claudicações, com a firmeza que exige um inimigo como o que temos em frente.” 

Juan Carlos Mechoso, Fundador da FAU e irmão de “Pocho”.

Leia mais sobre “Pocho” Mechoso em:
https://anarquismopr.org/2013/10/30/fag-video-alberto-pocho-mechoso-por-juan-carlos-mechoso/

https://anarquismopr.org/2013/03/08/alberto-pocho-mechoso-presente/

Livros

Lista completa dos livros: Lista Livraria Pocho

Problemas e Possibilidades do Anarquismo
José Antonio Gutiérrez Danton
R$24,00

problemas e possibilidades
A publicação da presente compilação de artigos do autor chileno José Antonio Gutiérrez Danton representa um considerável acúmulo e o amadurecimento no debate do anarquismo de orientação especifista latino-americano. Entre as questões refletidas por José Antonio, podemos destacar a organização política específica anarquista como um tema central. No entanto, sua preocupação supera as limitações de se discutir unicamente a necessidade desta organização, limitação que, infelizmente, ainda é parte de nossa corrente, por maiores que sejam nossos esforços e êxitos pontuais em superá-la. Suas reflexões abordam o caráter da organização anarquista, a necessidade de um acordo programático que não pode limitar-se a reafirmar questões de princípios e a necessidade de uma sólida compreensão dos problemas postos pela realidade da sociedade em que vivemos. Problemas como nossa conduta no dia-a-dia das lutas, nossa política de alianças e a necessidade da permanente autocrítica em nosso meio também são devidamente debatidos.

Anarquismo Social e Organização
Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ)
R$22,00
farj

O livro é o programa da FARJ, aprovado no I Congresso da federação, realizado em 30 e 31 de agosto de 2008, documento que reflete a teoria da organização após 5 anos de luta e de inserção social. O documento possui seu foco sobre a questão da organização e passa por diversos temas: anarquismo social; luta de classes e relações centro-periferia; breve história do anarquismo no Brasil; perda e tentativa de retomada do vetor social do anarquismo; capitalismo e Estado; a revolução social e o socialismo libertário como objetivos finalistas; os movimentos sociais e a organização popular. Há uma parte que aprofunda a discussão sobre a organização específica anarquista, passando pelos círculos concêntricos e organização em frentes, dá destaque para as questões do trabalho e da inserção social, da produção e reprodução de teoria, da propaganda anarquista, da formação política, das relações e gestão de recursos. Além disso, dá destaque para a discussão das relações da organização específica anarquista com os movimentos sociais e enfatiza a necessidade de estratégia, tática e programa. Finalmente, há um capítulo que fecha o programa retomando os principais pontos da discussão e reivindicando o especifismo como forma de organização anarquista, comparando-o com outras concepções de organização e retomando sua tradição histórica, como assim a entendemos.

A Estratégia do Especifismo
Juan Carlos Mechoso
R$24,00

capaestrat

Na presente entrevista, realizada em 2009 por Felipe Corrêa, Juan Carlos Mechoso, militante histórico da Federação Anarquista Uruguaia (FAU), responde questões sobre a estratégia do anarquismo especifista. Essa concepção político-organizativa do anarquismo, produzida no seio da FAU a partir da leitura de alguns clássicos anarquistas e de contribuições próprias, além de ter sido bastante relevante no Uruguai dos anos 1960 e 1970, constitui um referencial de suma importância para várias organizações anarquistas, que hoje compõem a Coordenação Anarquista Brasileira (CAB).

Ideologia e Estratégia
Felipe Corrêa
R$40,00

ideologia e estratégia

Os três artigos que compõem o livro articulam-se em torno de dois eixos: ideologia e estratégia. No que diz respeito à ideologia, buscam pensar o anarquismo de maneira séria e honesta teoricamente, evidenciando teorias clássicas, trazendo discussões contemporâneas e refletindo criticamente sobre o material analisado. Buscam apresentar ao público em geral, e também àqueles com afinidades ideológicas, um anarquismo que seja digno de respeito no campo da esquerda e do socialismo; um anarquismo que possa retomar sua intensa e honrosa história de lutas que tiveram grande influência nos mais distintos movimentos populares em todo o mundo; um anarquismo que possa ter relevância política e, incidindo sobre a realidade, impulsioná-la no no sentido desejado, mudando a correlação de forças que hoje impõem a sociedade e, passo por passo, entre conquistas de curto prazo, poder chegar aos objetivos revolucionários e socialistas de mais longo prazo. No que diz respeito à estratégia, proporcionar aos libertários – anarquistas ou não, organizados politicamente ou não – plataformas possíveis para intervenção nos distintos campos da luta de classes, Ou seja, elementos programáticos que possam potencializar hoje a construção da sociedade que queremos amanhã. Ideologia e Estratégia é um livro saído do calor das lutas, buscando, em um movimento que se poderia chamar dialético, formalizar teoricamente uma série de conhecimentos que foram apreendidos tanto em teoria quanto em prática, de maneira que essa teoria agora produzida possa, em um futuro breve, retornar como contribuição às lutas e movimentos de nosso povo.

A Concepção Libertária da Transformação Social Revolucionária
Rudolf de Jong
R$22,00

dejong

O presente livro entrega ao leitor um brilhante ensaio dos anos 1970. Nele, Rudolf de Jong trata da concepção anarquista sobre a transformação social revolucionária, ponderando suas diferenças em relação a outras ideologias, especialmente ao marxismo. A partir das relações de domínio que podemos identificar na sociedade, o autor constrói um conceito das relações centro-periferia, que extrapolam a dominação do proletariado pela burguesia, objeto clássico das críticas socialistas do século XIX. Estas relações centro-periferia identificam outras formas de dominação, e outros explorados aparecem como conseqüência do atual sistema. Utilizando como pano de fundo o anarquismo e suas experiências históricas dos séculos XIX e XX, Rudolf de Jong demonstra as diferenças de concepção de transformação social que, em uma análise comparativa, apontam para uma diferença fundamental, tanto em termos teóricos quanto práticos. O marxismo concebe a transformação social sempre do centro para a periferia. Nesta concepção centralista, o próprio fato de o proletariado (industrial e urbano) ser colocado como único sujeito revolucionário reflete esta posição. O anarquismo, ao contrário, concebe a transformação social da periferia para o centro, buscando sempre a eliminação dos centros e das relações de domínio das periferias levadas a cabo pelos centros. Sua concepção do sujeito revolucionário é muito mais ampla e, ainda que reconheça e enfatize a luta de classes, concebe o conjunto de classes exploradas de maneira bem mais generosa e, poderíamos dizer, bem mais realista.

Luta e Organização
Construção Anarquista Brasileira
R$10,00

luta e org

20 anos da Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
R$10,00

20 fag

“Pocho” Sempre!!!
Federação Anarquista Uruguaia (fAu)
R$10,00

pocho sempre

Bakunin – Revolução, Guerra e Política
Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
R$10,00

ak rev guerra

Espanha Libertária
Le Libertaire e Le Monde Libertaire
R$20,00

espanha-libertaria

Podemos, hoje, censurar os libertários por terem feito uma análise ruim simultaneamente da natureza do stalinismo e do republicanismo burguês. Hoje estamos desconcertados com sua ingenuidade: os libertários foram os únicos a desempenhar honestamente o papel do antifascismo.

Estatismo e Anarquia
Mikhail Bakunin
R$45,00

estatismo-e-anarquia

“Quem diz estado, diz necessariamente dominação e, em conseqüência, escravidão; Um Estado sem escravidão declarada ou disfarçada, é inconcebível; eis por que somos inimigos do Estado…
Assim sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas compor-se-á de operários. Sim com certeza de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não o mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana. “

História do Movimento Operário Revolucionário
Vários Autores
R$56,00

historia-movimento-operario

“Com a globalização do mercado a sociedade teve propensão a ter pensamentos uniformes no fim deste século. O século XXI começou com as pessoas construindo um futuro diferente. Fazer emergir o sentido das lutas passadas, rechaçadas pelas tendências que foram dominantes, tanto marxistas quanto liberais, faz parte das lutas atuais.” Eduardo Colombo.
História do Movimento Operário Revolucionário é uma incrível publicação que trata das lutas sindicais em diversas regiões do mundo. Há artigos que tratam das mobilizações no seio da Primeira Internacional (AIT), berço do sindicalismo revolucionário, passando pelas origens e desenvolvimento do anarco-sindicalismo espanhol da CNT e da AIT de 1922. Além disso, o livro trata dos IWW nos EUA, da FORA argentina, do sindicalismo revolucionário na Itália, no Japão e na França. Finalmente, um artigo sobre o anarquismo no Brasil até a década de 1930 que entendemos ser um dos melhores textos sobre o tema já publicados.
Realmente uma obra de muita relevância para a história do movimento operário que, em nível mundial, foi impulsionado pelo anarquismo para a realização das lutas sindicais que tiveram imensa expressão até as primeiras décadas do século XX.
Autores: Eduardo Colombo, Daniel Colson, Alexandre Samis, Maurizio Antonioli, Frank Mintz, Cláudio Venza, Rudolf De Jong, Larry Portis, Francisco Madrid, Marianne Enckell e Phillippe Pelletier

História do Anarquismo
Vários Autores
R$38,00

histanarquismo

História do Anarquismo apresenta ao leitor, de maneira bastante ampla, a história das teorias e práticas do anarquismo no mundo. Em mais de 200 páginas, o livro trata dos pré-anarquistas como William Godwin e Max Stirner, de Proudhon, Bakunin, da Primeira Internacional, da Comuna de Paris e do Congresso de Saint-Imier. Passa pelas experiências da Espanha, Itália, Suíça, França, EUA, pelo sindicalismo revolucionário e pela longa obra em torno da educação. Além disso, ressalta as experiências anarquistas no seio da Revolução Russa de 1917 e da Revolução Espanhola de 1936, até o Maio de 68 francês. Fechando o livro, há um capítulo somente tratando de anarquismo no Brasil, desde seu surgimento, passando pelo apogeu e terminando na crise dos 1930. História do Anarquismo possui grande quantidade de imagens e é uma ótima alternativa para professores que querem trabalhar o tema nas escolas e também para aqueles que não possuem muito contato com o anarquismo e querem se aprofundar sobre o assunto. Ao contrário de outros títulos publicados no Brasil sobre o tema, este livro consegue dar um panorama geral do anarquismo, com um conteúdo preciso que entrega ao leitor uma boa idéia do que foi o anarquismo em diversas partes do mundo, desde seu surgimento até muito recentemente.

Teoria da Organização Política Anarquista
Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
R$10,00
teoria-da-organizacao-politica-anarquista

Uma seleção de recortes dos escritos de diversos militantes e organizações anarquistas que ao longo da história de nossa ideologia forjaram um rico patrimônio de experiências e práticas organizativas e militantes que são referência para a nossa corrente, o Especifismo e, portanto, para a nossa Organização.

Criar um Povo Forte
Felipe Corrêa
R$7,00

criar um povo forte

O texto de Felipe Corrêa é fruto de uma discussão coletiva em torno do tema “poder popular” que se deu no seio da Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ), em um seminário de formação política. Nele, o autor retoma a estratégia do especifismo, e volta aos conceitos fundamentais da política. Retomando um histórico da discussão sobre poder popular na América Latina, conceitua poder, dominação e poder popular, a partir da literatura contemporânea sobre o tema. Levanta um debate ao final, sobre a utilização ou não deste conceito que, posteriormente, após outras discussões, passou a ser utilizado pela FARJ.
“Um projeto de poder popular é aquele que busca aumentar permanentemente a força social do conjunto de oprimidos e, pedagogicamente, o faz aplicar no conflito esta força lutando por conquistas de curto prazo e tendo um horizonte revolucionário e socialista.”

Reforma e Revolução
Felipe Corrêa
R$10,00

reforma e revolução

O livro discute brevemente reforma e revolução, sendo, portanto, uma aproximação das elucidações que ajudam a responder as questões oriundas desta inesgotável polêmica.
O texto volta aos debates clássicos do movimento socialista, que ocorreram no seio da II Internacional (1889-1914) e cujo protagonismo é caracterizado pela figura de Eduard Bernstein. Trata, além disso, de sindicalismo e anarquismo, tendo como referência as discussões do Congresso Anarquista de Amsterdã de 1907, entre Pierre Monatte e Errico Malatesta. Mais à frente, traça análises contemporâneas que podem ajudar no esclarecimento deste debate – geralmente tratado de maneira marginal nos grupos e movimentos de caráter apartidário, horizontal e autônomo –, mostrando possíveis saídas para as inúmeras questões levantadas.

Escritos Revolucionários
Errico Malatesta
R$25,00

escritos-revolucionarios

A edição reúne alguns dos principais textos de Malatesta, um dos mais ativos e influentes anarquistas. Os artigos evidenciam os mais recorrentes aspectos da construção do pensamento malatestiano, abordando também a importância da vontade, da tática, do combate ao autoritarismo dentro e fora do socialismo, bem como a luta política fora do âmbito da representação parlamentar.

Entre Camponeses
Errico Malatesta
R$25,00

entre-camponeses

Entre camponeses, de 1883, é uma obra didática destinada ao trabalhador rural como agente legítimo da revolução e trata dos principais fundamentos que deveriam capacitar os revolucionários do campo em sua luta local, e portanto federativa. Já Período eleitoral, de 1897, texto também presente nesta edição, discorre sobre os aspectos da tática abstencionista dos libertários, e contra a participação parlamentar, partidária e representativa proposta pela social-democracia.

Deus e o Estado
Mikhail Bakunin
R$25,00

deus-e-o-estado

Escrito em 1871, Deus e o Estado é um texto fundamental para a compreensão do pensamento de Bakunin. O método dialético, o evolucionismo e o naturalismo, o papel da ciência, os conceitos de liberdade e de livre-arbítrio e o materialismo são comentados no texto, que é fragmento do livro O império cnuto-germânico e a revolução social, extraído e publicado, ainda no século XIX, primeiramente por Carlo Cafiero e Élisée Reclus, e, posteriormente, por Max Nettlau.

O Princípio do Estado e Outros Ensaios
Mikhail Bakunin
R$25,00
o-principio-do-estado-e-outros-ensaios

A edição apresenta três importantes textos de Bakunin, fundador do sindicalismo revolucionário e o expoente máximo do anarquismo, escritos em um período de grande efervescência revolucionária, com a constituição de sociedades operárias nas principais cidades francesas. Bakunin combate vigorosamente a ideia e o princípio estatistas, denunciando ao mesmo tempo as tentativas de reforma burguesa e ataca a religião.

Revolução e Liberdade
Mikhail Bakunin
R$25,00

revolucao-e-liberdade-cartas-de-1845-a-1875

Esta compilação de cartas de Bakunin reúne trinta correspondências escritas entre 1845 e 1875. Nelas, são retratados aspectos pessoais e políticos de sua vida, a relação com a família, suas posições sobre a questão eslava, as prisões, o exílio e a fuga da Sibéria, as concepções sobre a revolução social, as posições programáticas, as relações com Marx e muito mais.

Os Sovietes Traídos pelos Bolcheviques
Rudolf Rocker
R$25,00

os-sovietes-traidos-pelos-bolcheviques

Publicado em 1921, o livro faz uma análise da derrocada precoce dos ideais revolucionários na Rússia e das cisões que isso provocaria entre os socialistas, culminando na criação da Internacional Sindical Vermelha dos bolcheviques para combater o sindicalismo revolucionário de orientação anarquista. Rocker reflete sobre as divergências entre o bolchevismo e o anarquismo, e as suas consequências.

O Princípio Anarquista e Outros Ensaios
Piotr Kropotkin
R$25,00
o-principio-anarquista-e-outros-ensaios

Além do artigo que intitula a presente edição, publicado em 1913, a edição abrange os textos Fatalidade da revolução (sem data), A anarquia na evolução socialista, conferência de 1887, A ação anarquista na revolução, de 1914, e Comunismo e anarquia, de 1903. Neles, Kropotkin discute as principais dificuldades enfrentadas pelos movimentos socialistas da virada do século XIX, como a aparente desunião e discordâncias teóricas, os métodos de ação violentos e muito mais.

Palavras de um Revoltado
Piotr Kropotkin
R$45,00
palavras-de-um-revoltado

Palavras de um Revoltado é um clássico do russo Piotr Kropotkin composto de uma série de artigos escritos por ele e publicados no jornal Le Révolté, no período entre 1879 e 1882. Conforme Éliséé Reclus comenta na apresentação do livro “Fiel ao método científico, o autor expõe, de início, a situação geral da sociedade, com suas baixezas, seus vícios, seus elementos de discórdia e de guerra; estuda os fenômenos de decrepitude que os Estados apresentam e mostra-nos as fissuras que se abrem, as ruínas que se acumulam. Em seguida, desenvolve os fatos da experiência, oferecidos pela História Contemporânea no sentido da evolução anárquica; indica sua significação precisa e extrai deles o ensinamento que comportam. Enfim, no capítulo A expropriação, resume suas idéias, tais como sobressaem da observação e da experiência, e apela para os homens de boa vontade, que não se contentam em saber, mas que querem agir.”

O Indivíduo, A Sociedade e o Estado, e Outros Ensaios
Emma Goldman
R$25,00

o-individuo-a-sociedade-e-o-estado-e-outros-ensaios

Defesa da liberdade do indíviduo e crítica à submissão ao poder estatal, o texto da anarquista e ativista política Emma Goldman, publicado em 1940, foi inspirado em Kropotkin e Malatesta e já antecipava muitas das questões fundamentais do século XX, como a militarização estratégica dos EUA. Conta com o posfácio do livro My disillusionment in Russia, livro no qual ela escreve sobre sua volta ao país natal e a decepção com o governo comunista, e O comunismo não existe na Rússia.

Anarquismo Crítica e Autocrítica
Murray Bookchin
R$35,00

anarquismo-critica-e-autocritica

A edição reúne “Anarquismo social ou anarquismo de estilo de vida: um abismo intransponível” e “A esquerda que se foi: uma reflexão pessoal”. O primeiro texto do livro, de 1995, insere-se dentro da polêmica em que Bookchin teve destacado papel, por tentar diferenciar dois projetos que haviam se colocado dentro do anarquismo: um individualista e outro socialista. O segundo texto, de 1991, avalia a atual esquerda, que estaria em processo de degeneração.

Instruir para Revoltar
Grégory Chambat
R$25,00
instruir para revolta

O livro trata, a partir da perspectiva do sindicalista revolucionário Fernand Pelloutier, de uma crítica à educação inserida dentro do capitalismo, que serve de instrumento para a dominação do Estado e para a criação de um povo subserviente e ignorante. O autor coloca a mudança na educação como fator fundamental para qualquer processo de libertação social, ao caminhar em paralelo com os elementos da ação direta.

A Internacional
James Guillaume
R$32,00
capa-internacional

Este livro constitui o primeiro volume de uma obra central para a compreensão do movimento operário do século XIX: L’Internationale, documents et souvenirs (1864-1878), de James Guillaume, que aborda a trajetória da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), ou Primeira Internacional, como ficou depois conhecida.

Negro e Vermelho
Lucien van der Walt
R$22,00
negroevermelho

O presente livro examina a história inicial do anarquismo e do sindicalismo revolucionário na África do Sul, uma sociedade colonial que se industrializou no final do século XIX, e nos arredores da região sul-africana. A África do Sul era caracterizada, nessa época, por um movimento sindical militante, mas que era dividido nacional e racialmente, e pela opressão nacional das pessoas de cor, que constituíam a maioria da população. Em oposição à opressão nacional e à segregação, mas também assumindo uma posição crítica ao nacionalismo africano e de cor, os anarquistas e os sindicalistas revolucionários desenvolveram uma análise da opressão nacional cada vez mais sofisticada, recrutaram e treinaram um quadro multirracial, formaram sindicatos gerais pioneiros e revolucionários entre as pessoas de cor e continuaram a influenciar o movimento regional de trabalhadores, brancos e negros, e a esquerda, em geral, após a formação do Partido Comunista da África do Sul (South African Communist Party – CPSA) em 1921.

Tesouras para Todas
Várias Autoras
R$20,00
tesouras para todas

“Tesouras para Todas” é uma ferramenta coletiva, uma arma lançada para a reflexão, o debate e a ação contra as agressões. É preciso encorajar as mulheres a denunciar, atuar, responder e os grupos a autogestionarem a desconstrução do imaginário sexista que nos toca, nos alfineta e nos atravessa, e que ninguém espere ser iluminado porque não queremos assumir o papel de educadoras. Já chega de explicar, assinalar, escrever, justificar, propor… a violência machista nos tira a vontade de explicações minuciosas ao mesmo tempo em que aumenta o desejo de que exista solidariedade, ações e reações, sem que precisemos estar sempre presentes para visibilizá-la.

Notas sobre o Anarquismo
Noam Chomsky
R$35,00
notas-sobre-o-anarquismo

Em Notas Sobre o Anarquismo, um livro de extrema atualidade e de fácil compreensão, apresentamos um “outro” Chomsky. Diferente do professor de Lingüística do MIT e diferente do crítico radical das políticas externas dos EUA. O Chomsky aqui apresentado é o socialista libertário que pensa como transformar as realidades do capitalismo a partir de uma perspectiva anarquista. Em dois artigos e oito entrevistas – uma inclusive realizada pelos editores do livro ainda em 2004 – há debates sobre socialismo, anarquismo, sindicalismo, Estado, movimentos sociais e uma série de outros assuntos relacionados.

Bakunin, Fundador do Sindicalismo Revolucionário
Gaston Leval, Mikhail Bakunin
R$25,00
bakunin-capa-jpg

O livro trata de passar uma visão da militância e da teoria presentes em Bakunin, ao pensar a sua relação, e do movimento social de sua época, com a criação do sindicalismo revolucionário. Gaston Leval faz uma relação entre o anarquismo e o sindicalismo, começando a refletir sobre a Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) como um período do “pré-sindicalismo revolucionário”, passando pela criação da Fraternidade Internacional e depois da Aliança da Democracia Socialista, organizações fundadas pelo próprio Bakunin. As discussões sobre a Primeira Internacional (AIT), um dos acontecimentos sociais mais interessantes do século XIX, também são aprofundadas. A continuidade do anarquismo, que acontece após a expulsão dos federalistas pelos centralistas marxistas no Congresso de Haia de 1872, se dá em meio ao Congresso de Saint-Imier e à Federação Jurassiana que se constitui naquele momento. Leval faz uma relação deste período do anarquismo com uma fase um pouco posterior, da Carta de Amiens de 1906, e os conceitos de greve geral então desenvolvidos. Por meio desta análise, Leval demonstrará que todo o período de sindicalismo revolucionário, difundido a partir da fundação da CGT francesa em 1895, será inspirado em Bakunin e na sua atuação desde a Primeira Internacional. Fechando o livro, há um texto de Bakunin que comprova a tese de Leval. Em “A Dupla Greve de Genebra”, de 1869, Bakunin desenvolve os conceitos que seriam reivindicados posteriormente por todo o sindicalismo revolucionário.

Anarquismo Hoje
Federação Anarquista Francófona
R$20,00

anarquismo hoje

O livro é um projeto dos companheiros da União Regional Rhône-Alpes que apresenta, com alguma profundidade, a doutrina anarquista. Como qualquer projeto – e como o próprio grupo coloca no início de seu texto –, uns acharão por demais detalhado, e outros, demasiadamente superficial, estando ainda sujeito a acertos e erros. Por tocar em questões tão difíceis e polêmicas, mesmo ao universo libertário, tais como: natureza humana, dinheiro, consenso, família, violência, greve geral, revolução entre outras, o grupo traz, muito mais do que algo acabado, uma contribuição para as discussões. Além disso, o livro contribui para mostrar à sociedade que o anarquismo – ao contrário do que dizem nossos detratores, de todas as capelas e matizes, que têm interesse em perpetuar seus controles e poderes – não está ultrapassado, e serve sim, no mínimo, como riquíssima fonte inspiradora à construção de uma nova organização societária de base igualitária e antiautoritária, passando ao largo das estruturas letais à humanidade, estruturas essas legitimadoras da exploração, esta inerente ao capitalismo e ao Estado.

Anarquismo Social
Frank Mintz
R$20,00

anarquismo social

No livro, um dos maiores historiadores do mundo sobre a Revolução Espanhola e Revolução Russa, membro da CNT-PTT francesa nos traz uma análise contemporânea do anarquismo, repassando alguns acontecimentos importantes da história do anarquismo, e traçando perspectivas contemporâneas para as atuações libertárias.

Poder, Classe Operária e Ditadura do Proletariado
René Berthier
R$24,00

capa-berthier

René Berthier, pesquisador e escritor francês contemporâneo, em Poder, Classe Operária e “Ditadura do Proletariado”, contribui com a discussão e a compreensão do socialismo. Ainda que ele rejeite uma análise “objetiva” ou “neutra” em relação aos campos em discussão – ele coloca-se abertamente no campo anarquista – suas análises demonstram muita leitura dos clássicos em questão e aprofundam problemáticas de relevância. Seu livro discute conceitos socialistas, como revela o título, a partir do pensamento marxiano e marxista, fazendo contrapontos com a concepção anarquista. Abordando, basicamente, o que se poderia chamar de uma discussão de estratégias, o autor discute as noções de política, de classe e de período de transição. Afinal, estudar as diferenças entre anarquismo e marxismo implica, fundamentalmente, buscar diferenças em torno dos métodos de análise e das estratégias. Sem se prender à forma – a terminologia utilizada por anarquistas e marxistas na elaboração de seus conceitos ou em críticas de ambos os lados que se destacam mais pelo palavrório do que pelo conteúdo –, Berthier vai a fundo e investiga as idéias e práticas políticas. Qual é o projeto de poder mais adequado? Como intervir nas correlações de força da sociedade? Se se assume que é por meio das lutas de massas, quais são as formas que essas lutas devem assumir? Quais são as bases programáticas sobre as quais devem se apoiar essas lutas? As organizações de massas são suficientes, ou é necessário um instrumento político-ideológico que funcione paralelamente a elas? Que sujeitos devem ser envolvidos nas lutas ? Há setores oprimidos mais importantes que outros? Como as lutas podem contribuir com o aumento da força social dos oprimidos e, com a sua aplicação no conflito de classes, chegar à revolução? Neste processo, o Estado é um meio a ser utilizado ? Com a revolução, quais seriam os melhores meios de garantir a vitória? Enfim, como consolidar o socialismo? É sobre estas questões que René Berthier se debruça em Poder, Classe Operária e “Ditadura do Proletariado”, investigando, com o devido rigor, como elas foram compreendidas na ampla discussão que se deu no universo socialista entre marxismo e anarquismo.

Poder e Domínio
Fábio López López
R$22,00
poder e domiio

Este ensaio objetiva definir e discutir a lógica e a dinâmica das relações sociais contemporâneas de poder e dominação. Focamos estas questões, pois elas são cruciais na compreensão desta sociedade, o que é indispensável para lutarmos pela construção de uma sociedade mais humana e não repetirmos os erros desta após a revolução.

Maio de 68: Os Anarquistas e a Revolta da Juventude
Vários Autores
R$25,00
maio68

Quarenta anos depois, seria fácil, não apenas na França como também no Brasil, encontrar paralelos o que fazem os governos de hoje e o que fizeram os de ontem. As reformas continuam, às vezes como um desconcertante pastiche do que se já viveu. Estes paralelos, que contam o constante risco do anacronismo permitiriam, tornar mais didática a realidade. Entretanto, e acredito ser essa a grande contribuição do debate no qual Joyeux ocupa lugar de destaque, as questões apresentadas não perderam a força. Nas palavras de Castoriadis, Maio de 68 mostrou a necessidade da recusa do “universo capitalista burocrático” e de se envidarem esforços na direção dos movimentos de autonomia. Não falhou em seu intento por que dentro dele, para além das midiáticas personalidades, federavam-se esforços e concentraram-se energias pela força do ideal. A reflexão nele produzida tornou-se substância para os grupos militantes: depois dele ninguém mais podia usar o mesmo velho vocabulário sem algum constrangimento. Para o anarquismo, Maio de 68 talvez tenha provado que tradição não é sinônimo de conservadorismo. Para os que na F.A estiveram nas barricadas, ficou claro a importância da tradição – ou, se quisermos organização – como aporte para o novo. Sem isso, talvez o que aconteceu em Paris não passasse de lembrança. Assim, como testemunho da determinação de quem viveu aquele momento, Maio de 68, 40 anos depois, pode ser incorporado a tradição revolucionária e entregue com dignidade ao presente para se desejar ardentemente o futuro.

Os Anarquistas na Revolução Mexicana
Pier Francesco Zarcone
R$10,00
anarquistasrevmexicana

O livro apresenta um ótimo relato da Revolução Mexicana, além de uma análise pré e pós 1910 que dão uma ideia de todo no processo. Passa por uma síntese da história moderna mexicana, trata das origens do anarquismo Mexicano, do papel fundamental desenvolvido por Ricardo Flores Magón e do periódico Regeneración. Trata de analisar o processo revolucionário e a interação dos anarquistas com outras importantes figuras da Revolução como Emiliano Zapata e Pancho Villa e depois do processo de decadência da Revolução, ocorrida por alguns erros políticos por ele apontados. A pedido da Faísca o autor escreveu um apêndice com o nome de Magonismo e Zapatismo hoje. Nele, o autor traz as experiências históricas para o dia de hoje avaliando os frutos contemporâneos da Revolução Mexicana.

Os Revolucionários Ineficazes de Hobsbawn
Rafael Viana da Silva
R$13,00
revineficazes

Neste livro, o autor reflete criticamente sobre a abordagem que Eric Hobsbawm realiza do anarquismo em seu livro Revolucionários. Contextualizando a produção do historiador marxista, Viana da Silva demonstra que suas posições, que consideram o anarquismo um fenômeno individualista e pré-político, não possuem qualquer respaldo na história. Tratam-se, mais acertadamente, de afirmações sem lastro historiográfico que visam combater o anarquismo.

Sobre a Evolução do Conceito de Campesinato
Eduardo Sevilla Guzmán, Manuel González de Molina
R$15,00

campesinato

Esta obra traz “importantes ferramentas teóricas com as quais se poderá neutralizar a ofensiva neoliberal que, da academia e da prática política, está se desenvolvendo na América Latina, ao pretender apresentar uma inevitável evolução da agricultura familiar para o agronegócio, no contexto da agricultura industrializada em sua atual versão transgênica”, além de  para a solução dos problemas sociais – especialmente do campesinato – e ambientais pelos quais passamos neste contexto de crise.

A Guerra da Tarifa
Leo Vinicius
R$12,00

guerracapafte

Não foi uma revolução, evidentemente […], mas não esteve longe de ser uma insurreição. E era difícil prever o que poderia ocorrer naquela quinta-feira, 8 de julho, caso, pouco antes da meia-noite de quarta-feira, através do Poder Judiciário, a classe dirigente não houvesse revogado o aumento das tarifas. O ultimato dado pelo movimento, a convocação de megamanifestações e a desobediência civil generalizada, deixaram a cidade em verdadeiro clima pré-insurrecional. Havia planos de ocupar/tomar pontos simbólicos de poder, como a Prefeitura, a Assembléia, etc.. Enfim, se a massa resolvesse tomar esses lugares e se achar no direito e no dever de se autogovernar, a situação poderia sair completamente do controle das autoridades constituídas (e destituídas!), ou pelo menos ser criado um abalo político sem precedentes na cidade. E a classe dirigente sabia bem desse risco e dessas intenções, deixadas vazar propositalmente como parte de uma guerra psicológica. Mais uma vez, e como sempre, é a perspectiva revolucionária que arranca as reformas e reivindicações pontuais. É preciso almejar e planejar a revolução mesmo para conseguir melhorias neste sistema.

Guerra da Tarifa 2005
Leo Vinicius
R$12,00

capa-media-guerra-2005

Outra importante característica de A Guerra da Tarifa 2005 é a postura franca e honesta como os erros e acertos do movimento são comentados. Leo opta por não escrever de forma ufanista, mas sem ignorar o mérito do que foi conquistado. Embora o livro seja fundamental para a construção da nossa história, parece ter sido escrito mais para o futuro do que para o passado. É uma contribuição para uma compreensão mais fiel à conjuntura política da época e uma análise do que devemos fazer de agora em diante, condição básica para todos e todas interessadas na luta concreta pela melhoria das condições de vida – e com vistas a construir uma sociedade livre da opressão do capital e do Estado.

… Pela Força das Ruas..
Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
R$5,00
pela-forca-das-ruas

O ano de 2013 marcou uma considerável transformação na conjuntura brasileira. As massivas mobilizações de rua que varreram o país, inicialmente contra os reincidentes aumentos abusivos nas tarifas de ônibus e pronto contra os absurdos gastos da Copa do Mundo, em defesa de melhorias nos serviços públicos como saúde e educação, deram o alerta de que uma nova etapa se iniciava para as lutas sociais.

Ecologia Social
Murray Bookchin
R$20,00

capa_ecologia_social-500x500

A partir de um diagnostico social e político das causas dos problemas ecológicos, Murray Bookchin traça neste artigo os contornos do que possa ser um desenvolvimento integral de homem e comunidade dentro de uma sociedade descentralizada. Importante pensador da Ecologia Social, Bookchin ressalta ainda as diferenças entre uma visão ecológica radical e o que chama de “primitivismo” e “tecnicismo”.

A Destruição do Leviatã
Vários Autores
R$25,00

destruição leviatã

Este livro é fruto de múltiplas mãos: todas elas insurgentes e debatem o papel do Estado. Aqui, o leitor poderá encontrar reunidas as análises de Fabricio Pinto Monteiro sobre a obra de Proudhon; de Felipe Corrêa sobre Bakunin; de Deivid Carneiro Ribeiro sobre Malatesta; além dos organizadores Marcos Ataides e João Gabriel sobre as obras, respectivamente, do russo Piotr Kropotkin e do francês Élisée Reclus. Além deste textos estruturantes, essa coletânea contém um prefácio de Alexandre Samis e um texto introdutório de Rafael Saddi. Por conseguinte, A Destruição do Leviatã: críticas anarquistas ao Estado é mais do que um documento teórico e analítico, ele é prático e está nas mãos do leitor com um objetivo renovador e atual ao discutir a função e as críticas ao Estado feito por alguns renomados anarquistas da história.

Os Enganadores
Mikhail Bakunin
R$20,00

capa-enganadores

Neste livro, apresentamos três ótimos textos de Bakunin. Há uma linha condutora dos três textos que é a crítica ao socialismo burguês que surge como uma nova classe intelectual com o objetivo de dominar o povo. “Os Enganadores”, de 1869, é o texto que mais critica os socialistas burgueses da Liga da Paz e da Liberdade, afirmando que ao se colocarem entre o mundo burguês e o mundo operário, os socialistas de tipo burguês, se por um lado acabam por acelerar a morte da burguesia, por outro impedem o nascimento da organização do proletariado. Um dos melhores textos de Bakunin, “A Política da Internacional”, também de 1869, ao mesmo tempo que continua esta crítica do socialismo burguês, propõe, para a emancipação definitiva do proletariado mundial, sua organização em torno da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) que buscava reunir os oprimidos do mundo todo, em torno de uma aliança de classe para combate do capitalismo. Ao defender a associação internacionalista pelas bases econômicas da necessidade, Bakunin tratou de defender como realizar a mobilização do proletariado, da importância das lutas de curto prazo e sua pedagogia, e da propaganda revolucionária. Finalmente, !”Aonde Ir e o que Fazer?”, de 1873, é um texto voltado aos russos que defende a idéia de que a ciência, como conhecimento, não é e nem pode ser o único instrumento para a libertação de classe. Para Bakunin, se a ciência não estiver associada a uma vontade e a uma luta pela liberdade do trabalhador, ela não acrescentará muito à emancipação popular.

A Ciência e a Questão Vital da Revolução
Mikhail Bakunin
R$20,00

cienc-capa-frente

Neste texto de 1870 dirigido aos jovens russos, Bakunin reflete criticamente acerca da ciência e estabelece os fundamentos daquilo que viria a cristalizar-se como o “socialismo dos intelectuais”. Ao mesmo tempo desenvolve sua crítica social e apresenta fundamentos da estratégia de seu socialismo revolucionário.

Catecismo Revolucionário
Mikhail Bakunin
R$20,00

capa-catecismo

“Catecismo Revolucionário” foi escrito em março 1866, em Nápoles, Itália. Entre 1864 e 1867 Bakunin reside na Itália, período este que Nettlau qualifica de preparatório à sua atividade socialista revolucionária. Chega em Florença em janeiro de 1864 e pouco depois funda a sociedade secreta “A Fraternidade Internacional Revolucionária”. Entre 1865 e 1867 reside em Nápoles, onde redige este texto que, de certa forma, é a base do programa da Fraternidade Internacional. Não confundir este programa com o Catecismo de Netchaiev, publicado posteriormente. Em 1868, já na Suíça, Bakunin funda a “Aliança Internacional da Democracia Socialista”. É neste ano de 1868 que Bakunin escreve o Programa da Sociedade da Revolução Internacional, publicado segundo uma cópia elaborada por Max Nettlau, que constituiu o programa da Aliança.

A Ideia dos Sovietes
Pano Vassilev
R$20,00

capa-idc3a9ia-dos-sovietes

Neste livro, o autor búlgaro desenvolve a idéia dos sovietes, mostrando suas origens e distanciando-a daquilo que ficou conhecido no século XX com o desenvolvimento da União Soviética. Para Vassilev, a origem dos sovietes é libertária e possui raízes nas experiências libertárias dos séculos XIX e XX, não possuindo nada em comum com o “sistema soviético”, concretizado de maneira autoritária e centralista, que submeu as diversas localidades da Rússia revolucionária a um poder central de Moscou. Vassilev defende que a idéia dos sovietes, ao contrário, é uma nova organização social, “livre e comunista, com a regulação da produção e da distribuição dos bens na futura sociedade por meio de encontros, reuniões de trabalho entre delegados diretos, sempre substituíveis e desprovidos de qualquer poder, das organizações profissionais e dos centros de distribuição.” Ele continua: “esta idéia nada tem em comum com o caráter próprio dos bolcheviques, sua tendência estatista e seu sistema ditatorial na regulamentação da vida social.” Vassilev trabalha a origem e o desenvolvimento histórico desta idéia dos sovietes, passa por seu surgimento, pela evolução da idéia dos conselhos na Rússia e das relações dos anarquistas russos com ela.

A Revolução Russa
Maurício Tragtenberg
R$28,00
rev-russa-capa-fte

Como podem ser revolucionários e operários os partidos que, em nome da classe trabalhadora, colocam nas mãos do Estado as empresas industriais e as explorações agrícolas, dirigidas por diretores nomeados pelo Estado, de cima para baixo, e que estabelecem, em nome da ’emulação’, tarifas diferenciais de salários entre operários e entre estes e os técnicos, ampliando assim a diferenciação social? Por que esse oferecimento [trabalho comunitário, num plano de igualdade radical no que diz respeito aos direitos de participação e decisão] é recebido pelo Partido Bolchevique como uma afronta e quem o faz é tachado de contra-revolucionário? Por que o Exército Vermelho comandado por Trotski destruiu a comuna de Kronstadt e por que as milícias makhnovistas, após derrotar os generais czaristas na Ucrânia, foram atacadas à traição e dizimadas pelo Exército Vermelho? Como pode um Estado que se auto-intitula ‘operário’ ou “socialista” libertar o operário e os trabalhadores em geral, se ele mesmo está fora do controle destes?” Neste livro, Maurício Tragtenberg, falecido professor autodidata e libertário, busca responder essas e outras questões que são levantas ao fazermos uma avaliação do que foi a Revolução Russa de 1917. Para isso, ele volta a uma análise histórica da Rússia, passando pelo seu período imperial, pelo período prérevolucionário, chegando à descrição da revolução, e tecendo comentários bastante pertinentes e estimulantes. É certamente um livro que contribui com a elucidação de uma história que ficou conhecida somente pela versão de um dos lados.

Autogestão e Anarquismo
Vários Autores
R$20,00
autogestao-e-anarquismo

Os três textos articulam-se de maneira complementar. Os primeiros consagram-se a uma exposição das diferentes elaborações teóricas dos ideólogos anarquistas e à aplicação prática do sindicalismo, geralmente denominado anarco-sindicalismo. Eles são marcados pelos conhecimentos sólidos e pelas fortes personalidades de seus autores. E, no entanto, são objetivos e praticamente exaustivos. Os autores mais importantes do pensamento anarquista desfilam nas páginas de Leval, e a organização anarco-sindicalista cotidiana está presente em Berthier com a inevitável crítica dos grupos políticos. […] O terceiro artigo é do autor destas linhas, e é completado por dados concretos dos resultados da coletivização, como se dizia nos anos 30, ou da autogestão, termo que prefiro por ser mais claro e conforme à ação direta dos trabalhadores espanhóis e dos assalariados em geral. […] O conjunto que compõe esses três textos de Leval, Berthier e Mintz é uma resposta à propaganda capitalista de respeito da natureza, dos seres humanos, de progresso e de fim da história, quando os lucros das classes dirigentes não cessam de elevar-se, a corrupção é moeda corrente e a imensa maioria dos habitantes do globo encontra-se na miséria.

A Ideologia do Anarquismo
Rudolf Rocker
R$10,00
ideologiarocker

Neste pequeno livro, Rocker discute aspectos centrais do anarquismo, destacando algumas contradições presentes no pensamento estritamente economicista e estatista do marxismo e a importância da liberdade, “a verdadeira essência da vida, a força propulsora de todo desenvolvimento intelectual e social, a criadora de toda perspectiva para a humanidade futura.” Rocker ressalta também a importância da criação de uma cultura social superior, possível somente com a “liberação do homem da exploração econômica e da opressão intelectual, social e política, que encontra sua maior expressão na filosofia do anarquismo”.

A Doutrina Anarquista ao alcance de todos
José Oiticica
R$15,00
doutrina

Este livro foi escrito sob o efeito emocional e psicológico da deportação nas Ilhas das Flores e do Bom Jesus, em 1925. Por isso a obra de Oiticica não abrange concepções libertárias de autores mais recentes como Rudolf Rocker, Eugen Relgis, Herbert Read e nem as transformações nos regimes bolchevista e democrático, ocorridas neste tempo que nos separa do ambiente em que o livro foi escrito. Não podemos ignorar igualmente que vivemos hoje novos processos de exploração condicionadores e robotizadores introduzidos pela tecnologia e a eletrônica. Mas em que pesem os anos decorridos, as mudanças tecnológicas, políticas e sociais, este livro ainda é uma mensagem emancipadora, um convite à reflexão, ao estudo do Anarquismo!

Instrução Integral: Uma Ferramenta dos Trabalhadores
Rogério de Castro
R$10,00
instrução integral

Instrução Integral apresenta uma tese aprovada nos sindicatos elaborada por Rogério de Castro. O autor realiza uma discussão sobre a questão da educação invocando o tradicional conceito de “instrução integral” desenvolvido por diversos clássicos anarquistas. O ponto interessante do livro é que ele pensa a educação a partir de uma posição classista, vinculada às lutas dos trabalhadores, assim como a proposta de educação de Pelloutier no contexto da CGT francesa em seu momento de maior combatividade e autonomia.

O bairro, a comuna, a cidade: Espaços Libertários
Vários Autores
R$18,00
bairro-comuna-cidade-espacos

Este livro é uma compilação de quatro ótimos artigos que giram em torno do debate municipalismo libertário versus comunalismo. O primeiro deles, O Municipalismo Libertário de Murray Bookchin, desenvolve este conhecido conceito do autor, que concebe as práticas libertárias de federalismo, autogestão e ecologia social, dentro estruturas das estruturas da cidade, mesmo dentro do capitalismo. O segundo, Municipalismo e Comunalismo de Paul Boino defende as práticas comunalistas e polemiza com relação à criação de alternativas libertárias em meio ao capitalismo. O terceiro, Spezzano Albanese: a Experiência Comunalista, escrito pela Federação Municipal de Base, expõe as práticas desse grupo italiano, com a intenção de sair um pouco do âmbito teórico e partir mais para a prática. O artigo Agitação Comunal ou Municipalismo Libertário? de Marianne Enckell fecha o livro, discutindo a coerência libertária dentro dessa problemática apresentada.

Análise do Estado / O Estado como Paradigma do Poder
Eduardo Colombo
R$18,00
analise-do-estado

Étienne de La Boétie, autor da Renascença francesa, escreve um estudo questionando de onde vem a vontade humana de servir a um superior e o porquê dela existir. Colombo atua sobre o mesmo espectro, mas sob um viés diferente. Ele trata do nascimento de organizações políticas complexas que restringem a liberdade do homem, relegando-o à submissão. Parte da polis grega e chega ao Estado Nacional Moderno, demonstrando como o paradigma de poder do Estado é justamente a sujeição da população de um território nacional. Relembrando autores célebres do anarquismo como Bakunin e Kropotkin, o autor afirma que: “Toda relação social, numa sociedade, forma Estado, é, em última instância, uma relação de comandoobediência de dominante e dominado”. É um estudo de suma importância para que o leitor compreenda os fatores político-sociais, econômicos e, inclusive, da psicologia social que tornam aceitáveis a soberania de uma instituição baseada na tirania.

O Essencial Proudhon
Francisco Trindade
R$18,00
essencial-proudhon

Escritos em momentos distintos deste processo, estes dois textos (“Homo Proudhonianus” e “Refutação e Interpretação de Alguns Preconceitos sobre o Pensamento de Proudhon”) encontram-se agora juntos pelo destino que possibilitou a sua edição. Ambos fazem parte da obra Investigações Proudhonianas que, na sua maior parte encontra-se ainda inédita. O primeiro texto retrata reflexivamente a vida e a obra do homem que, por vários motivos, é ostensivamente esquecido, embora sejamos visceral e culturalmente seus herdeiros. O segundo empreende a refutação e a interpretação dos principais preconceitos que, vindos de vários setores da sociedade, possibilitaram incompreensões sobre o pensamento proudhoniano.

O Racionalismo Combatente – Francisco Ferrer Y Guardia
Ramón Safón
R$18,00
racionalismo-combatente

Este livro discute a educação racionalista, a partir das perspectivas de Francisco Ferrer y Guardia.
“[…] A Escola Moderna tenciona combater todos os preconceitos que impedem a emancipação total do indivíduo, e é por isso que ela adota o racionalismo humanista, que consiste em inculcar na infância o desejo de conhecer a origem de todas as injustiças sociais a fim de que, por esse reconhecimento, ela possa, em seguida, combatê-las e opôr-se a elas.”

Ricardo Flores Magón
Diego Abad de Santillán
R$25,00
floresmagon

Nesta obra, Diego Abad de Santillán nos traz uma bela biografia do anarquista mexicano Ricardo Flores Magón, inegável exemplo de caráter e comprometimento. Um homem que foi, sem dúvida alguma, o maior expoente libertário da Revolução Mexicana do início do século XX.  É por meio de sua história que nos remetemos ao México da ditadura de Porfírio Diaz, à criação do periódico Regeneración e do Partido Liberal Mexicano (PLM) – uma agremiação inspirada abertamente no anarquismo –, e a toda resistência que se seguiu à ditadura e depois ao governo “democrático” burguês de Francisco Madero. O relato da morte de Magón na prisão de Leavenworth, Kansas, traz à tona questões de extrema atualidade, como o papel do Estado na repressão dos movimentos sociais e os absurdos cometidos nas prisões, como nos recentes casos de Abu-Graib ou Guantánamo. Ricardo Flores Magón e o movimento encabeçado por ele são mais um desses tantos exemplos da História em que movimentos sociais libertários e revolucionários, criados fora do Estado e em oposição a ele, lutam contra a opressão e por seus direitos de autonomia e liberdade.

Entre Ditaduras (1948-1962)
Edgar Rodrigues
R$15,00
entre-ditaduras

Edgar Rodrigues prossegue neste livro na sua tarefa de levantar exaustivamente todos os dados e datas, documentos e eventos que levem o leitor a uma visão real da história do anarquismo. É imenso o trabalho de um pensador para desfazer preconceitos e lançar luz sobre “verdades” com raízes profundas na infância da humanidade. Afinal, parece que o homem sempre temeu ser livre. Desde os primeiros passos de sua caminhada neste planeta, o homem vem inventando deuses e outras formas de poder. Não espanta que o poder procure sempre difinir a anarquia como ausência de comando, negação da autoridade, desordem, bagunça, avacalhação. O poder não suporta qualquer tipo de desafio ou de contestação a seus “direitos absolutos” e a sua vontade de potência.

A Ordem do Castigo no Brasil
José Luís Solazzi
R$42,00
a-ordem-do-castigo-no-brasil

Esta obra analisa a ordem do castigo no Brasil, percorrendo as diversas formas de saber-poder presentes na sociabilidade autoritária brasileira. Orienta-se pela crítica de William Godwin à internalização da guerra proporcionada e instituída pelo direito penal, para a forma militar de construção da moral e das noções do bem e mal assinaladas por Niezstche, por meio da analítica do poder de Michel Foucault e suas pesquisas sobre a “alma” moderna e pelas propostas de abolicionismo penal, principalmente as formuladas por Louk Hulsman.

A Morte do Manicômio
Jacques Lesage de La Haye
R$35,00
a-morte-do-manicomio

Neste livro, no qual se mesclam lembranças pessoais e análises teóricas, ele nos conta a história, enfim de contas bastante mal conhecida, da antipsiquiatria. Igualmente de sua crítica psi e de sua crítica social do manicômio. De sua vontade de promover, notadamente por intermédio das práticas autogestionárias, a parte de humanidade do louco. De sua luta para demolir os muros da internação e reinserir o louco na vida social.

Primeiro de Maio – Dia de Luto e Luta
Ricardo Mella
R$20,00
primeiro-de-maio-luto

O texto do espanhol Ricardo Mella no qual conta a dramática sequência de acontecimentos que desembocaram na massiva manifestação de 1º de maio de 1886 em Chicago, os brutais fatos do dia 3 nos quais a polícia mata seis operários e os do dia 4, em que uma bomba procedente da manifestação operária mata oito policiais, o julgamento dos inocentes e, por último, a execução dos “Mártires” no dia 11 de novembro de 1887. Mas o texto de Mella, editado pela primeira vez em 1889, é apenas um prólogo à antologia das cartas e discursos pronunciados pelos condenados, já que como ele mesmo assinala, condenaram-nos por suas idéias e não por seus feitos, pois são suas idéias o que realmente importa. Livro fartamente ilustrado.

Como a não-violência protege o Estado
Peter Gelderloos
R$20,00
como a ao viol protege o estado

Como Não-Violência Protege o Estado desafia a crença de que a não-violência é a única forma de lutar por um mundo melhor. Em um texto desafiador, Peter Gelderloos convida militantes a considerar táticas diversas, apaixonadamente argumentando que a não-violência muitas vezes age para reforçar as estruturas de opressão que os ativistas buscam derrubar. Longe de um apelo irracional a violência, Peter detrói sistematicamente mitos históricos da não-violência como Gandhi e Martin Luther King para defender a pluralidade de estratégias e táticas na luta contra toda forma de opressão.

A Relevância do Anarquismo para a Sociedade Moderna
Sam Dolgoff
R$20,00
relevancia

O livro deste importante militante anarquista, ex-membro do Industrial Workers of the Word (IWW) e falecido na década de 1990, trata sobre a necessidade das sociedades altamente complexas e industrializadas serem o palco exato para a aplicação do anarquismo. Contestando as teorias de autores como George Woodcock que consideram o anarquismo como uma teoria ultrapassada, Dolgoff mostra como a indústria poderia ser mais bem organizada sob os princípios anarquistas, discute a autogestão, a relação dos anarquistas com os movimentos sociais e o papel da tecnologia dentro do anarquismo. O livro aborda as teorias libertárias a partir de um ponto de vista contemporâneo, atualizando as concepções clássicas dos conhecidos anarquistas.

Rumo a um Novo Anarquismo
Andrej Grubacic
R$10,00
rumonovoanarquismo

Andrej Grubacic inicia seu artigo questionando os rótulos, ou os “ismos”, como ele mesmo se refere. Defende uma forma de anarquismo que não seja abarcada por uma teoria fechada e geral e diz acreditar que a história do movimento anarquista pode dividir-se em cinco fases. A primeira delas estaria dentro da segunda metade do século XIX e presente no agrupamento bakuninista dentro da Primeira Internacional. A segunda fase iria dos fins do século XIX até a Revolução Russa de 1917; a terceira, dos anos 1920 até 1940, tendo dentro de si a importante Revolução Espanhola. A quarta geração, para o autor, estaria presente, de maneira dispersa, nos movimentos dos anos 1960 e 1970 como feminismo, situacionismo, black-power, etc. e também nos grupos anarquistas organizados que, do seu ponto de vista, eram bastante sectários. A quinta geração, contemporânea, estaria dividida em duas: a primeira, com as federações anarquistas e sindicatos anarco-sindicalistas como o IWW, e a segunda, dentro do movimento de resistência global, que, apesar de muitas vezes contar com militantes que não se intitulam anarquistas, estes trabalham sob os mesmos princípios e devem ser considerados como tais. Um texto introdutório ao pensamento anarquista e bastante interessante.

Anúncios

16 comentários em “Livraria Alberto “Pocho” Mechoso”

  1. quero comprar o livro de ÉTIENNE DE LA BOÉTIE, nome do livro servidão voluntária, por favor mande uma mensagem pelo e-mail, informando se vcs/ tem o livro, obrigada, Dulce

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Kurdistan America Latina

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Alternativa Libertaria_FdCA

Alternativa Libertaria_FdCA

Alternative libertaire

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Black Rose Anarchist Federation

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Federación Anarquista de Rosario (ex Columna Libertaria Joaquín Penina - Rosario, Argentina)

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Federação Anarquista Cabana – FACA

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

MPA Brasil

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Rádio Gralha | 106,1 MHz | Curitiba

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

FTA - Frente Terra e Autonomia

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Mulheres Resistem

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Resistência Popular MT

Lutar, criar, poder popular!

Resistência Popular - Alagoas

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Tendência Estudantil da Resistência Popular

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Estratégia e Análise

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

%d blogueiros gostam disto: