Saudação ao Coletivo Anarquista Bandeira Negra

Companheiros e companheiras, de classe e ideal, aos que aqui se encontram, e especialmente a militância do Coletivo Anarquista Bandeira Negra de Santa Catarina (CABN). É com muito respeito, admiração e felicidade que saudamos o primeiro aniversário da nossa organização irmã.É também com humildade e muito trabalho por fazer, que sentamos hoje lado a lado com os companheiros e companheiras da Federação Anarquista Gaúcha (FAG) e do CABN, para conversarmos e saudarmos os esforços da jovem militância local.

Integramos uma organização que tem apenas dois anos de vida, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC), mas que tal como as organizações citadas, se soma aos esforços anônimos de milhares de explorados que, por estas bandas, resistem e lutam a mais de 500 anos contra o sistema de dominação capitalista e por uma outra sociedade, queremos socialista e libertária.

Reconhecemos e sentimos que somos parte desta mesma história de lutas, que no ano de 1864, com a criação da Associação Internacional dos Trabalhadores por obra dos proletários europeus, ganha um incremento, isto é, passa a contar também com a perspectiva anarquista de luta e proposta política. De lá para cá muita coisa foi realizada, sequer temos condições de rememorar aqui, mas muitas lutas ainda acontecerão e precisarão ser tocadas pelos explorados e suas organizações políticas e sociais.

É neste sentido que saudamos esse esforço, de constituir organizações políticas anarquistas locais, e essa jovem, pequena, mas não menos combativa força militante, que agora se enlaça a história de luta e resistência dos trabalhadores.

Não poderíamos deixar de saudar rapidamente as três organizações que, de certa forma, animaram o trabalho dos companheiros e companheiras de Santa Catarina e do Paraná. A Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ), pelo trabalho empreendido por sua Rede de Apoio de 2008 para cá, a FAG, também por seu apoio incessante e consistente, a Federação Anarquista Uruguaia (FAU), pela sua história e referência para os libertários da América – Latina.

Vida longa ao Coletivo Anarquista Bandeira Negra!

Ética, compromisso e liberdade.

Viva a Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)!

Coletivo Anarquista Luta de Classe, 1 de setembro de 2012.

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[CABN] Evento de 1 ano: “Anarquismo e Organização: a proposta da Coordenação Anarquista Brasileira”

Contaremos também com a participação do Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC/PR), e da Federação Anarquista Gaúcha (FAG/RS).

A mesa acontecerá no dia 1º de setembro (sábado), às 16h, no Centro de Direitos Humanos Maria da Graça Bráz, em Joinville/SC. O CDH fica na rua Dr. Plácido Olímpio de Oliveira, n.660, bairro Bucarein.

O evento também será transmitido ao vivo pelo site http://cabn.libertar.org.

O evento também contará com a banca de livros da Livraria 36!

A Livraria 36 pretende por meio de diferentes literaturas propagar as ideias e práticas libertárias para estimular a transformação radical da sociedade.


[FAG] Uma mensagem de luta e de esperança que atravessa os tempos!

Retirado dehttp://vermelhoenegro.org/blog/2012/08/23/uma-mensagem-de-luta-e-de-esperanca-que-atravessa-os-tempos/

A 85 anos do assassinato dos companheiros anarquistas Nicola Sacco e Bartolomeu Vanzetti, nós da Federação Anarquista Gaúcha fazemos memória a esses lutadores que ousaram se levantar contra as injustiças, a exploração e a opressão do sistema capitalista que segue vigente. Reproduzimos abaixo uma livre tradução adaptada do artigo “Uma mensagem de luta e esperança que atravessa os tempos” escrita pelos hermanos da Federação Anarquista Uruguaia quando dos 76 anos da morte dos imigrantes italianos e que pode ser encontrada no número 13 da Revista LUCHA LLIBERTARIA da mesma FAU de Setembro de 2003.

Em memória de Nicola Sacco e Bartolomeu Vanzetti!!!
Em Memória de Eltom Brum da Silva, companheiro sem-terra assassinado pelo Estado criminoso!!!
Em Memória a todos(as) os(as) lutadores que são baixam a cabeça!!!
Arriba lxs que luchan e seguimos!

Uma mensagem de luta e esperança que atravessa os tempos

No dia 23 de agosto de 1927 era assassinado pelo sistema capitalista norte americano dois trabalhadores anarquistas: Nicola Sacco e Bartolomeu Vanzetti. O ódio da classe opressora e exploradora se efetivava. Era necessário castigar aqueles que questionavam profundamente seu sistema de privilégios, seu sistema para os ricos e poderosos. Estes trabalhadores revolucionários incitavam a dignidade, a não resignação à tanta miséria e injustiça, incitavam também a sonhar com um mundo melhor. Eram perigosos.

Hoje, em tantas partes do mundo, assassinam sua memória, sua mensagem, sua conduta social, muitos derrotistas e conciliadores. Aqueles que vêm renunciando a luta pela causa dos oprimidos, a militar por instalar processos de transformação que desestruture este ordenamento social miserável, os “realistas” e “possibilistas” que mascaram seu discurso porque não se atrevem a dizer que já nadam com gosto nas águas podres desse sistema.

São os que fazem acordos com ministros e patrões a revelia dos trabalhadores. Os que são “racionais” com os problemas das empresas, com a dívida externa, enquanto os trabalhadores é marginalizado ou perde direitos e conquistas alcançadas com suas lutas.

É a militância de “esquerda” que tem criminalizado, afirme ou não, a palavra revolução, luta de classes, imperialismo, burguesia opressora e exploradora, confrontação com o inimigo, também a toda prática que leve esse sentido.

Assim, usam grande parte da linguagem correspondente a uma ideologia que serve de justificação e suporte a este brutal sistema. São modernos, incursionam pelo mundo simbólico, são funcionais a reprodução desta estrutura global de dominação.

Por fora desta “esquerda” submersas nas águas da institucionalidade “democrática” está o que mantém-se na memória coletiva dos povos e o que este tempo ensina. O que ensina a vivência em condições subumanas como grande parte dos assalariados e essa enorme quantidade de “marginalizados” que encaram lutas por diversas reivindicações e pela sobrevivência.

Desde esse processo de renovação retomando os sonhos e peleias vigorosas dos velhos lutadores é que podemos abrir um caminho real de mudanças a favor dos de baixo.

A recordação da mensagem destes lutadores trabalhadores é sempre um “vamos avante que se pode!”.

1927, a justiça de classe do governo norte americano, o mesmo que hoje decreta seu direito a invadir e massacrar povos onde crê conveniente para seus mesquinhos interesses, quis assassinar em Sacco e Vanzetti as idéias e práticas revolucionárias classistas.

Eram inimigos do sistema… e lhe eram também. Era-lhes inimiga a morte, porque estavam contra a opressão e por uma autêntica liberdade e justiça. Então para o sistema eram “terroristas”.

Neste aspecto pouca mudou. Hoje as classes dominantes, as empresas de diferente pelo, a força repressiva, a imprensa servil, os amarelos do movimento popular também querem apresentar os que lutam como “terroristas”. Não toque em um supermercado nem atire uma pedra. Vote bem que isso encerra o assunto.

Porém, se algo mostra a história é que o imperialismo norte americano, a burguesia agora com forma de transnacionais ou mega empresas e todo o conjunto institucional para a manutenção e reprodução deste sistema brutalmente inumano, seguem sendo inimigos irreconciliáveis dos pobres do mundo. Sua monstruosidade é expressa com o genocídio atual que leva adiante através das invasões e da miséria.

Por isso as lutas e idéias fundamentais daqueles imigrantes italianos assassinados há 85 anos, ainda nesse contexto, seguem indicando enormes verdades: não é possível uma vida digna, justa e livre para todos dentro deste cruel ordenamento social.

Nicola Sacco

Nasceu na Itália em 23 de Abril de 1891. Tinha 17 anos de idade quando imigra aos Estados Unidos. É o empurrão que define sua situação econômica. Tem conhecimentos de mecânica, porém os trabalhos especializados não são para os estrangeiros. Deve trabalhar primeiro como carregador de água e depois como sapateiro.

Quando inicia a guerra, imediatamente se pronuncia contra ela. Diz: “Esta guerra não é para empunhar o fusil… para lutar por um país livre… senão em benefício dos grandes milionários”.

Participa depois ativamente na greve de Middford e em muitas lutas pela liberdade de seus companheiros. Se vê ativo em diversas atividades obreiras e sociais.

É detido quando organizava um protesto pelo assassinato de Andrea Salcedo. O anarquista Salcedo é jogado do 14º piso do Park Row Building. Lugar onde a polícia secreta tinha suas oficinas. Havia sido previamente torturado até a morte.

Bartolomeu Vanzetti

Nasceu na Itália em 1888. Já aos 13 anos de idade trabalhava 15 horas diárias. Gostava de estudar porém pode fazer apenas a escola.

Em 1908 com 20 anos de idade chega a América do Norte. Em seu ofício de confeiteiro não encontra trabalho regular. Passa fome e quando encontra ocupação, deve trabalhar de 12 a 14 horas diárias recebendo a metade do salário de um norte americano por ser estrangeiro. Por rebeldia contra as injustiças é expulso uma e outra vez dos trabalhos.

Dirá depois: “Aprendi que a consciência de classe não era uma frase inventada pelos propagandistas”.

Se define como comunista-anarquista. Afirma: “o comunismo é a forma do contrato social mais humana, porque sei que somente na liberdade poderá surgir o homem à sua nobre e harmoniosa integridade”.

Participa ativamente nas greves, mitenes e na organização de sindicatos. O grande conflito de Plymouth em 1916 o encontra na primeira linha. Saem vitoriosos dessa luta. Por sua convicção e combatividade o inimigo de classe lhe reserva perseguição, inclusão em listas negras, vigilância policial.

Quando é detido em 1920 vendia pescado nas ruas e estava organizando uma mobilização contra a morte de Salcedo.

Prisão e assassinato

“O castigo será convertido na parte mais oculta do processo penal” nos diz Foucault. Porém neste julgamento não se ocultou muito a articulação sutil que foi compartilhada entre a instância jurídica com o poder dominante. Aqui a “justiça” mostro seu caráter de classe abertamente, o castigo tinha que ficar claro politicamente. Não se toca no sistema de privilégios.

O julgamento durou 7 anos. Depois destes 7 anos de prisão, Sacco e Vanzetti foram assassinados na cadeira elétrica.

Tudo foi uma farsa jurídica, invenção de provas, ameaças policiais a testemunhas que não diziam aquilo que eles queriam, prisão e suborno a outras testemunhas. Não permitir declarar a quem tinha a versão oposta ao ditame previamente estabelecido. Era a justiça da classe dominante sem máscaras. O presidente do júri era o presidente da Companhia contra a qual Vanzetti havia contribuído a deflagrar uma importante greve.

O juiz Thayer dirá claramente, sem sutileza alguma, que a justiça é para aqueles coniventes com o sistema: “As leis garantem a todos os cidadãos direitos e privilégios…Para todos os que desejam servir com fidelidade e carinho àquele mesmo governo”.

E em 23 de agosto, depois de 7 anos de prisão e de farsa judicial são executados estes exemplares lutadores que ficarão na história como um símbolo obreiro na luta por uma nova sociedade.

Algumas frases dos Mártires de Bostom
Vanzetti
“Tenho lutado toda minha vida contra os crimes…que a moral oficial e a lei oficial não condenam e santificam: a exploração e a opressão do homem pelo homem…Não é nada a perda de nossas vidas”.
Sacco
“Meu crime, de que estou orgulhoso, é ter sonhado por uma vida melhor, feita de fraternidade, de ajuda mútua…por esse crime tenho o orgulho de terminar entre as mãos do verdugo”.

 

[FAG] Eltom Brum Vive! Continuar a luta dos pobres do campo!

 

Em 21 de agosto de 2012 completam-se 3 anos de impunidade dos assassinos do trabalhador rural sem terra Elton Brum da Silva, durante a brutal desocupação da fazenda Southal no município de São Gabriel – RS . Um tiro pelas costas matou o companheiro, de um calibre 12 disparado pela polícia gaúcha a mando dos grandes proprietários rurais e governantes que jamais admitiram ver a terra sendo ocupada e dividida entre quem de fato quer e precisa trabalhar e produzir sobre ela.

Quarenta e quatro anos, pai de dois filhos, organizado no MST, Elton não era um dirigente, não era um nome que tinha lugar na mídia. Ele é a imagem crua de uma incansável batalha dos pobres do campo que peleiam uma vida mais justa e menos judiada para os trabalhadores. Lembrança dolorosa da ação violenta de um sistema que derrama sangue para defender os interesses das suas classes dominantes.

A justiça na nossa sociedade é sempre uma justiça de classe, que cobre com a impunidade o crime do ricos e penaliza e sacrifica os oprimidos. A sentença de morte das oligarquias rurais, os capitalistas do agronegócio e o poder político atingiu Elton Brum para atacar todo movimento dos trabalhadores, pra impor repressivamente a desarticulação da luta por reforma agrária no coração do latifúndio no estado do RS. Por isso reclamar em alto e bom som essa memória é lutar sem tréguas nas condições de hoje para que se mude a vida coletivamente e se faça justiça social pela ação direta dos trabalhadores, na terra onde domina o poder, o privilégio e a riqueza de uns poucos donos.

A reforma agrária está paralisada no Brasil. O agronegócio domina no campo associado com o latifúndio e o Estado. Extensas monoculturas de soja, cana, celulose, empresas de mineração, etc. são os principais produtos do país para negócios comerciais com o estrangeiro. Os donos das terras estão mais poderosos, formam uma coligação capitalista com os bancos e os grupos transnacionais, tem o poder sobre o orçamento da agricultura, o perdão das dívidas com o governo, atropelam normas ambientais. Durante o último ano o Incra teve um corte de 70% no orçamento do custeio para funcionamento do órgão. A greve dos servidores do Incra e MDA reivindica salários, melhores condições de trabalho e a contratação de 4 mil novos trabalhadores para atender esse setor.

O governo do PT, com Lula e com Dilma, trocou o projeto de reforma agrária pela cooptação burocrática de dirigentes dos movimentos sociais com políticas mínimas que não atingem todos assentamentos e não mudam a estrutura fundiária do país.

A conjuntura dos assentamentos de São Gabriel, onde mataram o Elton, passados mais de três anos atesta a política miserável a que foi entregue a reforma agrária.

1 – O Incra foi transformado numa tapera sem recursos e sem funcionários que no máximo é fiscal da miséria dos assentamentos;

2 – Falta de estradas de acesso para o transporte escolar das crianças e escoamento da produção;

3 – Falta de rede de distribuição de água potável agravado no último ano pela seca que obrigou as famílias a percorrerem quilômetros em busca de água de barragens e rios.

4 – Atraso na liberação dos créditos para os trabalhadores aplicarem na produção, provocando o êxodo das famílias do assentamento e a procura de trabalho assalariado em outras regiões;

5 – Inexistência de investimento na infra-estrutura produtiva dos assentamentos;

6 – Ainda há assentamentos que em três anos não foram demarcados e não tem rede de energia instalada.

Históricas marchas e ocupações fizeram a luta de classes romper a “paz” cruel e opressiva dos latifúndios na região de São Gabriel. Tudo indica que a peleia não acabou. Que a melhor homenagem aos companheiros que caíram lutando é continuar seus sonhos, não desistir nunca!

Atuar forte e pela base na união dos trabalhadores para ter uma reforma agrária que enfrente o agronegócio e os governos de conciliação de classes.

Construir formas coletivas e de ajuda mútua sobre a terra e os meios de produção.

LUTAR e CRIAR PODER POPULAR!

 

[CURITIBA] Encontro mensal do CEL: 26.08.12

O Círculo de Estudos Libertários (CEL) surgiu como espaço de estudo em janeiro de 2011, com o objetivo de debater “a atuação política, a teoria clássica e contemporânea do Anarquismo, (…) fortalecendo a perspectiva classista, autônoma, socialista e combativa das classes exploradas, em sua formação cultural e intelectual”. Com dois encontros por mês e textos lidos previamente por seus participantes, o grupo teve relativo sucesso no que se propunha a fazer, se tornando ainda “por tabela”, uma referência
para

os novos companheiros e companheiras interessados nas propostas do anarquismo organizado. A partir de 2012 o CEL tornou-se um espaço ligado ao Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC), continuando dessa forma, aberto a participação dos trabalhadores e trabalhadoras que queiram se debruçar sobre o estudo das lutas sociais e a participação dos socialistas libertários nas mesmas. Seguindo agora um programa definido de textos
pretendemos melhorar a qualidade de nossos encontros, contribuindo também, para auxiliar a formação teórica da militância anarquista aqui na cidade de Curitiba (PR).Próxima leitura:MÓDULO IV: CAPITALISMO E ESTADO
Curso 10: Capitalismo Ontem e Hoje

Mikhail Bakunin. “O Sistema Capitalista”.
Fábio López López. “Capitalismo Contemporâneo”.
Curso 11: Estado Ontem e Hoje

Mikhail Bakunin. “Estatismo e Anarquia -” Excertos.”
Bruno Lima Rocha. “Uma Análise Libertária do Papel do Estado e da Luta por Direitos no Capitalismo Neoliberal”.

baixe aqui:
http://anarquismosp.org/portal/images/stories/ArquivoFasp/docs/programa_de_formacao/modulo_04.pdf
ou
fotocopie na copiadora Reitoria na pasta do CEL.
R. Amintas de Barros, 192-344 – Centro, Curitiba, Paraná 80060-200, Brazil
Em Textos e Documentos – Programa de Formação FARJ-OASL

Socialismo! Liberdade!

Coletivo Anarquista Luta de Classe.

Onde? Rua Presidente Faria, 515.

Quando? 26.08.2012

Que horas? 09:30

Organização: Coletivo Anarquista Luta de Classe

[CAB] Jornal Socialismo Libertário número 28

Retirado: http://anarkismo.net/article/23467

À todos(as) uma boa leitura!

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Já está na rua a 28ª edição do Jornal Socialismo Libertário, órgão da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB).

Esta edição traz o Programa Mínimo da CAB, aprovado em seu recente Congresso realizado em Julho de 2012 no Rio de Janeiro. Este Programa apresenta os elementos reivindicativos em torno dos quais pretendemos atuar no presente, de maneira a permitir um avanço rumo a nosso projeto revolucionário.

Essa nova edição pode ser adquirida através da militância da FAG, em nossa sede (Ateneu Libertário A Batalha da Várzea) ou fazendo o download em PDF:

[CURITIBA] Próximo encontro de estudo do CEL – 29 de julho – domingo às 10H

 Encontro Círculos de Estudos Libertários (29.07.2012)

22 de julho

O Círculo de Estudos Libertários (CEL) surgiu como espaço de estudo em janeiro de 2011, com o objetivo de debater “a atuação política, a teoria clássica e contemporânea do Anarquismo, (…) fortalecendo a perspectiva classista, autônoma, socialista e combativa das classes exploradas, em sua formação cultural e intelectual”. Com dois encontros por mês e textos lidos previamente por seus participantes, o grupo teve relativo sucesso no que se propunha a fazer, se tornando ainda “por tabela”, uma referência
para os novos companheiros e companheiras interessados nas propostas do anarquismo organizado. A partir de 2012 o CEL tornou-se um espaço ligado ao Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC), continuando dessa forma, aberto a participação dos trabalhadores e trabalhadoras que queiram se debruçar sobre o estudo das lutas sociais e a participação dos socialistas libertários nas mesmas. Seguindo agora um programa definido de textos
pretendemos melhorar a qualidade de nossos encontros, contribuindo também, para auxiliar a formação teórica da militância anarquista aqui na cidade de Curitiba (PR).

Próxima leitura:

Módulo HISTÓRIA DO ANARQUISMO NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA

Curso 8: Anarquismo e Sindicalismo no Brasil

– Alexandre Samis. “Sindicalismo e Anarquismo no Brasil”.

– Felipe Corrêa. “A Perda do Vetor Social no Anarquismo dos Anos 1930”

Baixar arquivo no site:  http://www.anarquismosp.org/portal/images/stories/ArquivoFasp/docs/programa_de_formacao/modulo_03.pdf

Ou fotocpie na fotocopiadora da Reitoria, rua amintas de barros ao lado da casa das bolachas, pasta do CEL.

Em Textos e Documentos – Programa de Formação FARJ-OASL

Socialismo! Liberdade!

Coletivo Anarquista Luta de Classe.

Onde? Rua Presidente Faria, 515.

Quando? 29.07.2012

Que horas? 10:00

Organização: Coletivo Anarquista Luta de Classe

5° Encontro Círculos de Estudos Libertários

[CURITIBA] 5° Encontro Círculos de Estudos Libertários (24.06.2012)

O Círculo de Estudos Libertários (CEL) surgiu como espaço de estudo em janeiro de 2011, com o objetivo de debater “a atuação política, a teoria clássica e contemporânea do Anarquismo, (…) fortalecendo a perspectiva classista, autônoma, socialista e combativa das classes exploradas, em sua formação cultural e intelectual”. Com dois encontros por mês e textos lidos previamente por seus participantes, o grupo teve relativo sucesso no que se propunha a fazer, se tornando ainda “por tabela”, uma referência
para os novos companheiros e companheiras interessados nas propostas do anarquismo organizado. A partir de 2012 o CEL tornou-se um espaço ligado ao Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC), continuando dessa forma, aberto a participação dos trabalhadores e trabalhadoras que queiram se debruçar sobre o estudo das lutas sociais e a participação dos socialistas libertários nas mesmas. Seguindo agora um programa definido de textos
pretendemos melhorar a qualidade de nossos encontros, contribuindo também, para auxiliar a formação teórica da militância anarquista aqui na cidade de Curitiba (PR).

Leitura pendente:
Curso 7: Anarco-Comunistas na Bulgária

Michael Schimidt. “Anarquismo Búlgaro em Armas -” Excertos”.
aixe aqui: http://www.anarquismosp.org/portal/images/stories/ArquivoFasp/docs/programa_de_formacao/modulo_02.pdf

Onde? Rua Presidente Faria, 515.

Quando? 24.06.2012

Que horas? 09:30

Organização: Coletivo Anarquista Luta de Classe

5° Encontro Círculos de Estudos Libertários

Adesão do Coletivo Anarquista Luta de Classe a CAB

7 de junho de 2012, documento redigido em razão da adesão do Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC)  a CAB

Primeiramente saudamos as organizações presentes. Não poderíamos deixar de expressar nossa alegria ao passar a compor a construção do anarquismo organizado no Brasil junto às organizações da CAB.

É importante ressaltar que, se ainda não fazíamos parte daquilo que hoje é a CAB, sempre, desde nossos primeiros passos, em meados de 2009, fomos animados e apoiados pelas organizações componentes do FAO. Desta maneira, podemos afirmar que nossa organização é resultado daquilo que se denominou a construção do anarquismo no Brasil, sendo nossa modesta organização a prova e o resultado do trabalho determinado desta iniciativa.

É com alegria e orgulho que agora passamos a compor ombro a ombro, lado a lado, a Coordenação Anarquista Brasileira.

Viva o Anarquismo Organizado!

Viva o FAO!

Viva a CAB!

[CABN] Saudação do Coletivo Anarquista Bandeira Negra (SC) ao Congresso de Fundação da CAB

Retirado de: http://www.anarkismo.net/article/23101

Saudação do Coletivo Anarquista Bandeira Negra ao Congresso de Fundação da Coordenação Anarquista Brasileira.

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Companheiros e companheiras,

É com muita alegria e orgulho que saudamos todas e todos nesta manhã que marca uma etapa significativa na história do anarquismo brasileiro, com a fundação da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB).

Nós do Coletivo Anarquista Bandeira Negra, organização específica anarquista com presença em três cidades de Santa Catarina (Florianópolis, Joinville e Chapecó), temos menos de um ano de vida, mas sabemos do salto organizativo para a militância anarquista de nossas cidades proporcionado pela nossa modesta organização.

Este salto organizativo, impulsionando e estimulando nossa atuação, só foi possível graças ao apoio e a experiência acumulada nesses 10 anos de FAO. Sem este referencial e todos os aportes oferecidos, sem dúvida ainda estaríamos fragmentados e desorganizados. Cabe então nosso mais profundo agradecimento às organizações e pessoas que muito contribuíram neste processo.

Fundado em Agosto de 2011, o CABN é fruto de um processo iniciado em 2008, no qual a Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ) teve um papel especial, contribuindo em nossa formação e auxiliando através de sua rede de apoio no estabelecimento de contatos entre anarquistas de Curitiba, Florianópolis e Joinville. Podemos dizer que a FARJ foi e ainda é um exemplo motivador para nós, motivo pelo qual cabe um agradecimento especial.

Em Abril de 2009, graças aos contatos realizados dentro da rede apoio da FARJ, foi realizado o I Colóquio do Anarquismo Social, nas cidades de Curitiba, Florianópolis e Joinville, contando com a presença da FARJ e da Federação Anarquista Gaúcha (FAG), que passaria a partir dali a nos representar um referencial importantíssimo. Por isso, registramos também nossos agradecimentos especiais aos compas da FAG.

Após o colóquio houve a fundação do Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) em Curitiba, e da Organização Dias de Luta, em Joinville, que mais tarde se somaria ao CABN. Fruto do mesmo processo, nos reconhecemos como uma organização irmã do CALC, que também merece uma menção especial de agradecimento.

Em Florianópolis o processo organizativo foi mais lento e apenas em 2011 tivemos o amadurecimento necessário para fundarmos nosso coletivo.

Destacamos a importância dos cursos de formação do Fórum do Anarquismo Organizado (FAO), sem os quais não teríamos a segurança política requerida no processo. A fundação da Federação Anarquista de São Paulo, hoje Organização Anarquista Socialismo Libertário (OASL), mais próxima historicamente de nossa fundação, merece ser lembrada como um estímulo a mais neste processo.

Depois tivemos contato com as demais organizações: Rusga Libertária, Organização Resistência Libertária, Coletivo Anarquista Núcleo Negro e Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares, ampliando horizontes da nossa experiência política. Nosso mais profundo agradecimento a todos vocês.

Hoje, aqui estamos, firmes e convictos da fundamental importância deste Congresso. Convictos também do papel de destaque que a Coordenação Anarquista Brasileira deverá adquirir no cenário político em que estamos inseridos. Convictos e solidários aos irmãos e irmãs anarquistas que aceitaram o desafio de fundar esta Coordenação. Contem com nossas forças e apoio naquilo que for preciso.

Por fim, manifestamos nosso agradecimento à Federação Anarquista Uruguaia, exemplo maior de militância anarquista sem o qual muito provavelmente não estaríamos aqui.

Viva a Coordenação Anarquista Brasileira!
Lutar, criar, poder popular!

Rio de Janeiro, 08 de Junho de 2012.

 

 

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Kurdistan America Latina

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Alternativa Libertaria_FdCA

Alternativa Libertaria_FdCA

Alternative libertaire

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Black Rose Anarchist Federation

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Federación Anarquista de Rosario (ex Columna Libertaria Joaquín Penina - Rosario, Argentina)

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Federação Anarquista Cabana – FACA

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

MPA Brasil

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Rádio Gralha | 106,1 MHz | Curitiba

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

FTA - Frente Terra e Autonomia

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Mulheres Resistem

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Resistência Popular MT

Lutar, criar, poder popular!

Resistência Popular - Alagoas

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Tendência Estudantil da Resistência Popular

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

Estratégia e Análise

Organização parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)