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[CURITIBA] 6º ENCONTRO DO CÍRCULO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (CEL) – NA PRÓXIMA TERÇA (27/10/2015)!

Autogestão, Federalismo e Socialismo Libertário

cel 6 - autogestado, federalismo e socialismo libertario

Na próxima terça-feira, 27 de outubro, o CALC articulará seu grupo de estudos em Curitiba. Faremos o CEL no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná, às 18:30, na sala 205 da Psicologia.

Buscaremos neste estudo compreendermos as bases da sociedade socialista libertária, bem como de que forma tais perspectivas estratégicas regulam as organizações anarquistas no presente.

Os textos base são:

– A concepção anarco-sindicalista de autogestão – René Berthier

– Objetivos finalistas: Revolução social e socialismo libertário, capitulo 5 do livro Anarquismo Social e Organização – Federação Anarquista do Rio de Janeiro

Baixe aqui: Módulo VI CEL

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/540672359422736/

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite:https://coletivoanarquistalutadeclasse.wordpress.com/grupos-de-estudos-libertarios/

E a Livraria Alberto “Pocho” Mechoso estará presente também! Com dezenas de livros  e  uma grande rifa a sua espera! Quer conhecer nossos títulos: https://anarquismopr.org/livrariapocho/

livrariapochologo

Venha participar!

CEL

[CURITIBA] 5 anos do CALC, Retomada do Anarquismo Organizado no Paraná

calc5anos

Neste mês de outubro de 2015, o Coletivo Anarquista Luta de Classe completa 5 anos de existência pública. No dia 31 de outubro de 2010, o CALC lançou sua carta de apresentação e desde lá continua firme em defesa da organização, ação direta e autogestão da classe oprimida. Uma organização política anarquista que nasceu na cidade de Curitiba e que vai expandindo sua influência para outras regiões do Paraná, buscando ser um espaço para articular anarquistas especifistas e inseri-los de forma organizada nas lutas que são construídas neste estado.

Faremos um evento especial de aniversário na cidade de Curitiba; com os temas Poder Popular e Teoria e Ideologia – temas das duas primeiras revistas Socialismo Libertário, publicação da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB).

Quando: 21 de outubro, quarta-feira, às 19 horas.

Onde: Prédio Histórico da UFPR, Santos Andrade, sala 205 da Psicologia.

 

E tem novidade: faremos o Lançamento da Livraria Alberto “Pocho” Mechoso! Dezenas de títulos anarquistas estão a sua espera!

Evento no Facebook:  https://www.facebook.com/events/587692368047527/

Alberto Mechoso Presente!

Viva o Anarquismo Organizado!

Viva a CAB!

Viva o CALC!

[Espanhol] Cuando Galeano entrevistó a un preso anarquista recién fugado…

Retirado de:                                                                 https://ccsubversion.wordpress.com/2015/04/17/cuando-galeano-entrevisto-a-un-preso-anarquista-recien-fugado/

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A raíz de la muerte de Eduardo Galeano se nos viene muchas imágenes de él, de sus palabras, de sus versos, a nuestra mente. Hoy queremos recordarlo con esta entrevista que le realizó al compañero Alberto “Pocho” Mechoso, militante de la Federación Anarquista Uruguaya y de su brazo armado Organización Popular Revolucionaria 33 Orientales, quién se encontraba preso en los años 70 y logro escapar de la cárcel después de varias torturas hechas por los servicios de inteligencia, lo que demuestra una vez más que la pluma de Galeano siempre estuvo dispuesta como una espada para las luchas de los pueblos, así, la tarea de entrevistar a Pocho Mechoso la asumió Eduardo con la altura que se requiere, con el dolor de ver la represión expandirse en Uruguay y con la convicción de que una salida revolucionaria y antiautoritaria era necesaria.

Teniendo las precauciones de seguridad debidas a la cruel represión del gobierno, Galeano se cambia el nombre y afirma realizar la entrevista en España, aún cuando fue realizada en Uruguay, para que la policía pensará que Pocho Mechoso había ya salido del país y así poder descansar un poco frente a ello.

No sobra recordar también al compañero Alberto Mechoso, quién posteriormente huyó a Argentina, cuyo paradero sería hallado por la dictadura del país gaucho el 26 de septiembre de 1976, quienes le desaparecieron. Sus restos fueron encontrados en diciembre del 2012.

*****

El reportaje después de la fuga:

El reportaje de Eduardo Galeano  a Pocho Mechoso comienza diciendo:  “El Pastor Georges Casalis, profesor  de la Facultad de Teología Protestante  de París, acaba de denunciar “la evolución fascista de los países del Río de  la Plata…Refiriéndose al Uruguay…  es el horror austral. Parece que se ha  alcanzado el fondo del abismo.  Nos dice después Galeano: “Hemos entrevistado a un hombre que  emergió del fondo del abismo y relata  lo que sufrió y vio… Huyó del cuartel el 21 de noviembre, en una acción  espectacular… Aún orina sangre, no  ha recuperado la sensibilidad de la  mano derecha y dos de sus costillas  han quedado hundidas por los puntapiés que le propinaron los oficiales.  Tiene prisa sin embargo por retornar  al Uruguay. “Vuelvo para incorporarme a la lucha”, nos dice. “La pelea se  da tanto dentro del cuartel, en la tortura, como fuera, en la calle…”.

Pregunta Galeano: ¿Fuiste torturado desde el principio?.

Pocho: Sí… querían que les dijera donde estaba la Bandera de los 33 (una bandera insignia en Uruguay, recuperada por la guerrilla anarquista), que la  OPR se llevó del Museo Histórico Nacional. También querían que les hablara del secuestro de Molaguero…”.

Pregunta Galeano: “¿Pero si no  habías hablado, era preciso que te  fugaras?.

P. No me iban a dejar salir en libertad. Yo lo sabía. Ponerme en libertad era como dejar clara su impotencia, el fracaso de sus métodos.

G. ¿Que viste?.

P. Bueno, más que ver escuché. Porque estuve encapuchado todo el tiempo. Pero no hay peor tortura que sentir como torturan a los demás. En el  Quinto de Artillería tenían a un niño  de seis años encerrado junto a su padre y a su madre. El niño escuchaba  los alaridos de la madre cuando la  estaban torturando. A una mujer embarazada de siete meses, le torturaban a su marido delante de ella en el  2 y 3 de Infantería… varios casos de  violaciones…

G. ¿Y ahora qué?.
P. Cuando uno ve  bien claro cómo son los  enemigos, ¿Qué otra cosa  puede hacer que volver y  ocupar su puesto?. Si algo  se siente bien adentro en  el submundo de los cuarteles de mi país, en medio  de la picana, del caballete,  del submarino, es de qué  lado de la trinchera siempre hay que estar. Yo voy a  estar de nuevo metido entre la gente  Un referente de Lucha  de mi clase. Peleando. Allí me voy a  reencontrar con mis hijos, junto con  mi hermano. Ahora perseguidos los  dos.

G. ¿Pero después de la fuga, te  andarán buscando por todos lados, te  será muy difícil estar en Uruguay?.

P. Eso está claro. El momento  es muy difícil para todos los que luchan. Sé que para mí es cosa de “Libertad o Muerte” como dice la Bandera de los 33”.

[FAG] 19 ANOS DA FAG – Não tá morto quem peleia!!!

Retirado de: http://www.federacaoanarquistagaucha.org/?p=1041

19 anos

Há 19 anos um grupo de companheiros/as escolheu fazer parte da construção de um projeto político de cores rubro negra, em que a defesa das liberdades coletivas fosse condição essencial para a forja de um socialismo sem privilégios e dominações de qualquer tipo. Um projeto que, não sendo novo, se colocava como um imenso desafio para aquela geração de jovens que, órfãos de referências diretas em nosso país, buscava referências nos muitos anos de luta e experiência de organização sindical e popular dos irmãos da banda oriental organizados na fAu (federação Anarquista uruguaia).

Não que as experiências de luta e de organização do anarquismo no Brasil não fossem ricas por si só. Mas pesou muito o fato de que a geração de militantes que de alguma forma vivenciaram na carne as experiências de organização dos trabalhadores até os anos 50 do século XX não estivesse mais viva para contribuir na formulação das respostas aos anseios daqueles e daquelas que nos inícios dos 90 queriam se organizar para retomar o vetor social do anarquismo.

Organização para dar conta não apenas do estudo teórico e doutrinário de nossa ideologia, mas que pudesse responder aos desafios cotidianos da inserção anarquista no meio sindical, estudantil, comunitário, agrário e popular. Uma organização que pudesse articular essas diversas experiências de luta e organização dos de baixo no âmbito de uma perspectiva estratégica em que os oprimidos possam ser protagonistas da transformação social, sem vanguardas auto-eleitas dando ordens sobre o que fazer. Naquela época, foi a organização política específica dos anarquistas (o especifismo) que se colocou como a melhor resposta a esse anseio e, passados 19 anos, acreditamos que o anarquismo especifista continua sendo uma boa ferramenta para nossa organização enquanto militantes anarquistas. Uma escola de vida e militância libertária que é, para nós do Rio Grande do Sul, a Federação Anarquista Gaúcha – FAG. São 19 anos buscando enxertar verdades novas no tronco das velhas verdades fundamentais como dizia o companheiro anarquista italiano Camillo Berneri.

São 19 anos germinando um mundo novo em nossos corações e construindo um homem novo (diríamos um sujeito novo) como falava o anarquista espanhol Durruti e o revolucionário latino americano Che Guevara. São 19 anos estudando e se inspirando nas experiências de luta de mulheres e homens de todas as partes do mundo que muito antes de nós já estavam no labor cotidiano de erguer uma nova sociedade em cima dos escombros da velha sociedade capitalista. Não esquecemos de Lucy Parsons, Mikhail Bakunin, Louise Michel, Errico Malatesta, J. Proudhon, Anselmo Lorenzo, Voltairine Cleyre, P. Kropotkin, Elena Quinteros, Gerardo Gatti, José Oiticica, Polidoro Santos, Edgar Leuenroth, Emma Goldman, Alberto Mechoso, Maria Canária, Leon Duarte, Espertirina Martins, Nicola Sacco, Bartolomeu Vanzetti, os Mártires de Chicago, Neno Vasco, Domingo Passos e de tantas outras companheiras e companheiros (da nossa matriz e de outras matrizes da esquerda combativa) que de alguma forma plantaram sementes de Socialismo e Liberdade.

É pela memória dessa companheirada que seguimos nos organizando e lutando, desde o lugar que nos toca atuar e junto aos homens e mulheres que dia a dia constroem através de seu suor e trabalho essa sociedade.

19 anos de luta pelo Socialismo e pela Liberdade!

Viva a Federação Anarquista Gaúcha!

Viva a Anarquia!