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[MATINHOS] Centenário da Greve Geral de 1917 – Mudança de data – Quinta-feira (23/11/2017)

No dia 23 de novembro de 2017, quinta-feira, às 19:30, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) realizará evento na UFPR Litoral sobre o centenário da histórica Greve Geral que aconteceu no Brasil em 1917.

No evento, vamos falar sobre aquele grande movimento de luta da classe oprimida no Brasil e no Paraná; lembrar das vitórias, erros, acertos e conflitos da época; destacar os acúmulos daquelas lutas e as lições que podemos tirar para o presente.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/126654224667474/

QUANDO: 23 de novembro de 2017, quinta-feira às 19:30
ONDE: Sala Multiuso da UFPR Litoral, em Matinhos

O evento já ocorreu em Londrina, realizado conjuntamente com o Coletivo Ação Direta, e acontecerá também em Curitiba ainda neste ano.

A Livraria Alberto “Pocho” Mechoso também estará presente! Conheça nossos títulos: https://anarquismopr.org/livrariapocho/

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Aguardamos todas as pessoas interessadas!

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[CURITIBA] 7º ENCONTRO DO CÍRCULO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (CEL) – TERÇA (07/11/2017)!

Teoria e Ideologia

Na próxima terça-feira, 07 de novembro, o CALC articulará seu grupo de estudos em Curitiba. Faremos o CEL no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná, às 18:30, na sala 205 da Psicologia.

Este encontro tem como objetivo inicial diferenciar os conceitos de teoria e ideologia, que para nossa corrente são distintos. Após essa distinção, introduziremos a noção de ideologia anarquista, bem como a(s) teoria(s) anarquistas. Então, estabeleceremos a relação direta entre teoria e ideologia.

O texto base é:

Teoria e Ideologia – Revista Socialismo Libertário nº2 da CAB

Baixe aqui: CEL VI

Evento no Facebook:                                             https://www.facebook.com/events/1911876782411363

EXCEPCIONALMENTE FAREMOS DOIS EVENTOS EM NOVEMBRO, UM NA PRIMEIRA SEMANA (07/11) E OUTRO NA ÚLTIMA (28/11).

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite: https://anarquismopr.org/grupos-de-estudos-libertarios/

E a Livraria Alberto “Pocho” Mechoso estará presente também! Quer conhecer nossos títulos:                                                              https://anarquismopr.org/livrariapocho/

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Venha participar!

Solidariedade aos atingidos e atingidas pela perseguição policial anti-anarquista no Rio Grande do Sul

Nós, do Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC/PR) viemos por meio dessa nota expressar nossa solidariedade às organizações, companheiros e companheiras vítimas de perseguição política na última semana no Rio Grande do Sul. No ultimo dia 25 de outubro, o Anarquismo foi mais uma vez alvo de uma operação policial, que promoveu mandados de busca e apreensão na cidade de Porto Alegre e Região Metropolitana, como Viamão e Nova Hamburgo. Com base em acusações absurdas como tentativa de homicídio, uso de explosivos e formação de quadrilha, a chamada Operação Érebo invadiu de modo truculento a sede do Instituto Parrhesia (organização que atua na defesa dos Direitos Humanos) e da Ocupação Pandorga (que realiza atividades nas áreas de arte, cultura e educação), em busca da sede da Federação Anarquista Gaúcha – que já fora invadida nos anos de 2009 e 2013.

O caráter farsesco da operação é visível. Na Ocupação Pandorga, garrafas plásticas utilizadas como compactadoras de plástico para reciclagem foram apreendidas e tiveram suas imagens divulgadas na grande mídia como se fossem utilizadas para a fabricação de explosivos. Também foram apreendidos livros, cartilhas, bandeiras e panfletos, materiais que de acordo com o delegado constituem “provas suficientes” para sustentar as acusações. Criminalizar o anarquismo é o objetivo da operação policial e seus aliados midiáticos.

No próximo 18 de novembro a Federação Anarquista Gaúcha completará 22 anos de suor, luta e organização desde baixo. E sem dúvida é por essa história que o Estado vêm tentando colocar a FAG no centro da farsa da “organização criminosa”, tendo os mandados de busca e apreensão constado em nome da organização. Atacam o anarquismo pois esse espectro político luta fora dos limites da farsa eleitoral e das amarras burocrática. A militância anarquista, dentro dos movimentos sociais, procura enraizar junto ao povo um projeto radical que ameaça a manutenção dos privilégios da elite racista, machista e homofóbica que se mantém no poder desde o Brasil colonial até hoje.

Não tenhamos duvida e nem sejamos ingênuos: a criminalização não começa agora, e a mão do Estado é sentida mais forte por aqueles e aquelas que se posicionam combativamente ao lado dos interesses e da luta da classe oprimida, em um cenário onde a repressão policial é a regra para os de baixo. E se engana quem pensa que isso é problema apenas da militância vinculada à ideologia anarquista. Desde 2013 com as manifestações de junho contra o aumento da tarifa, passando pelos mega-eventos como a copa de 2014 e as olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016, o aparato repressivo tem se sofisticado cada vez mais. São investimentos em equipamentos e treinamentos, medidas legislativas como a Lei Anti-Terrorismo aprovada pela ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), e o fortalecimento de órgãos de inteligência e como o Gabinete de Segurança Institucional, onde se encontra a ABIN. Tudo isso em só uma direção: mapear e reprimir movimentos sociais e organizações políticas que representam uma ameaça aos interesses da elite brasileira e internacional, sejam anarquistas ou não.

solidariedade anarquismo e esquerda

Por isso nós do Coletivo Anarquista Luta de Classe, que partilhamos do mesmo projeto político anarquista nacional da FAG, através da Coordenação Anarquista Brasileira, viemos manifestar nosso apoio e solidariedade aos companheiro/as gaúcho/as que mais uma vez se encontram na mira da repressão e criminalização do Estado brasileiro!

Todo apoio a Ocupação Pandorga!
Todo apoio ao Instituto Parrhesia
Solidariedade a todos e todas que lutam!
Viva a Federação Anarquista Gaúcha!

100 anos da Greve Geral de 1917

Texto retirado do Jornal NO BATENTE 7

No ano em que comemoramos 100 anos de um dos mais emblemáticos episódios de luta da classe oprimida no Brasil também sofremos a perda de vários direitos conquistados naquele período. Por isso é necessário rever seus acontecimentos e utilizar da experiência acumulada para fermentar as lutas que travamos hoje e no futuro.

Contexto histórico

Eram tempos difíceis. Entre 1914 e 1917 o Brasil passou a ser um grande exportador de matéria prima e mercadorias devido à 1ª Guerra Mundial. Com o aumento da demanda na indústria e para obter altos lucros os empresários condenavam as trabalhadoras e trabalhadores a jornadas de trabalho de até 16 horas por dia, incluindo os domingos até o meio-dia, com salários de miséria. Os filhos dos operários de cinco a oito anos também trabalhavam nas fábricas, sofriam com mutilações nas máquinas e com jornadas noturnas.

Nesse cenário começaram a surgir ligas de trabalhadores e sindicatos, em grande parte vinculada a centros culturais e ateneus de presença e influência anarquista. A Greve Geral não aconteceu de forma espontânea, foi fruto de longo período de preparação e auto-organização, partindo dos acúmulos da grande greve de 1903. A pauta da Greve Geral apareceu no 1º Congresso Operário Brasileiro em 1906 e no 2º Congresso em 1913.

As reivindicações eram estabelecidas de acordo com as necessidades econômicas e a organização dos trabalhadores funcionava por meio de assembleias, construindo as decisões de baixo para cima, sem burocracia sindical e com muita solidariedade. Para atrair mais gente e formar quem estava na luta eram feitos centros de cultura, bibliotecas populares, festivais, peças teatrais e jornais.

Naquele período milhares de trabalhadoras e trabalhadores eram anarquistas e o sindicalismo revolucionário era a estratégia sindical mais forte. A primeira Central Sindical Brasileira, a COB (Confederação Operária Brasileira), foi fundada em 1906 e era hegemonicamente Sindicalista Revolucionária.

A Greve Geral no Brasil

A partir de maio de 1917 começam a surgir greves e em junho estouro uma greve das trabalhadoras da indústria têxtil, em São Paulo. O crescimento do movimento grevista provocou o combate entre operários e policiais, causando a morte do sapateiro anarquista José Martinez, o que se tornou a fagulha para iniciar a Greve Geral. A luta, que era mais especificamente por condições no local de trabalho, logo se espalhou para outras categorias e estados. Logo mais de 100 mil pessoas participavam e greve ganhou pautas mais gerais.

As vitórias do movimento foram: 8 horas de trabalho (na maioria das categorias), melhores condições de trabalho, aumento em 20% nos salários, não demissão dos grevistas, proibição do trabalho infantil, libertação dos presos durante a greve e defesa dos direitos das mulheres (que sofriam violência dos patrões e contra-mestres).

A Greve Geral no Paraná

Trabalhadoras e trabalhadores paranaenses foram delegados nos Congressos Operários Brasileiros que antecederam a greve e também organizaram um congresso estadual.

Em Curitiba, desde o início do século XX, já havia a presença de entidades como a Federação Operária Paranaense e a Liga dos Sapateiros de Curitiba, que eram importantes espaços de organização da classe trabalhadora. Em julho de 1917 explodiu a greve na cidade, marcada pela Ação Direta: trabalhadores cortaram a energia elétrica na cidade e derrubaram pontes para evitar a passagem de veículos e mercadorias. A repressão resultou em prisões, desaparecimentos e a tentativa, por parte do governo e dos empresários, de apagar qualquer vestígio que provasse a existência da Greve, porém, a classe oprimida venceu.

Lições para o presente

Passados 100 anos a Greve Geral segue sendo exemplo de luta e organização. Seu marcante caráter de base, calcado na solidariedade e na ação direta garantiram que hoje tivéssemos os direitos que agora estão sendo severamente atacados.

Que possamos nos inspirar na luta histórica das trabalhadoras e trabalhadores por uma sociedade livre, justa, solidária e igualitária, fazendo frente aos muitos ataques que sofremos no presente.

Não está morto quem peleia!
Viva a Greve Geral de 1917!
Viva o Sindicalismo Revolucionário!

A História sendo construída: Ocupações de Escolas no Paraná

Texto retirado do Jornal NO BATENTE 7

As mais de 850 escolas estaduais ocupadas no Paraná em 2016 foram um marco na história da luta estudantil mundial. Este processo, que não era previsível nem pelos estudantes, professores e pesquisadores, tampouco pelos movimentos sociais e organizações políticas, se deve em grande medida pela influência de outros processos de luta na América Latina.

Ocupações secundaristas anteriores

No ano de 2006 houve, no Chile, uma onda de ocupações de escolas chamada A Revolta dos Pinguins. Esta experiência de luta com protagonismo estudantil seguiu inspirando estudantes e foi talvez a maior influência para o processo brasileiro do final de 2015 e início de 2016. Em São Paulo mais de 200 escolas foram ocupadas contra o fechamento de escolas proposto por Alckmin (PSDB) e ao redor do país houve também ocupações contra o projeto Escola sem Partido, por merenda de qualidade e contra a privatização, terceirização e precarização da educação. Neste período, o Rio Grande do Sul ocupou mais de 100 escolas, o Rio de Janeiro e o Ceará tiveram mais de 50 e Goiás mais de 20.

Histórico de Lutas no Paraná

O estado do Paraná conta ainda com importante história de lutas e conquistas do povo, seja na cidade, no campo ou floresta. Neste estado houve expressiva luta estudantil contra a ditadura militar e aqui surgiu o maior movimento social organizado do mundo, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), além de dezenas de ocupações urbanas que marcaram os anos 80 e 90.

A tática de ocupar prédios públicos para reivindicar direitos é comum a muitos movimentos sociais e bastante utilizada por estudantes nas universidades públicas brasileiras. Estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), utilizaram esta tática diversas vezes, tomando o prédio da Reitoria e impedindo o funcionamento normal da instituição até que as pautas fossem negociadas. Desde os anos 2000 a UFPR, por exemplo, teve sua Reitoria e campus ocupados por quatro vezes, na UEL, foram três ocupações até agora; e na UEM duas. Ou seja, esta prática marcou a história das universidades, escolas e escolas técnicas por todo o Paraná e pelo Brasil.

Além das lutas estudantis propriamente ditas, outros processos de luta influenciaram os secundaristas paranaenses. Recentemente, em 2015, houve um episódio conhecido como Massacre do Centro Cívico, que aconteceu em 29 de abril em Curitiba. Neste dia milhares de trabalhadoras e trabalhadores de diversas categorias do funcionalismo público municipal foram atacados com bala de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogênio. Neste período ocorreram duas ocupações da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP), protagonizadas por educadores, estudantes e outros trabalhadores indignados contra o Pacotaço de Maldades proposto por Beto Richa (PSDB). Vários dos estudantes presentes em solidariedade aos seus professores ocuparam suas escolas cerca um ano e meio depois para, mais uma vez, defender a educação publica e nossos direitos.

Jornadas de Junho de 2013

As Jornadas de Junho de 2013 foi também um processo de lutas importantíssimo, conhecido no Brasil e no mundo. Foram milhões de pessoas nas ruas lutando inicialmente contra os aumentos nas tarifas do transporte público e depois estendendo para várias outras pautas, reivindicando, sobretudo, serviços públicos de qualidade. O movimento foi construído independente de partidos políticos e empresas e conquistou redução no valor da passagem de ônibus em mais de 100 cidades brasileiras. Este período marcou a história da luta do povo oprimido no Brasil, demonstrando que é nas ruas que o povo irá forjar seu próprio caminho e que só assim é possível barrar os ataques dos poderosos.

Lições com estas lutas

Todas estas experiências foram marcadas pela intensa defesa de autonomia dos movimentos. Os protagonistas foram as próprias pessoas afetadas pelos diferentes ataques dos de cima. Muitas contribuições foram feitas e muito apoio foi dado por diversas pessoas, coletivos e organizações políticas, mas palavra de ordem entoada pelos estudantes deixava claro seu caráter: “Autonomia, autogestão, é nós por nós defendendo a educação!”. Apareceram também organizações políticas e pessoas contrarias ao movimento tentando desconstruí-lo, mas os estudantes resistiram e quem discutiu e deliberou os rumos das ocupações foram as pessoas diretamente envolvidas.

A combatividade dos movimentos sociais tem estado cada vez mais presente no cenário brasileiro, com aumento no número e na força das ocupações, trancamentos de ruas e marchas que param as cidades. Não foi por meio de conchavos e conversas de gabinete que garantimos nossos direitos, mas sim com a luta combativa das massas. Ainda assim, para combater os ataques com efetividade e coerência foi e é necessário um processo de aprendizagem e auto-organização. Assembleias permitiram que estudantes e trabalhadores entendessem de que modo cada ataque afetaria o futuro e decidissem os rumos que o movimento deveria tomar, disseminando a democracia de base e se distanciando da autoridade de dirigentes.

Contudo, não ganhamos todas as batalhas e muitas ainda estão por vir. O desafio é fazer com que os acúmulos destes processos não se percam e caminhar para o fortalecimento das organizações na base. Muitas destas lutas, entretanto, demonstram fragilidades de organização no campo tático/estratégico. É só com a prática concreta e o acumulo histórico da classe oprimida que podemos avançar e fortalecer a luta do povo. As ocupações de escolas e as lutas que as antecederam nos dão valiosas lições que permitem acertarmos mais no futuro para garantirmos mais direitos!

[CURITIBA] 6º ENCONTRO DO CÍRCULO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (CEL) – NA TERÇA (17/10/2017)!

NOVA DATA!

Anarquismo Social, Gênero e Feminismo

Na terça-feira, 17 de outubro, o CALC articulará seu grupo de estudos em Curitiba. Faremos o CEL no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná, às 18:30, na sala 205 da Psicologia.

Assim como no ano de 2016, estaremos nos encontrando na última terça-feira de cada mês, discutindo vários temas relevantes para os movimentos sociais, para a esquerda e para o anarquismo. EXCEPCIONALMENTE O PRÓXIMO ENCONTRO ACONTECERÁ NO DIA 17 DE OUTUBRO – TERÇA-FEIRA.

Neste encontro do CEL iremos debater a luta das mulheres e o anarquismo. Para isso discutiremos a intersecção entre gênero, raça e classe e a importância de os movimentos sociais defenderem pautas feministas e não reproduzirem qualquer tipo de opressão.

  • Não há Socialismo sem Feminismo! – Coletivo Quebrando Muros
  • O legado da escravatura: bases para uma nova natureza feminina – Capítulo I de Mulher, Raça e Classe – Angela Davis
  • Recusando Esperar: Anarquismo e Interseccionalidade – Deric Shannon e J. Rogue

Baixe aqui: CEL VI

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1172826549483508/

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite: https://anarquismopr.org/grupos-de-estudos-libertarios/

Venha participar!

 

[LONDRINA] Centenário de Greve Geral de 1917 – NOVA DATA

No dia 24 de outubro de 2017, terça-feira, às 18:30, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) e o Coletivo Ação Direta (CAD) farão um evento em Londrina, no Anfiteatro do Centro de Letras e Ciências Humanas (CCH) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre o centenário da histórica Greve Geral que aconteceu no Brasil em 1917.

No evento, vamos falar sobre aquele grande movimento de luta da classe oprimida no Brasil e no Paraná; lembrar das vitórias, erros, acertos e conflitos da época; destacar os acúmulos daquelas lutas e as lições que podemos tirar para o presente.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/120843335262485

QUANDO: 24 de outubro de 2017, terça-feira, às 18:30
ONDE: Anfiteatro do Centro de Letras e Ciências Humanas (CCH) da Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Este evento ocorrerá em outras cidades do Paraná neste ano, como em Curitiba e Matinhos.

Aguardamos todas as pessoas interessadas!

ADIADO – [CURITIBA] 6º ENCONTRO DO CÍRCULO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (CEL) – NA TERÇA (03/10/2017)!

**EVENTO ADIADO**

ATENÇÃO: infelizmente, por motivos de força maior, teremos que *ADIAR* o nosso encontro. Lamentamos o imprevisto e em breve publicaremos a nova data em que realizaremos nossa atividade.
Contamos com a compreensão de todas e todos!

Anarquismo Social, Gênero e Feminismo

Na terça-feira, 03 de outrubro, o CALC articulará seu grupo de estudos em Curitiba. Faremos o CEL no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná, às 18:30, na sala 205 da Psicologia.

Assim como no ano de 2016, estaremos nos encontrando na última terça-feira de cada mês, discutindo vários temas relevantes para os movimentos sociais, para a esquerda e para o anarquismo. COM EXCEÇÃO DO PRÓXIMO ENCONTRO, QUE ACONTECERÁ NA PRIMEIRA TERÇA DE OUTUBRO. 

No dia 26 de setembro, última terça-feira de setembro, o agrupamento de tendência Coletivo Quebrando Muros promoverá encontro do Grupo de Estudos em Autogestão (GEA) sobre Greve Geral. 18:30, sala 405, D. Pedro II, Reitoria UFPR. Evento: https://www.facebook.com/events/1743451099289355

Neste encontro do CEL iremos debater a luta das mulheres e o anarquismo. Para isso discutiremos a intersecção entre gênero, raça e classe e a importância de os movimentos sociais defenderem pautas feministas e não reproduzirem qualquer tipo de opressão.

  • Não há Socialismo sem Feminismo! – Coletivo Quebrando Muros
  • O legado da escravatura: bases para uma nova natureza feminina – Capítulo I de Mulher, Raça e Classe – Angela Davis
  • Recusando Esperar: Anarquismo e Interseccionalidade – Deric Shannon e J. Rogue

Baixe aqui: CEL VI

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/345797205847967

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite: https://anarquismopr.org/grupos-de-estudos-libertarios/

Venha participar!

 

EVENTO ADIADO – [LONDRINA] Centenário de Greve Geral de 1917

EVENTO ADIADO. Devido a problemas com reserva do anfiteatro, remarcaremos o evento para outubro.

EM BREVE MAIS INFORMAÇÕES.

No dia 29 de setembro de 2017, sexta-feira, às 18:30, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) e o Coletivo Ação Direta (CAD) farão um evento em Londrina, no Anfiteatro do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre o centenário da histórica Greve Geral que aconteceu no Brasil em 1917.

No evento, vamos falar sobre aquele grande movimento de luta da classe oprimida no Brasil e no Paraná; lembrar das vitórias, erros, acertos e conflitos da época; destacar os acúmulos daquelas lutas e as lições que podemos tirar para o presente.

QUANDO: 29 de setembro de 2017, sexta-feira, às 18:30
ONDE: Anfiteatro do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Este evento ocorrerá em outras cidades do Paraná neste ano, como em Curitiba e Matinhos.

Aguardamos todas as pessoas interessadas!

No Batente #7 – 100 anos da Greve Geral

Este é o sétimo número do jornal No Batente, órgão de informação e análise do Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC). Ficamos felizes por mais uma edição poder chegar aos companheiros e companheiras de luta!

Nesta edição, lançada em julho/agosto de 2017, homenageamos os 100 anos da Greve Geral de 1917 no Brasil, relembramos a histórica onda de ocupações de escolas secundárias no Paraná em 2016 e colocamos elementos sobre os 5 séculos de resistência dos povos originários no Brasil e mais.

Leia o no BATENTE #7 clicando no link – NO BATENTE #7 – ou na imagem acima.