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[LONDRINA] O Que é Anarquismo? & Especifismo: A Organização Política Anarquista na América do Sul

O Que é Anarquismo? & Especifismo: A Organização Política Anarquista na América do Sul

No dia 19 de julho de 2017, quarta-feira, às 19 horas, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) fará um evento em Londrina, no Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA), Sala 931, Universidade Estadual de Londrina (UEL) sobre o que é anarquismo e sobre o especifismo (concepção de organização anarquista que o CALC se vincula).

Este será um dos eventos que o CALC realizará em Londrina, assim como em outras cidades do Paraná.

Iremos fazer o encontro com base na discussão de alguns textos e o debate será aberto.

Textos Base:

– O que é Anarquismo? – Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), Revista Socialismo Libertário, nº 3.

– Especifismo organização anarquista – Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ)

Baixe em: O que é Anarquismo e Especifismo

Evento no Facebook:     https://www.facebook.com/events/641733209362296

Aguardamos todas as pessoas interessadas!

[CAD] EM DEFESA DE UMA GREVE GERAL COMBATIVA FEITA PELA BASE – COMUNICADO COLETIVO AÇÃO DIRETA

Via Coletivo Ação Direta – https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1647150221971242&id=1167634203256182&substory_index=0

O governo Temer desmancha dia após dia, atolado em denúncias e escândalos de corrupção, que compõem o DNA do Estado burguês, isso sem contar a impopularidade que faz parte do seu governo. Agora, até mesmo os setores que compõem o capital financeiro, que apoiaram incisivamente o governo Temer após o golpe parlamentar de 2016, estão abandonando o barco que afunda cada vez mais. E mais importante e, talvez decisivo, é o fato de que o Governo Temer tem falhado ao agir de acordo com os interesses do Capital – Temer tem demorado demais para atingir o objetivo das classes dominantes de aprovar as “reformas” trabalhista e previdenciária. Isso explica, ao menos parcialmente, a ampla divulgação do envolvimento do Presidente da República no escândalo de corrupção da JBS nos meios da grande mídia.

Agora, qual a saída para a classe trabalhadora, diante de todo esse contexto de crise política, econômica e da iminência da perda de direitos sociais e trabalhistas, conquistados historicamente com muita luta?

Para os setores que representam o projeto de capitalismo de Estado, ou seja, o bloco representado pelo PT, PCdoB e suas linhas auxiliares, a saída consiste na realização de eleições diretas. Ou seja, a saída, para esse setor, é institucional, mesmo diante da exposição da natureza profundamente corrupta e alienante do Estado burguês, exposta de ponta a ponta. Ainda, munido de profunda desonestidade e aproveitando da agitação e mobilização nacional da classe trabalhadora, o setor do social-liberalismo lança essa campanha das “diretas já” na cola do projeto de construção da Greve Geral, como se fossem esses os interesses da base – a qual sequer foi consultada para tal. Cabe apontar que as “diretas já” também foram defendidas por setores conservadores e apoiadores do neoliberalismo e da austeridade fiscal – todas, sem exceção, englobadas pelo governo Temer, tão criticado pelo bloco social-liberal – como a Juventude do PSDB, no 55º Congresso da UNE, e também pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), cujo governo que durou de 1994 até 2002 massacrou a classe trabalhadora, privatizou empresas construídas com o dinheiro do povo e destruiu direitos sociais. Mais ainda, os social-liberais ignoram totalmente a materialidade dos fatos ao negligenciar os resultados das eleições municipais de 2016, já que a direita assumiu a liderança em diversas cidades e em capitais importantes – isso sem contar que o número de votos nulos, brancos e abstenções bateram recordes, ganhando em mais de nove (9) capitais no Brasil. A classe trabalhadora não vê perspectiva pela via eleitoral.

Visto que a proposta do bloco social-liberal só atende aos interesses de seus próprios partidos e de setores conservadores, ou até mesmo de segmentos fascistas (Jair Bolsonaro conta com 16% das intenções de voto para Presidência da República), a proposta defendida pelos partidários da luta popular radical, ou seja, feita pelo povo e para o povo, consiste na construção de uma Greve Geral Combativa feita pela Base, por tempo indeterminado, ou, até que sejam revogadas todas as propostas de “reformas” que atacam os direitos da classe trabalhadora, dos estudantes, dos aposentados, enfim, em síntese, do povo brasileiro.

É fundamental pontuar que não se pode esquecer da importância dos sindicatos para a classe trabalhadora. Os sindicatos devem ser meio de organização das forças dos trabalhadores, de defesa dos seus interesses e moldados de tal forma que seus atos sejam postos em prática pelos trabalhadores e para os trabalhadores. Sem qualquer subordinação a qualquer partido, governo ou patrão. Hoje, a base deve por em prática a Greve Geral mais do que nunca, e tem enfrentado resistência das lideranças – os parasitas da burocracia sindical, que agem por interesses privados, nocivos à classe trabalhadora. Devemos exigir autonomia para os sindicatos imediatamente. O sindicato existe em razão da base, sem autonomia, a luta estará perdida.

EM DEFESA DA AUTONOMIA DA CLASSE TRABALHADORA!
POR UMA GREVE GERAL COMBATIVA, FEITA PELA BASE!
MORTE ÀS CONTRARREFORMAS!
LUTAR, CRIAR PODER POPULAR!

[CURITIBA] 4º ENCONTRO DO CÍRCULO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (CEL) – NA PRÓXIMA TERÇA (27/06/2017)!

Anarquismo : Críticas e Propostas

Na próxima terça-feira, 27 de junho, o CALC articulará seu grupo de estudos em Curitiba. Faremos o CEL no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná, às 18:30, na sala 205 da Psicologia.

Assim como no ano de 2016, estaremos nos encontrando na última terça-feira de cada mês, discutindo vários temas relevantes para os movimentos sociais, para a esquerda e para o anarquismo.

Neste módulo, partimos da crítica aos nossos inimigos de classe, o Estado e o capitalismo, e apontamos para as bases que irão substituí-los na organização da sociedade futura. Estas bases também são o modo de organização que defendemos no seio dos movimentos sociais no presente: autogestão, federalismo e defesa do socialismo libertário.

  •  A Sociedade de Dominação e Exploração: Capitalismo e Estado – Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ)
  • Objetivos Finalistas: Revolução Social e Socialismo Libertário – Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ)

Baixe aqui: CEL IV

Evento no Facebook:                                                                               https://www.facebook.com/events/242056452957063

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite: https://anarquismopr.org/grupos-de-estudos-libertarios/

Venha participar!

[CURITIBA] 3º ENCONTRO DO CÍRCULO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (CEL) – NA PRÓXIMA TERÇA (30/05/2017)!

Anarquismo : Classes Sociais e Poder

Na próxima terça-feira, 30 de maio, o CALC articulará seu grupo de estudos em Curitiba. Faremos o CEL no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná, às 18:30, na sala 205 da Psicologia.

Assim como no ano de 2016, estaremos nos encontrando na última terça-feira de cada mês, discutindo vários temas relevantes para os movimentos sociais, para a esquerda e para o anarquismo.

Este módulo tem como finalidade expor o entendimento que os anarquistas (da vertente de massas) têm dos sujeitos revolucionários, sendo a concepção destes distinta das demais correntes do socialismo por negar o exclusivismo “proletário”. Num segundo momento, buscaremos estabelecer a noção de poder para os anarquistas e a sua proposta de organização.

Os textos base são:

Da periferia para o centro sujeito revolucionário e transformação social – Felipe Corrêa

Nossa concepção de poder popular – Artigo teórico elaborado pela Coordenação Anarquista Brasileira para o primeiro número de sua revista Socialismo Libertário, publicado em junho de 2012.

Baixe aqui: CEL III

Evento no Facebook:                                                                 https://www.facebook.com/events/1029784893819185

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite: https://anarquismopr.org/grupos-de-estudos-libertarios/

Venha participar!

[FAG] ELITISMO E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA NA UFRGS!

Viemos a público denunciar a situação de perseguição política e assédio moral por parte da UFRGS à companheira Lorena Castillo, estudante de Geografia da Universidade e militante da nossa Organização.

De forma arbitrária, impositiva e sem direito a defesa, a UFRGS quer desligar a companheira da Universidade alegando uma renda que a companheira não possuía e não possui. Tudo isso depois da Ufrgs perguntar seu vínculo militante com a FAG, perguntando que “cargo” ela teria e se recebia alguma remuneração por isso. Uma clara situação de assédio moral!

A companheira conseguiu realizar sua matrícula no ano passado após a Universidade colocar uma série de obstáculos e constrangimentos. Está sofrendo o que muitos outros/as estudantes que entraram através das cotas raciais e para estudantes de escola pública com baixa renda vem sofrendo ao terem suas documentações questionadas e suas vidas vasculhadas sem nenhum respeito. Já no segundo semestre e em época de provas, a companheira recebe o resultado de um processo de revisão da análise socio-econômica que a excluiria do quadro discente da UFRGS. Além disso, há no processo a omissão de informações que a companheira passou e informações forjadas pela Universidade (como sua renda).

Repudiamos a postura da Universidade e dizemos em alto e bom som: A FEDERAÇÃO ANARQUISTA GAÚCHA NÃO TEM E NÃO ADMITE FUNCIONÁRIOS! NOS AUTOSSUSTENTAMOS SEM SUBVENÇÃO ESTATAL NEM PATRONAL!

Exigimos um posicionamento público por parte da Reitoria sobre as recorrentes situações de assédio moral e desrespeito com os cotistas, com a nossa companheira e a imediata suspensão de seu desligamento.

UFRGS RACISTA E ELITISTA!
NENHUMA PERSEGUIÇÃO POLÍTICA SEM RESPOSTA!
SOLIDARIEDADE A LORENA CASTILLO!

Federação Anarquista Gaúcha – FAG

SÓ A LUTA POPULAR DECIDE!

SUPERAR O PETISMO E A BUROCRACIA NA ESQUERDA. SÓ A LUTA E A ORGANIZAÇÃO TRANSFORMAM A REALIDADE!

“O que podemos e devemos marcar agora e sempre é um espírito de luta e solidariedade irredutível, encarnado nas práticas sociais que fortalecem o movimento popular. A ação direta como fator de luta de classe contra o capitalismo e todas suas formas de opressão. A mais ampla participação popular como princípio de ação política de combate aos usurpadores burocráticos das organizações de base.”
Coordenação Anarquista Brasileira – CAB
http://wp.me/p1atVe-Wn

Pela Independência de Classe!

SUPERAR O PETISMO E A BUROCRACIA NA ESQUERDA. SÓ A LUTA E A ORGANIZAÇÃO TRANSFORMAM A REALIDADE!

“Construíram assim, de forma sistemática, quase três décadas de uma cultura viciada em burocracia e recuada, de conciliação com patrões e acordos entre cúpulas de direções. Uma prática política que exclui as bases de atuarem diretamente nos processos de construção da luta, fazendo-as de massa de manobra para seus interesses eleitoreiros. E essa prática se manifesta tanto nas ruas quanto no interior dos organismos populares. Por isso, não haverá projeto combativo de mudança se a esquerda não superar o petismo e todas as formas de burocracia entranhadas nos movimentos e demais organismos sociais.”
Coordenação Anarquista Brasileira – CAB
http://wp.me/p1atVe-Wn

ELEIÇÃO É FARSA!

SUPERAR O PETISMO E A BUROCRACIA NA ESQUERDA. SÓ A LUTA E A ORGANIZAÇÃO TRANSFORMAM A REALIDADE!

“Ainda há quem defenda o projeto democrático popular, como se o Estado fosse neutro e se pudesse fazer mudanças por meio dele. Se agarram a um dogmatismo de que faltou o programa e o partido certo da esquerda para mudar a sorte dessa aventura. O velho desejo vanguardista e reformista de fazer um acordão eleitoral.”
Coordenação Anarquista Brasileira – CAB
http://wp.me/p1atVe-Wn

Organizações anarquistas do Sul do Brasil relembram a Greve Geral de 1917 e o 1º de maio em Joinville

Nos dias 29, 30 de abril e 1º de maio, delegações da Federação Anarquista Gaúcha, o Coletivo Anarquista Bandeira Negra e o Coletivo Anarquista Luta de Classe se reunem na AMORABI – Assossiação do/as Moradore/as e Amigo/as do Bairro Itinga, em Joinville/SC, para o 6º Encontro Regional Sul da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB). A partir de cada cidade em que temos atuação, foi momento de tirar análises e propostas para pensar a atuação anarquista em uma conjuntura que traz grandes desafios e urgências para as e os de baixo.

Discutimos a natureza do projeto político implementado nos últimos anos no país, os interesses das classes dominantes vinculadas ao capitalismo financeiro em nossa realidade, mas também a disposição para a luta e rebeldia nas classes oprimidas das quais fazemos parte. Nos encontramos imediatamente após o dia 28 de abril, data da greve geral mais expressiva das últimas décadas no país, onde vimos a força social do povo oprimido através das paralisações, piquetes, marchas e barricadas contra a Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista. Táticas fundamentais, resgatadas da longa tradição de luta do sindicalismo revolucionário e das demais lutas de ação direta em nossa história. A perspectiva de uma resistência popular que escape do controle do Estado, da mídia e dos burocratas ganha força, pressionando o governo e também gerando aprendizado de mobilização e combatividade no seio do povo.

No dia 1º de maio, as organizações do Paraná e Rio Grande do Sul participam do III Sarau 1º de Maio, uma iniciativa de resgate da memória de luta e rebeldia no Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras realizada na cidade de Joinville há alguns anos. Nesse ano, o tema do sarau foi os 100 anos da Greve Geral de 1917, período em que muitos direitos do nosso povo foram conquistados através da ação direta. Uma data para lembrar, também, que o anarquismo foi uma força política fundamental na construção de métodos e de uma estratégia de ruptura radical com o capitalismo, o racismo e o patriarcado em solo brasileiro, assim como em boa parte da América Latina.

Enxergamos com entusiasmo a participação ativa das e dos anarquistas de nossa época em dezenas de cidades onde a greve geral parou os locais de trabalho, produção e locomoção, causando impacto no poder econômico e político. Com muita humildade frente a nossas limitações e longo caminho a percorrer, nos reconhecemos e inspiramos com aquelas e aqueles anarquistas que deram seus melhores sonhos na Greve Geral de 1917 e em todas as lutas pela emancipação do povo pobre na história do Brasil e da América Latina.

MEMÓRIA É LUTA!
VIVA A GREVE GERAL DE 1917!
VIVA O 1º DE MAIO DAS CLASSES OPRIMIDAS!

Federação Anarquista Gaúcha/CAB
Coletivo Anarquista Bandeira Negra/CAB
Coletivo Anarquista Luta de Classe/CAB

[CAB] 28 de Abril: Greve Geral nacional e a demonstração de força da classe oprimida

https://anarquismo.noblogs.org/?p=735

Ontem, 28 de abril de 2017, foi um dia de grande importância para a luta da classe oprimida do país. A resistência frente às políticas de ajuste fiscal e de corte nos direitos representado pelas reformas da previdência e trabalhista se fez sentir em todos os estados e em milhares de cidades brasileiras. Paralisações, piquetes, bloqueio de vias públicas e rodovias estaduais e federais com pneus em chamas, marchas unitárias e enfrentamentos com as forças da repressão deram o tom das mobilizações.


Participaram estudantes do ensino básico e superior, professores municipais, estaduais e federais, trabalhadores do transporte (rodoviários, metroviários), metalúrgicos, trabalhadores da saúde, limpeza e municipários em geral, trabalhadores da construção civil, comerciários, bancários, trabalhadores dos correios, indígenas, lutadores sem teto e sem terra, moradores de periferias e uma série de outros segmentos dos de baixo. Informações dão conta de que a greve geral de hoje contou com uma importante participação de setores do operariado em regiões como ABC paulista, Curitiba, Manaus e Belo Horizonte. A seu modo, cada segmento da nossa classe contribuiu com uma semente de luta e ação direta na jornada de luta do dia de hoje.

O dia não passou sem confrontos. As polícias militares de vários estados agiram com truculência reprimindo as iniciativas de mobilização. Foi assim em SP onde houve detenções de lutadores do MTST e repressão; no RJ onde a repressão brutal caiu com força sobre os manifestantes na saída da mobilização em frente à Assembleia Legislativa do RJ (ALERJ) e em outras partes do centro da cidade; no RS em que a Brigada Militar dispersou com bombas de gás piquetes em garagens de ônibus e em vias públicas ou com a agressão da guarda municipal de Porto Alegre contra colegas municipários que trancavam a entrada da prefeitura.

Michel Temer se pronunciou de forma breve apenas no final do dia. Criticou o trancamento das vias públicas e disse que a “modernização” do país seguirá, fazendo pouco caso da luta de hoje. Seu Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, foi além e disse que a greve geral teria sido um fracasso, ignorando, assim como a grande mídia, a envergadura do conjunto de mobilizações a nível nacional. Mídia essa que segue martelando a necessidade das reformas e mentindo descaradamente sobre seu conteúdo.

Sabemos dos limites do conjunto do movimento sindical, do papel nefasto cumprido pelas burocracias sindicais na desorganização da nossa classe, mas apostamos em dias como o de hoje para nos colocarmos em movimento, experimentando a solidariedade e a ação direta de forma concreta e plantando sementes de Poder Popular. No RS, SC, PR, MT, SP, RJ, MG, AL, PA e CE a militância das Organizações da CAB tomou seu posto de luta em cada frente social e iniciativa direta dos e das de baixo que pudemos participar. A Greve Geral do dia 28, sabemos, ainda não é a reposta a altura e merecida dos governos e patrões na atual correlação de poder. Mas foi uma demonstração inegável do poder e da capacidade da classe oprimida em colocar um freio na sanha dos capitalistas e seus lacaios. É na luta e na ação direta que se cria Poder Popular e Rebeldia!

Rumo a um 1º de Maio de Memória, Luta e Resistência!
Contra o ajuste e a repressão, Luta e Organização!
Coordenação Anarquista Brasileira – CAB