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Saudações do CALC/CAB aos 60 anos da Federação Anarquista Uruguaia (fAu)

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“Hay un solo caminho, hay una sola manera de vivir, sin vergüenza: peleando, ayudando a que la rebeldia se extienda por todos lados, ayudando a que se junten el perseguido y el hombre sin trabajo, ayudando a que el “sedicioso” y el obrero explotado se reconozcan como compañeros, aprendan luchando, que tienen por delante un mismo enemigo…”

Alberto “Pocho” Mechoso 

O Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC), organização integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), saúda a comemoração dos 60 anos da Federação Anarquista Uruguaia (fAu)! A fAu cumpriu e cumpre papel determinante na formação do CALC, assim como na criação e desenvolvimento das várias organizações anarquistas especifistas que hoje compõe a CAB, no Brasil.

O CALC se organiza publicamente no estado do Paraná, Região Sul do Brasil, desde o ano de 2010. Com a influência das organizações que na época construíam o Fórum do Anarquismo Organizado (FAO), que em 2012 deu espaço para a fundação da CAB, e com a influência da Federação Anarquista Uruguaia, pudemos fundar uma organização anarquista especifista neste local de muita tradição de luta social.

Estamos envolvidos em vários movimentos e lutas sociais desde nossa fundação, contando muito com o desenvolvimento ideológico, teórico e estratégico que a fAu construiu nos últimos 60 anos. Sem toda a produção teórica e o desenvolvimento organizacional elaborado desde os anos 50 no Uruguai, não seria possível que nossa organização estivesse aqui hoje.

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Modestamente, o anarquismo organizado volta a estar presente nas lutas de nosso tempo nestas terras paranaenses. Nos últimos anos, com esforço, trabalho e inserção social, estamos humildemente em bairros, comunidades, sindicatos, escolas, hospitais, universidades, na cidade, campo e floresta. Lutando desde baixo e à esquerda, marcados sempre pelo exemplo da fAu, estivemos em algumas das marcantes lutas recentes no Brasil, hasteando nossas bandeiras rubro-negras: Jornadas de Junho de 2013; luta contra a privatização (EBSERH) do maior hospital público do Paraná; lutas contra o corte de direitos no funcionalismo público e Massacre de 29 de Abril de 2015; e atualmente no processo de mais de 800 ocupações de escolas no estado.

A atual mobilização da classe oprimida, especialmente dos estudantes secundaristas, contra reforma do Ensino Médio e ataques à educação e saúde pública marcam todo o Brasil, e desde o Paraná, seguimos firmes na luta por nossos direitos e vidas dignas!

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Para além das lutas sociais, também modestamente, fazemos um esforço para disseminarmos nossa ideologia, a partir da propaganda anarquista. A mais de 10 anos temos vendido livros anarquistas neste local e, desde 2015, lançamos a Livraria Anarquista Alberto “Pocho” Mechoso em homenagem ao grande militante da Federação Anarquista Uruguaia!

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Saudamos os 60 anos da fAu e agradecemos esta organização por tudo o que construiu e contribuiu para o desenvolvimento do anarquismo especifista e da luta popular. Em memória de todas as companheiras e companheiros que tombaram na luta pelo socialismo e liberdade! Viva a luta dos/das de baixo por um mundo justo e igual!

Viva a Federação Anarquista Uruguaia!

Viva o Anarquismo Especifista!

Viva a Luta dos/das De Baixo!

Arriba lxs que luchán!

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[OASL] Luta e Organização na Ocupação das Escolas em São Paulo

Retirado de: http://anarquismosp.org/2015/12/04/luta-e-organizacao-na-ocupacao-das-escolas-em-sao-paulo/

Em resposta ao projeto de “reorganização escolar” do governo do estado de São Paulo, que previa, dentre outras medidas, o fechamento de 94 escolas, teve início um processo de luta e organização dos estudantes com a ocupação de escolas. Começando entre 9 e 10 de novembro com a Escola Estadual Diadema (Diadema – SP) e a Escola Estadual Fernão Dias Paes (São Paulo – SP), o processo teve continuidade com uma sequência de mobilização e novas ocupações, que envolveu mais de 220 escolas em menos de 20 dias e se alastrou na capital e em outras cidades do estado. Depois de uma série de ações de rua, que contou com marchas e trancamentos de vias públicas, e sofrendo enorme repressão por parte do governo, houve, enfim, um recuo por parte do inimigo.

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O projeto de “reorganização escolar” e as ocupações de escolas

No Brasil, o sucateamento da educação pública não é novidade. Inclusive, há significativa contribuição da esfera federal para tanto, contrariando o mito da “pátria educadora” do governo Dilma Rousseff (PT). Essa precarização se estende pelo país, marcando estados e municípios, independente das siglas no poder.

O estado de São Paulo foi escolhido como base para uma experiência “reorganizativa”, proposta pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB), e que deve depois ser estendida para outros estados. A proposta de reorganização tem como eixo central a divisão das escolas por ciclos: Fundamental I, Fundamental II e Médio. O fechamento das escolas é uma das consequências imediatas desta proposta.

Se realizada, a reorganização escolar terá grande impacto na vida de muitas pessoas (por exemplo, o governo fala na transferência de 340 mil alunos) e, mesmo assim, até o momento não foi discutida com alunos, pais, professores, funcionários e comunidade.

Os envolvidos sofrerão gravemente, especialmente com os problemas de logística e vínculos. Os alunos terão que se deslocar ainda mais; os custos com o transporte escolar deverão aumentar; irmãos, parentes e vizinhos que vão juntos à escola (pais levando filhos, mais velhos levando mais novos) terão suas idas e voltas complicadas; laços afetivos entre a comunidade escolar serão quebrados.

Outras consequências, que contribuirão com o aumento do sucateamento da educação, são: diminuição no investimento neste setor, continuidade dos baixos salários e das condições precárias de trabalho e de estudo, incentivo ao modelo empresarial de gestão, salas de aula mais cheias, demissões de trabalhadores temporários e terceirizados (em razão da redução de aulas atribuídas e do menor número de escolas), maior probabilidade de privatização e terceirização (por meio de parcerias público-privadas e outros meios), menos e mais precários cursos noturnos e de Educação de Jovens e Adultos.

Como se isso não bastasse, o projeto da reorganização, conseguido pelo jornal Estado de São Paulo com base na lei de acesso à informação, visto que ele não era público, vem sendo altamente criticado por especialistas, não apenas pelos motivos colocados, mas inclusive pelo que diz respeito a seus aspectos técnicos.

As mais de 200 ocupações são protagonizadas, principalmente, por estudantes do Ensino Médio, que têm de 15 a 18 anos. Eram, inicialmente, estudantes das escolas que seriam fechadas, e se somaram a outros ao longo da mobilização. Ganhando muito apoio ao longo das últimas semanas e contando com o envolvimento de diferentes pessoas e organismos para além dos secundaristas e mesmo do universo escolar, as ocupações evidenciam uma heroica resistência dos estudantes ao projeto de reorganização do governo. Num cenário que não era comum pelo menos desde a ditadura, os secundaristas são protagonistas no movimento estudantil.

As ocupações são realizadas, em geral, a partir da articulação de estudantes, com apoio de professores, funcionários etc., e da tomada do espaço de ensino. Com os portões sendo trancados pelos ocupantes, as escolas se transformam imediatamente em espaços democráticos de luta. Em praticamente todas as ocupações, as decisões são tomadas em assembleias com a participação daqueles diretamente envolvidos. A hierarquia e a subserviência, características do ambiente da escola formal, são postas de lado. Tanto para a articulação da ocupação quanto para a difusão de informações, as redes sociais e os dispositivos tecnológicos são bastante usados.

Os estudantes permanecem nas escolas em acampamentos improvisados, cuidando de sua manutenção (serviços de limpeza, segurança etc.) e também de seu dia-a-dia, que inclui uma rotina bastante ativa com inúmeras atividades. Além de aulas e discussões sobre temas mais vinculados ao universo da educação formal, têm acontecido debates, exposições, atividades físicas, de lazer entre outras. Como alguns poucos exemplos da rica diversidade desta movimentada rotina, podemos citar: debates sobre a Revolta dos Pinguins chilena e a Revolução Curda que atualmente ocorre em Rojava; aulas públicas sobre a educação no Brasil e em São Paulo; formações sobre a questão de gênero e o feminismo; debates sobre formas alternativas de educação; oficinas de mídia alternativa; conversas com movimentos populares; aulas de circo, de dança, de teatro e jogos coletivos. Fora dos portões das escolas, outras ações têm sido encampadas, marcadamente as marchas pela cidade e o trancamento de ruas e avenidas.

Ocupando e resistindo desde a base!

A partir de Junho de 2013, observamos uma mudança rápida na cultura política de São Paulo, que tornou a entender que política para a transformação não se faz nas urnas, mas nas ruas. Os saldos daquela experiência estão muito presentes no atual cenário político e vão desde o fortalecimento de setores conservadores até o surgimento e o fortalecimento de movimentos autônomos.

Por um lado, Junho significou um avanço da direita, que deu as caras com mais virulência e, percebendo que não estava em baixo número, começou a radicalizar em discurso e prática. Por outro lado, entendemos que também houve progressos importantes para a luta popular. Podemos observar isso na radicalização das lutas mais recentes, como a greve dos garis no carnaval do Rio de Janeiro, a greve dos metroviários nas vésperas da Copa e, em 2015, a greve de 92 dias das professoras e professores do estado de São Paulo.

Usufruindo de aspectos relevantes do modo de operar do Movimento Passe Livre (MPL), agente central das mobilizações de Junho, jovens ocupantes têm priorizado a ação direta combativa e sustentado um processo organizativo pautado na autonomia em relação aos partidos e ao governo, assim como na forma horizontal para as tomadas de decisão.

A influência deste modelo de luta tem explicação, seja pela presença de militantes que o defendem nas ocupações, pelo trabalho de base que tem sido realizado nos últimos anos, ou mesmo pela exaustiva (ainda que muitas vezes distorcida) difusão dos princípios do MPL no contexto de Junho de 2013. Muitos dos jovens agora mobilizados se envolveram e criaram referências na luta durante os atos contra o aumento da tarifa.

A luta das ocupações tem sido inspiradora e reconfortante para todas as pessoas que desejam uma sociedade mais igualitária e libertária. A maneira como ela vem acontecendo é exemplar. Por meio de sua própria experiência, as ocupações de escolas fazem uma crítica tanto à direita conservadora quanto à esquerda burocrática e governista. E mesmo sofrendo os efeitos da guerra promovida pelo governo, com repressão e criminalização, assim como as consequências da manipulação midiática, os estudantes mostram que existe um caminho.

Se este caminho encontra na ação direta e na autonomia alguns de seus princípios organizativos, ele constitui, ao mesmo tempo, um marco que, nos termos dos zapatistas, se encontra abaixo e à esquerda. Ou seja, ele envolve um projeto de classe, dos oprimidos, que tem como horizonte a diminuição da desigualdade para os de baixo.

Entretanto, esse caminho não é aquele que a quase totalidade da esquerda tem adotado desde os anos 1980 — o das eleições, das burocracias sindicais, estudantis e, mais recentemente, do apoio ao governo. Estamos falando de um caminho de auto-organização das classes oprimidas, de protagonismo da base nas lutas, de ação direta combativa, de processos decisórios compartilhados.

Nessa estrada da luta e da organização, as ocupações de São Paulo acabaram de conquistar um recuo por parte do governo Alckmin, que anunciou que suspenderá a reorganização e discutirá com as escolas a melhor maneira de proceder. É a vitória de uma batalha no contexto de uma guerra mais ampla. Parece improvável que esse recuo seja realmente o início do engavetamento do projeto de reorganização e a vitória definitiva do movimento. Ele pode muito bem ser apenas uma estratégia do governo para desmobilizar o movimento e ganhar tempo, avançando no projeto reorganizativo mais adiante.

De qualquer maneira, entendemos que este recuo deve ser comemorado pelo movimento como uma vitória, ainda que parcial, assim como o afastamento do secretário de educação do estado Herman Voorwald, que se destacou no último período pela sua hostilidade à educação pública e aos trabalhadores em educação.

Devemos entender que não somente a vitória contra a reorganização não está garantida, mas que a luta pela educação é mais ampla e, por isso, a luta e a organização precisam continuar. As ocupações geraram faíscas que acenderam um imenso fogo de resistência em São Paulo. Agora é não deixar esse fogo apagar e tentar aumentar o incêndio. Continuar lutando e organizando, enfrentando a repressão, a difamação e impor aos inimigos outras derrotas. Que o atual movimento das ocupações e todos envolvidos possam se somar a outros setores num projeto transformador de maior envergadura! Que possam contribuir diretamente com um amplo projeto de poder popular!

Prestamos aqui todo o nosso apoio às ocupações de escolas. Pretendemos dar continuidade, ombro a ombro, aos nossos trabalhos de luta e organização, assim como à nossa constante disposição para contribuir!

Damos também nosso completo apoio à pauta unificada que foi apresentada pelo Comando das Escolas Ocupadas, em especial: o cancelamento da reorganização; nenhum fechamento de escola, sala ou ciclo; um cronograma de discussões públicas para debater de forma clara e verdadeira o sistema de ensino; punição dos policiais que reprimiram os manifestantes; nenhuma punição ou criminalização ao pais, alunos, funcionários, professores e apoiadores da luta.

Aderimos ao ato convocado pelo Comando para a próxima 4a feira, 9 de dezembro, no vão do MASP às 17h! E aproveitamos para convidar toda a companheirada para participar!

Solidariedade irrestrita às ocupações!

Lutar, criar, poder popular!

Arriba l@s que luchan!

OASL/CAB

04/12/2015

[FAG] Basta de violência misógina da Brigada Militar!

Retirado de: https://www.facebook.com/FederacaoAnarquistaGaucha/photos/a.376527272358837.94284.302156596462572/1094620337216190/?type=3&theater

As mulheres da Federação Anarquista Gaúcha – FAG repudiam as ações de repressão e violência que aconteceram na noite de ontem na Feira do Livro Feminista e Autônoma de Porto Alegre, onde muitas mulheres foram gravemente agredidas pela policia (Brigada Militar), dentre elas mulheres grávidas.

Vivenciamos um contexto em que o Estado tira de nós o direito de decidir sobre nossos corpos, legitimando a cultura machista misógina e a violência escancarada diariamente contra as mulheres. Justamente em um momento em que o feminismo está em evidência, tanto quanto por parte de ações “favoráveis” e contrárias, diversos projetos de lei que restringem nossos direitos, dentro eles, o que criminaliza o direito ao aborto à mulheres que foram vítimas de estupro, vivenciamos mais essa violência às mulheres no dia de ontem.

As violações às mulheres ocorrem, na maioria dos casos, dentro de nossas próprias casas enquanto o Estado ainda criminaliza o uso de pílula do dia seguinte, por exemplo, quando sabemos que estas leis atingem diretamente as mulheres pobres, pois são elas que seguem morrendo às pencas em clínicas clandestinas por procedimentos violentos e precários.

Na semana em que se pauta o tema na redação do ENEM “A persistência da Violência contra a Mulher” e polêmicas percorrem diversos setores da sociedade brasileira, ações como essa reforçam a necessidade de debater e combater o machismo historicamente enraizado em nossa sociedade patriarcal.

Numa iniciativa independente, como foi a constituição da Primeira Feira do Livro Feminista e Autônoma de Porto Alegre, uma sequência de atos de violências e provocações percorreram todos os dias do evento e culminaram com o desfecho de agressão, violação e perseguição do movimento de mulheres.
Nós enquanto anarquistas e feministas nos colocamos em solidariedade irrestrita à luta das mulheres. E por isso, reafirmamos que solidariedade é mais que palavra escrita e nenhuma agressão passará sem resposta. Nenhuma forma de criminalização da pobreza e do corpo da mulher será perdoada.

ARRIBA LAS QUE LUCHAN!
AS FOGUEIRAS SEGUEM ARDENDO E NÓS SEGUIMOS RESISTINDO!
QUEM NÃO PODE COM A FORMIGA, NÃO ATIÇA O FORMIGUEIRO!
PELO FIM DA POLÍCIA MILITAR!

Federação Anarquista Gaúcha (FAG)

[fAu] Contra el garrote y la represión! A nutrir la Resistencia con Solidaridad

Retirado de: http://federacionanarquistauruguaya.com.uy/2015/10/07/contra-el-garrote-y-la-represion-a-nutrir-la-resistencia-con-solidaridad/

Contra el garrote y la represión! A nutrir la Resistencia con Solidaridad

La lucha por la educación y la constante solidaridad de todos los tiempos.

Se ha perpetuado por mucho tiempo ya, en la tolerancia del Poder Ejecutivo, la lucha por la educación en Uruguay. No esperaban esta respuesta en todo el Uruguay, y menos que salieran a la calle y sostuvieran las medidas de luchas los sindicatos de la Educación, un creciente movimiento estudiantil, muchos (todos) los sindicatos en solidaridad con Paros y Huelgas en solidaridad con la lucha para que la enseñanza crezca como inversión del país. Se suma en esto un vasto recorrido de organizaciones sociales, más una novedosa red de apoyo de padres y madres y organizaciones de los barrios junto a las zonales de los sindicatos han asumido los contra cursos que en todas las huelgas de esta rama del trabajo se imparten.

Es justo afirmar que una gran salida a la calle y a la lucha ha sido en respuesta a las medidas de embate contra los trabajadores y estudiantes que impartiera el poder ejecutivo colocándolos como servicios que debe cumplir con la esencialidad. Les había funcionado para destrabar y someter varias huelgas grandes como en la Salud y en los Municipales por asuntos de limpieza,  pero en este caso, contra esta lucha una importantísima parte de la población tomó esto como una gravísima agresión, incluso, a la democracia del propio modelo republicano. Fueron de a 5, 10, 20 miles, 50 miles,  una grandísima expresión de rumbo y horizonte que nuevamente a oídos y posturas de los gobernante parece no llegar a importar, ni mover un pelo.

Centrar en todos estos episodios de lucha por la educación la solidaridad brindada por todo el movimiento popular no sería algo desmedido. Porque fue una muchedumbre gigante en las movilizaciones con la presencia de los sindicatos con sus banderas y también con sus reclamos teniendo eco en el conjunto. Llegarían y están las ocupaciones de los liceos, están apoyando en la organización, y se suman con la solidaridad que más llena y más se puede comprender cuando se está peleando.

Esta solidaridad desde las raíces del movimiento obrero y popular ha sido la unión, ha sido la fuerza. ¿Qué sería de aquella categórica leyenda que reza que “la unión hace la fuerza”, o las de “el pueblo unido jamás será vencido”, y de la de “Obreros y estudiantes, unidos y adelante?. ¿Qué es lo que alimentó a centenas y millones de personas a movilizarse contra las guerras, por la revolución cubana, por los vascos rehenes del gobierno “máximo neoliberal” de Lacalle?. Sin ser cubanos, ni vascos, ni iraquíes, sin sentir nación alguna que no separe y sin calculadora política mediante a la hora de dar la entrega por ideales de justicia y libertad, allí la Solidaridad ha sido el motor de las resistencias de los de abajo, de los obreros, “de los pobres del mundo”.

Cuando la soberbia del “no te escucho” no alcanza.

Luego de una obscena soberbia, oído sordo, y autoritarismo por parte del poder ejecutivo, la Coordinadora de Estudiantes de la Enseñanza Media (CEEM) resuelve ocupar el edificio donde se encuentra ocupado el Consejo Directivo Central de la Administración Nacional de la Educación Pública (CODICEN). La organización del gremio reclamaba dialogo y el mismo mensaje complementario que todo el movimiento por la educación exigía. Desde el pasado viernes 18 se venía desarrollando esta medida que desde el día domingo fue comenzando a ser amedrentada por el grupo de coraceros  y la policía. El poder ejecutivo asumió una estrategia de diálogo que supuso dejar a los manifestantes sin alimentación ni recursos elementales tanto para sostener la medida como para la vida en sí. Éste es el lenguaje del gobierno, así es que él habla. El mismo lugar duro y frío que ocuparon sus peores anteriores sin capacidad de diálogo y buscando que sus emisarios de turno de las históricas castas burocraciales hicieran el trabajo sucio.

El día lunes 22 ya sería distinto. Durante la tarde ya comenzó un nuevo cordón represivo a instalarse conformado por el grupo de reserva táctica (GRT) de la guardia republicana dispuestos a desalojar el edificio a como fuera. En ese edificio funcionan además del CODICEN otras oficinas de organismos públicos como el Banco de Seguros del Estado y el Ministerio de Economía y Finanzas. Esto lleva a que mediante una misiva confusa del ministerio de trabajo y las fuerzas represivas, y en diálogo con su abogado los estudiantes acceden a desocupar las áreas que no tenían que ver directamente con el organismo de la enseñanza, y así  evitar un desalojo represivo en ese momento.

No importo nada, y así y con todas las demandas y señales de diálogos se comenzó firme y fuertemente a amedrentar a los ocupantes mediante gritos e insultos, sí, por parte de las fuerzas del orden y la seguridad. A pocas cuadras se estaba realizando una movilización por salarios de los sindicatos del transporte y allí acudieron militantes del sindicato del taxímetro, entre otros más de sindicatos de Profesores y Maestros, y más y más organizaciones y militantes que agotaron también su tolerancia al ver un brutal despliegue represivo contra la ocupación de muchachos y muchachas estudiantes de 16, 17 años, el gremio de la enseñanza media. Habían dicho que no desalojarían y de repente en un abrir y cerrar de ojos comenzó la represión, herramienta que bien le viene al gobierno en varios sentidos, entre otros para buscar culpables y comenzar la caza.

Y la solidaridad que es más que tinta en un papel puso firme su fuerza contra ese atropello. Si no hubieran estado allí estos sindicatos y gremios estudiantiles el resultado sería más lamentable aún. Si allí no se hubiera agolpado aquella muchedumbre que son más miradas y brazos, dispuestas a ver y controlar con otra cosa que no es más que Poder y Popular la represión que estaba el gobierno dispuesto a llevar adelante, si eso no hubiera ocurrido el campo estaría amplio y ancho, enteramente disponible para las bestias.

¿Quiénes son el GRT?, Una fuerza especial de choque, habrán varias y con cada gobierno inventarán otra más ética y más moral, y más republicana para enjuagar la imagen que el pueblo tiene de la policía y colocarla como incorruptible, democrática y leal. Pero popularmente son conocidos como coraceros. Nosotros que somos trabajadoras y trabajadores sabemos lo que son. Se conoce en toda la historia, pero particularmente a estos los conocemos levantando a los gurises y gurisas del barrio y dando palo en las comisarías. A esta fuerza la conocemos en los mega operativos que con las excusa de atacar al narco tráfico reprimen y apalean en los barrios donde vivimos, para encontrar 40 gr de marihuana. A estos los conocemos en las tribunas populares de los estadios dando palo y sable, gas y bala de goma contra las tribunas populares cuando la televisión no apunta. Y esos muchachos que ocuparon el CODICEN saben quiénes son estos también porque son muchachos de la educación pública y la lucha por su defensa.

El saldo de los forcejeos y apaleadas, de las pocas defensas que se pudieron ejercer para salir de esa bestialidad policial – coracera, fue de 12 compañeros presos con fuertes heridas, teniendo que ser intervenido uno de ellos por quebraduras en cráneo, más otras de piernas y brazos en otros compañeros. Tristísimo es que haya un disparate tan grande de diferencia de lenguas y lenguajes, por escribir de alguna manera, que desde un lado se reclama un justo diálogo y por el otro la respuesta es garrote y disciplina. Así hacen su democracia y su poder los de arriba, para eso están esos sillones, la policía y las cárceles.

La prensa amarilla, relamida por su status burgués, la misma que simboliza la lamentable periodista húngara Petra Lazslo que zancadilleara a un padre con su hijo, sirios y refugiados los dos, esa prensa colaboraría con otros garrotes. Son lo mismo acá y allá. Petra Lazslo, el diario El País y sus hijos devenidos en diferentes corsetes. Ellos salieron a atacar más que a la ocupación a la solidaridad. La culpa de las graves heridas, la represión, el terror infundido luego en todo el edificio contra la muchachada adolescente, los presos, y hasta el estado de la educación… de todo ello tendrían la culpa los sindicatos y sus militantes que concurrieron con sus fuerzas a trabar, a poner justa fuerza popular de solidaridad contra el evidente atropello represivo.

“La verdad”, la pura y exclusiva verdad sobre los hechos estaba encajada entre las opiniones de los diarios de la derecha y las férreas y tercas afirmaciones del ministro del interior quién se justificaba en filmaciones cortadas y manejadas, presentadas por los propios palo en mano. Sin abusos y dentro de lo normal fue el eje de la descripción, con todo lo viciado del asunto y justificando que no se golpeó a nadie porque las filmaciones de la policía no se lo mostraban, pero tampoco un mar de videos, fotografías y foto reportajes que han acompañado en buenísima parte las denuncias presentadas por maltrato. Eso no sirve como dato y como síntoma de sordera se arremete con leyendas anunciando que nada detendrá a la policía, que si se la agrede estará liberada a hacer los que sea “justo”. Esa luz verde como señal de confianza y buenos cimientos.

El corrugado camino de dimes y diretes del presidente de la Institución de Derechos Humanos y ex ministro de Interior Juan Faropa ha sido un entuerto en sí. La comunicación inmediata supuso una afirmación entera a lo sucedido y la forma de impartir el orden. Que todo sucedió con normalidad, que no existieron abusos con tan gigante miopía para ocultar lo flagrante. Ya existen hoy, a unos pocos días de esas palizas, producciones de video en redes y artículos en semanarios que confirmarían que Faropa reconoce ya en el lugar y momento de la represión los apaleos al abogado de los estudiantes y los abusos en general.

No tuvo en cuenta el ministro Bonomi, jamás, la voz de los sindicatos. Cerca de diez sindicatos y gremios estudiantil, todos los de la enseñanza más varios de otras ramas del trabajo que se fueron acercando manifestaron su total repudio a la represión desatada contra una justa lucha y colocando a la policía y al ministerio del interior como responsables de lo que allí sucedió. Las nuevas voces que se venían sumando no acumulaban la potencia necesaria para alcanzar el límite auditivo del poder ejecutivo, mientras éste continuaba arremetiendo contra los manifestantes.

Fue una constante agarrar el diario cada mañana o ver en el informativo las nuevas teorías y esquema de cómo las fuerzas del mal de los “ultra radicales” se organizaban y operaban. Una y otra teoría, todas las imágenes y videos se cortaban cuando comenzaba la guardia de coraceros a dar palo, más las producciones de recorte y pegue para decir la “verdad” del “gran hermano”.

Las listas y la luz verde para las detenciones ilegales.

Porque no solo con el tupé de detener y golpear compañeros, difamar y manosear lo sucedido, respaldar y felicitar el normal actuar de las fuerzas del orden, le bastó a esa arremetida tremenda contra la solidaridad mostrada por gente y compañeros y compañeras de abajo, trabajadores y trabajadoras, estudiantes, jubilados. No, no alcanzó, y comenzaron las citaciones a juez de los heridos de las palizas, de las personas que están denunciando que no se les prestó asistencia médica, a jóvenes con brazos quebrados, a compañeros y compañeras que se prestaron a sacar de aquel mar de palos, con los mecanismos que el impulso del momento les permitió, a varios jóvenes y adolescentes que eran reprimidos y perseguidos dentro del edificio del CODICEN.

En medio de las 3 citaciones legales se nucleó un buen número de compañeros y compañeras a las puertas del juzgado. Todo sería una jornada de solidaridad para con lo que se creía ya una alevosía. Pero no alcanzó con eso, la bestia iría por más.

Tal cual brigadas anti terrorismo, con pasamontañas, con vestimenta de particular y en autos comunes comenzaron las detenciones sin ningún papel ni orden oficial. Primero detuvieron a un compañero del  Sindicato del Taxi cuando con su compañera se dirigía a comprar algo para comer. Fue llevado a los servicios de inteligencia y de allí al juzgado, prácticas comunes luego que denotan la existencia de un plan, una lista y una impunidad tremenda para hacer a diestra y siniestra lo que entendiera necesaria.

Durante ese día también se intentó llevar detenido a un estudiante de la universidad frente a la concentración solidaria que se formó pero fue evitada por parte de los mismos manifestantes. Para el día siguiente son capturados de la misma forma dos militantes del sindicato del taxímetro también, uno de ellos cuando iba a trabajar y el otro compañero cuando se dirigía a la audición radial de su sindicato. Ya habían estado averiguando en los barrios, estaban buscando llevar de a goteo a militantes para procesar y mostrar así de forma más que autoritaria y arbitraria cuáles son los culpables.

Se llevan a más compañeros, y al finalizar la semana con un gran despliegue de cierre del paso con autos, pasamontañas, requisas de vehículos y más acciones propias de Hollywood que de un procedimiento contra gente desarmada que se dirigía a una asamblea, se llevan detenido al secretario general del Sindicato del Taxímetro.  Más de una decena de militantes, de la educación, del taxímetro, el abogado que hubiera sido apaleado, todos ellos procesados por Atentado Agravado, sin prisión y con un cumplimiento de 200 horas de trabajo.

Sin considerar la agresión sufrida, la desesperación al asistir a un escenario donde una bestialidad policíaca y represora asonaría contra una gremial estudiantil de secundaria, de adolescentes y jóvenes dispuestos a desalojar pacíficamente. Contra ellos y sin tener en cuenta las lastimaduras y heridas sufridas que no fueron provocadas por ángeles de las tinieblas sino por la guardia de coraceros a diestra y siniestra, contra la resistencia inmediata al ver que lo peor que pudiera ocurrir realmente iba acontecer, contra ese mecanismo hasta humanista se descargaron los fusiles del “atentado agravado”. ¿No será una legítima defensa?. Pero para ello habría que culpar a la policía, al agresor que agredió y lastimó, que quebró brazos y costillas y cabezas.

Pero nadie está solo, crecerá la solidaridad y a retomar la lucha por la educación.

La Institución de Derechos Humanos ya afirma que lo expresado por Faropa no es oficial y es personal, que no se harán cargo de ello ya que es evidente lo falaz de su contenido. El inmediato cerco de solidaridad prestado por varios sindicatos, y las movilizaciones, mítines, y escraches que se le han hecho a embajadas y consulados de Uruguay en la región y el mundo es una muestra.

Todo el tiempo un grueso número de compañeros y compañeras rodeó los juzgados por donde la justicia desfilaba a la compañerada. Las grandes movilizaciones por la educación y el cese a la persecución han tomado y crecerán en las calles. No son momentos para descarrilar el eje sabiendo que más solidaridad y lucha será necesaria para la educación que merece nuestro pueblo. También para continuar denunciando el apaleo y la represión de ese 22 de setiembre así como el desprocesamiento de los compañeros y compañeras. Hay un grueso caudal que ya ha salido a la calle y con represión más todas las trabas que quieran poner será necesario salir más y más en estas justas peleas.

La carestía cada vez campea más, los sueldos bajos son para sostener las ostentosas ganancias de los estancieros, industriales y transnacionales que están haciendo del Uruguay un churrasco para los buitres. Y si bien la mano dura está presente y firme debemos destacarnos la imbatibilidad de un pueblo fuerte. Un pueblo fuerte resistió el embate de la esencialidad, salió a las calles siendo 50 mil por la principal avenida. Un pueblo fuerte llevó a bambalinas al gobierno a repensar sus métodos y replantearse las formas de torcer la resistencia.

Será necesario seguir creciendo así, en solidaridad y prácticas que promuevan nuevas aspiraciones y abran nuevos caminos hacia una nueva cultura que pueda sobreponerse a la fragmentación de nuestras fuerzas. Un pueblo entero en las calles, en solidaridad en los barrios y haciendo una sola la lucha y los golpes hacia los de arriba. Porque nuestra resistencia sí serán golpes, sí serán embates a su status y bienestar.

No podrán con una fuerza popular que se nutra en sus semejanzas de clase y sus perspectivas de mundo nuevo, más aún en las luchas inmediatas que los colocan en un mismo surco. No se detendrá la resistencia ni se doblegarán las estrategias de expresión y emanación del Poder Popular, con independencia de clase en las asambleas y en el conjunto de las organizaciones del pueblo.

Porque nada será en vano con solidaridad y resistencia, de eso nos hablan miles de episodios en la historia desde Corea a Chicago, desde la Patagonia a la Siberia.

Por la lucha, la resistencia y la producción de Poder Popular.

Arriba los que luchan!

federación Anarquista uruguaya

[CABN] Boletim CABN ago/set/2015

Retirado de: http://www.cabn.libertar.org/boletim-agoset-2015/

Salve companheirada!

Neste boletim de agosto e setembro: Repressão no Uruguai; Ponta do Coral (FLN); 10 anos de MPL (Jlle); fundação da Federação Anarquista dos Palmares – FARPA/Alagoas; Jornal Libera #165

Repressão no Uruguai

Socializamos nota da Coordenação Anarquista Brasileira em solidariedade aos lutadores e lutadoras taxistas e educadores no Uruguai, que estão sofrendo perseguição e prisões ilegais por conta da participação na luta em defesa da educação pública. Chamamos toda a esquerda a se posicionar em solidariedade com esses compas e debater o papel que tem cumprido os governos da Frente Ampla no Uruguai, que atacam e criminalizam os setores independentes em luta:
https://anarquismo.noblogs.org/?p=325

https://www.facebook.com/notes/federacion-estudiantes-universitarios-uruguay/declaraci%C3%B3n-codicen/412323148967913

Ponta do Coral

Em Florianópolis, segue a luta em defesa da Ponta do Coral apesar das tentativas de criminalização e cooptação. O Movimento Ponta do Coral 100% Pública responde a processo por supostos “danos morais” à Construtora Hantei, no valor de 100 mil reais.

Além disso, o prefeito Cesar Souza tenta convocar um Conselho da Cidade para seguir as discussões do Plano Diretor sem a participação comunitária. O movimento rejeitou a participação oferecida no Conselho e, junto ao movimento comunitário da cidade, entrou com representações no Ministério Público contra o golpe:
https://parqueculturaldas3pontas.wordpress.com/2015/09/29/o-golpe-do-prefeito-cesar-souza-no-plano-diretor-participativo/

Convocamos movimentos, entidades e coletivos para somar assinaturas na Carta Aberta pela mudança de zoneamento da Ponta do Coral e na Moção Pública contra a criminalização do movimento, encaminhando email para pontadocoralpublica@gmail.com:

https://parqueculturaldas3pontas.files.wordpress.com/2015/09/carta-aberta-avl1.pdf

https://parqueculturaldas3pontas.files.wordpress.com/2015/09/mocao-publica-contra-criminalizacao-mov-pta-coral.pdf

10 anos de MPL – Joinville

O Movimento Passe Livre celebrou os 10 anos de luta contra as catracas em Joinville com um festival de rap e mobilização, junto ao Coletivo PinteLute, o Ocupa Passe Livre. Leia a declaração do MPL, resgatando a história de luta e denunciando a repressão policial que se fez presente:

https://www.facebook.com/MovimentoPasseLivreJoinville/posts/953974241326312

Fundação da Federação Anarquista dos Palmares – FARPA/Alagoas

“A fundação da Federação Anarquista dos Palmares – FARPA representa um acumulo de 13 anos de militância do CAZP e de 7 do COLIDE. Representa histórias, lutas, encontros e desencontros, entre aquelas e aqueles que buscam construir ferramentas de luta para os oprimidos. Representa um processo em permanente construção e que hoje ganha nova musculatura para enfrentar novos desafios.”
https://www.facebook.com/cazpalmares/posts/465095153673373

Nota de saudação da CAB:

http://anarquismo.noblogs.org/?p=321

Jornal Libera #165

“Está disponível o mais recente número do Libera, de número 165. Nesta edição, o editorial traz um texto recentemente publicado em nosso endereço eletrônico com o título “O que restou de Junho – Uma reflexão sobre o pós-2013“. Além disso, há trechos de “Entre Camponeses” do militante aanrquista italiano Errico Malatesta, XII Congresso da organização francesa Alternative Libertaire, Solidariedade à Sâmia Bonfim, duas traduções de textos da organização anarquista dos Estados Unidos Black Rose Anarchist Federationsobre a Revolução em curso em Rojava e o ataque do Estado Islâmico à militantes que estão lá, relato de atividade sobre o caso do Rafael Braga, palestra sobre a situação curda realizada em Campos, além de poesia e outras coisas.”

https://anarquismorj.wordpress.com/2015/09/09/libera-165/

Coletivo Anarquista Bandeira Negra, integrante da Coordenação Anarquista Brasileira.

Para entrar em nossa lista de notícias, envie um e-mail para ca-bn@riseup.net.

[Rusga Libertária] AOS DE BAIXO, TODA NOSSA SOLIDARIEDADE! AOS DE CIMA, PUNHOS FECHADOS SEMPRE!

Retirado de:
http://rusgalibertaria.noblogs.org/post/2015/10/01/aos-de-baixo-toda-nossa-solidariedade-aos-de-cima-punhos-fechados-sempre/

NOTA DE SOLIDARIEDADE À COMPANHEIRADA URUGUAIA!

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Organizando-nos com os de baixo, vemos historicamente as diversas tentativas do Estado e do Sistema que nos explora de ceifar nossas lutas e violentar aquelas e aqueles que lutam por um outro mundo possível. Nesse momento, vivenciamos mais um ataque, a lutadores que se organizam e vão para as ruas no Uruguai, em luta por melhorias na educação. Criminalizações e brutalidades foram desfechadas contra estudantes, organizações sociais e sindicais; a força repressiva que serve aos de cima foi acionada contra a luta legítima e necessária no Uruguai.  No dia 28 de setembro, após conflitos que resultaram da ocupação do Codicen (orgão da educação pública), agentes da inteligência perseguiram e prenderam lutadores que lutam e resistem – como a detenção do companheiro e militante Ary do Suatt e de outros dois companheiros que foram presos recentemente.

Em cada canto, a força e a voz dos de baixo se fazem uma e se encontram na resistência contra as investidas do poder capitalista e do Estado. Por essa razão, em cada canto, palpita também um sentimento único de solidariedade dos que lutam ombro a ombro para construir as bases de um mundo novo. Nossa luta é a mesma, e nossa ideologia permanece forte nas trincheiras de batalhas, daqui ou do Uruguai. E é por revelarmos a violência do poder e do Estado que usam essa mesma violência contra nossa luta; uma vez que, para os de cima, tal é a única via de manutenção da sociedade que deve se prender às suas regras e poder.

Manifestamos toda nossa solidariedade aos lutadores violentamente perseguidos e presos no Uruguai por lutar e defender a transformação social do povo e para o povo. Às forças repressivas, lembramos que a resistência marcou e marcará sempre nossa memória de luta com os de baixo; e a liberdade será forjada dessas batalhas contra o Estado que oprime e explora.

Daqui, de Mato Grosso / Brasil, estendemos nossa solidariedade e nos colocamos na luta pela liberdade das/os lutadoras/es do Uruguai. Certos de que resistiremos e caminharemos ombro a ombro na luta por todos os cantos.

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Não tá Morto Quem Peleia, Arriba Lxs Que Luchan!

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Organização Integrante da Coordenação Anarquista Brasileira

[CAB] SOLIDARIEDADE COM O COMPANHEIRO ARI DO SUATT (Sindicato dos Taxistas) – Montevidéu – Uruguai

Retirado de: https://anarquismo.noblogs.org/?p=325

Difundimos e queremos fazer chegar aos lutadores e lutadoras do Brasil nossa solidariedade ao companheiro detido hoje pela manhã após a dispersão de um ato por agentes da inteligência. É sabido que o SUATT tem sido incansável na defesa dos direitos dos trabalhadores e tem tomado um lugar ao lado dos conflitos da educação pública,entre eles a ocupação do Codicen semana passada, que foi despejada pela violência policial.

O governo da Frente Ampla e as patronais querem calar as rebeldias populares com processos judiciais e repressão sobre os de baixo.

NÃO ESTÃO SOZINHOS COMPAS! NÃO TA MORTO QUEM PELEIA!
NOSSA SOLIDARIEDADE LIBERTÁRIA NÃO CONHECE FRONTEIRAS.

ARRIBA LOS Y LAS QUE LUCHAN!!!

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COORDENAÇÃO ANARQUISTA BRASILEIRA (CAB)

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[fAu] El ajuste que se viene… – Espanhol

Retirado de: http://federacionanarquistauruguaya.com.uy/2015/09/24/3126/

CARTA OPINIÓN FAU SETIEMBRE 2015

El ajuste que se viene…

Los vaticinios de un nuevo ajuste tienen sustento tanto en la política presupuestal como en la salarial para los trabajadores de la actividad privada. Mientras en los Consejos de Salarios no habrá prácticamente aumento del salario real para nadie (a lo sumo recuperación del IPC y por lo general pérdida de salario), a nivel de los trabajadores del Estado la cosa no va mejor: un presupuesto que casi no incrementa ningún rubro, ni salario ni inversiones. Por tanto, la infraestructura de la salud, la educación y la inversión en vivienda continuarán en los lamentables nivel actuales o incluso se ajustarán.

Desde el gobierno en su conjunto viene augurando tiempos difíciles… Pero no plantean políticas contra-cíclicas ni invertir en las necesidades populares. Sin embargo, las empresas multinacionales siguen sin pagar un peso de impuestos, se embolsan y sacan del país las ganancias e incluso grandes negociados como la absorción de cadenas de supermercados no pagan un vintén a las arcas públicas.

Los dueños del país siguen ganando millones: veamos solamente datos de las exportaciones: Barraca Erro (granos) U$S 264 millones 638 mil dólares, Cereoil (multinacional de granos) U$$ 243 millones, Compañía Forestal Oriental  (celulosa) U$S 228 millones, Conaprole U$S 510 millones aproximadamente, según datos del año 2014. Estas grandes empresas son las que nos están robando. Ahí están el dinero para el salario, la vivienda, la salud, la educación. Allí está el dinero que todos generamos y sólo disfrutan los de arriba. Y no se plantea desde el gobierno tocar nada de esto: ni un sólo impuesto más para los burgueses, pero el boleto sube casi un 10%, la carestía es imparable por más acuerdo de precios que hagan…

La esencialidad

Semejante política a gusto de los patrones tiene su claro correlato con la declaración de esencialidad que sufrieron los trabajadores de la enseñanza en huelga. Fue tan grande la resistencia y movilización generadas que el decreto tuvieron que guardárselo, no lo pudieron aplicar, pero quedaron en evidencia sus instintos antipopulares, su odio a los que luchan, mientras desayunan y almuerzan con el empresariado más rancio y los políticos de derecha le golpean la espalda en señal de complacencia por las medidas adoptadas.

Una medida netamente represiva, que nos retrotrae al Pachecato y la Dictadura, que no es un error político ni una burrada. ¿or qué no?  Porque la situación económica se viene complicando: han cerrado decenas de fábricas y miles de trabajadores han quedado en la calle, otros miles están en el seguro de paro, el desempleo aumenta levemente pero la tendencia va a ser constante, aumenta la represión en los barrio;, por tanto,  la situación social va a ponerse más tensa y desde arriba están preparando el garrote. Esta esencialidad tiene varias finalidades:

1) instalar miedo y derrotar la huelga de la Enseñanza, lo cual no han podido.

2) instalar el tema de la esencialidad y cuestionar el derecho de huelga

3)generar clima de que la situación social- política se puede “picar”.

La esencialidad no la pudieron aplicar pero ha quedado planteada la modalidad del gobierno para atender los conflictos. ¿Volverán a insistir con este tipo de medidas? Parece ser que frente al ajuste y la lucha por obtener mayores salarios, mejores condiciones de trabajo y de vida que los de abajo desplegaremos en este período, el gobierno tiene preparado el garrote… Sino pregúntele a los trabajadores de Salud Pública que fueron desalojados por la fuerza de choque.

Represión y hambre…    

La política del período va a estar signada por una fuerte apuesta represiva. El mayor incremento presupuestal será el del Ministerio del Interior, principalmente Guardia Republicana, mientras se niegan recursos para la salud, educación y vivienda.Por si fuera poco, este gobierno aplicará una Reforma Educativa similar a la liderada por Germán Rama en 1996 bajo gobierno de Sanguinetti.

No se avizora la creación de nuevos puestos de trabajo ni inversión en desarrollo industrial. Un país sumido en la dependencia económica donde se incrementan los despidos y los envíos al seguro de paro. ¿No habían prometido un “giro a la izquierda” y ” no volver a los ’90″? Los de arriba vienen por más. Están sedientos de riquezas y quieren despojar a los de abajo de lo poco que hemos conquistado con esfuerzo de nuestra lucha. Eso es el ajuste.

Una política para los de abajo: Resistencia y Solidaridad 

La huelga de la enseñanza nos ha dejado múltiples lecciones: ocupaciones de centros de estudio en los barrios, tejiendo lazos solidarios con trabajadores, vecinos, organizaciones sociales, coordinaciones entre sindicatos, ha amplificado este lucha y la ha rodeado de solidaridad popular. La movilización del 27 de agosto reunió 50 mil personas, la movilización más grande en el marco de un conflicto de la historia del país. Huelga y paros de varios sindicatos cuyos trabajadores se han dignificado y que enseñan quiénes son los enemigos y quiénes los amigos, los compañeros de lucha. La experiencia habla a las claras y ubica a cada cual en su lugar. Nada más aleccionador que una huelga para definir quiénes son los que juegan a la contención en el movimiento popular haciéndole los mandados al gobierno y a los patrones. Y quienes estamos para impulsar la lucha a fondo por objetivos precisos y claros, avanzando hacia nuevos horizontes.

Es desde los barrios, desde los centros de estudio y trabajo donde se construye Solidaridad, tal cual han demostrado los estudiantes ocupando varios liceos y aportando su esfuerzo en esta lucha que también los ha tenido como protagonistas. Rodeando los conflictos, dando una mano en lo que se precise para potencia la lucha y que ésta triunfe, es allí donde nos venimos encontrando un conjunto de compañeros, construyendo Resistencia, construyendo espacios para coordinar luchas y esperanzas.

La salida es desde abajo y con lucha

Ya ha quedado demostrado que no existe “giro a la izquierda”, que por Parlamentos, gobiernos y elecciones no hay caminos que conduzcan siquiera a mejoras reales para los de abajo, menos a la emancipación. Una sociedad distinta no se construye con esa herramientas que sólo sirven a la burguesía, porque son sus herramientas. Construir una sociedad distinta es un arduo proceso que necesita de la forja de un pueblo fuerte, asentado en organizaciones sociales firmes, clasistas, con independencia de clase, con fuerte protagonismo popular y democracia directa. Generar los espacios de Resistencia y Solidaridad que permitan ir reconstruyendo los lazos entre los de abajo, entre los que sufrimos este inmundo sistema a diario para avanzar en conquistas, en el fortalecimiento de los organismos populares de base, gestores de un mundo nuevo.

Es necesario la construcción de una corriente dentro del movimiento popular que empuje las luchas, que las tome como propias y brinde esa Solidaridad para que lucha sea un fueguito que encienda un mañana distinto.  No es con grandes discursos ni deliberaciones intelectuales que llegará el Socialismo, será sí con mucho esfuerzo, con mucho tesón, con mucha lucha. Es por ello que los anarquista de FAU ponemos nuestro empeño en la construcción de un espacio de Resistencia, que aúne las luchas y las hermane en un solo puño.

MANO TENDIDA AL COMPAÑERO, PUÑO CERRADO AL ENEMIGO

A COSNTRUIR PODER POPULAR!!!

ARRIBA LOS QUE LUCHAN!!

FEDERACIÓN ANARQUISTA URUGUAYA

LOS POBRES QUE EL CAPITALISMO GENERA SE AGOLPAN A LAS PUERTAS DE EUROPA

Inhumanas y crueles son las imágenes que llegan desde Europa: barcos pequeños cargados hasta más no poder de gente, naufragios y muerte en el agua incluso de niños, miles que se agolpan en las fronteras de varios países europeos intentando pasar como se pueda, mercaderes que lucran con la vida humana y el tráfico, miseria y más miseria. Una miseria no casual, ni generada por Dios ni la ignorancia, sino por el Capitalismo, por este sistema inmundo en el que vivimos y por el cual se desarrollan guerras e invasiones a países de Oriente Medio y África por parte de las potencias mundiales, Estados Unidos y Europa.

El control de recursos vitales para las multinacionales, intereses geopolíticos, intentos de desestabilización, varios son los objetivos que mueven a las potencias a intervenir en zonas extremadamente pobres del planeta…para empobrecerlas más. En definitiva, profundizar el sistema, aumentar el despojo, enriquecer a la minoría de ultra ricos, esos objetivos son los que están llevando a cabo los países imperialistas.

Los medios nos informan que “46 países del África subsahariana tienen 767 millones de habitantes; entre ellos, 148 de cada mil nacidos no llegan a cumplir los cinco años, el  45 por ciento de la población no tiene acceso a agua potable, el 63 por ciento no tiene cloacas ni acceso a saneamiento básico, el 32 por ciento está desnutrido, la prevalencia media del SIDA entre jóvenes de entre 14 y 24 años es del cinco por ciento y el 38 por ciento de la población adulta es analfabeta. Entre los más pobres de esta lista de países pobres, están Somalia y Eritrea en guerra interna permanente –Somalía desde hace más de veinte años–, entre señores de la guerra y dictadores armados hasta los dientes con armas de última tecnología. La mayoría de estos países soportan enormes deudas externas que ahogan a sus economías, en muchos casos saqueadas por mineras y trust europeos. Para completar el escenario, el Congo, Liberia, Mali, Sierra Leona, Guinea, Nigeria y Senegal fueron afectados por el virus del Ébola que produjo decenas de miles de muertos. Países africanos como Libia, Congo, Nigeria o Mali soportan guerras internas con grupos armados de fanáticos religiosos financiados por los Emiratos, Arabia Saudita u otras potencias o como en Libia que fue invadida y desestabilizada por una invasión de tropas europeas. Y lo mismo sucede con las guerras en Afganistán, Irak, Siria y Yemen.

De allí provienen las grandes oleadas de migrantes y refugiados que atraviesan montañas, desiertos y mares en condiciones elementales. El 65 por ciento de las personas que han llegado este año a Europa a través del Mediterráneo proviene el 43 por ciento de Siria, el 12 por ciento de Afganistán y el 10 por ciento de Eritrea. El resto se completa con los demás territorios de la lista. Son sociedades cuyas economías han sido arrasadas por abusos y guerras…”

Son millones de personas escapando del horror de la guerra, del hambre, de las persecuciones. Nada muy diferente a nuestros antepasados, que vinieron desde Europa escapando de los mismos problemas. Estos inmigrantes serán mano de obra barata de las empresas europeas, tal cual han señalado las Cámaras Empresariales y el gobierno alemán. De allí la apertura que ha tenido ese país, no fue puro humanitarismo. En cambio Hungría, un país donde gobierna la extrema derecha, crecen las posiciones xenófobas y fascistas, donde incluso están alambrando las fronteras. Por el contrario, los pueblos solidarios han abierto los brazos a la llegada de estos condenados de la tierra y han acogido a los inmigrantes -refugiados. Una Europa que se empobrece cada vez más, donde se quiebra la homogeneidad cultural occidental, una nueva Europa donde las luchas populares van adquiriendo nuevos contornos, nuevas formas y motivos.

Una historia que se repite y una misma lucha que hermana pueblos, en todas partes del mundo la lucha contra la opresión, el hambre, contra este sistema genocida es una lucha que debe convocar al esfuerzo de todos. Aportar para aplacar el sufrimiento humano, pero sobre todo para terminar definitivamente con él y sus causas, que están en la desigualdad, en la acumulación de riquezas, en la propiedad privada, en el poder concentrado en pocas manos… Una lucha que nos convoca a lo largo y ancho del mundo, y que adquiere sus particularidades en cada lugar, en Kurdistán, en África, en Europa, en Uruguay, pero que es la misma: una lucha por el Socialismo y por la Libertad.

ARRIBA LOS QUE LUCHAN!!

FAU

[FARJ] Parabéns a FARJ! 12 anos de luta!

Retirado de:  https://anarquismorj.wordpress.com/2015/08/30/12anosdeluta

Parabéns a todxs que atuaram e apoiaram nestes 12 anos de construção da FARJ. Ética, compromisso e luta! Mantemos viva a chama do anarquismo no Rio de Janeiro.

O canto do tiê-sangue hoje se soma a outras vozes do território fluminense em luta, e em melodia com nossas organizações irmãs na CAB em um coral com “lxs que luchan” pelo mundo inteiro!

Saúde & Anarquia

[Tradução ao francês]

Félicitations à tous qui ont travaillé et ont combatu dans ces 12 années de construction de la FARJ. Éthique, engagement et lutte! Nous gardons vivante la flamme de l’anarchisme à Rio de Janeiro. Le chant du tie-sang aujourd’hui s’ajoute à d’autres voix au territoire fluminense en lutte, en melodie avec nous organisations sœurs dans la CAB et en choeur avec « lxs que lucham” dans le monde
entier!

Santé & Anarchie!

La Fédération Anarchiste du Rio de Janeiro (FARJ) est une organisation politique anarchiste basé à Rio de Janeiro, fondé au 30 Août de 2003 et que fait partie de la Coordination Anarchiste Brésilienne – CAB.

[CAB] Comunicado em apoio e solidariedade à luta da DAF na Turquia

Retirado de: http://anarquismo.noblogs.org/?p=204

Companheiras/os da DAF (Devrimci Anarşist Faaliyet / Ação Revolucionária Anarquista):

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Queremos em primeiro lugar deixar chegar até vocês, de maneira conjunta, nosso abraço fraterno de solidariedade com a causa do anarquismo turco comprometido com as lutas sociais e causas revolucionárias, que são as mesmas nossas causas. Em segundo lugar comemoramos e expressamos a nossa alegria que esses dois companheiros da DAF, que foram cruelmente presos pelo Estado turco, foram colocados finalmente em liberdade, sendo isso resultado da luta de rua de cada companheiro/a.

Queremos dizer-lhes que as nossas organizações seguem atentas e a postos para espalhar por todos os meios possíveis, os acontecimentos revolucionários no Curdistão ocidental e no quadro de solidariedade regional que eles criaram e, que estes enxergam vocês como protagonistas também neste processo, juntamente com outras organizações irmãs. Com profundo respeito, e sabendo que muitas vezes as distâncias impõem limites quando precisamos lançar ações de apoio a nossa causa como anarquistas, no entanto queremos fazer chegar até vocês toda a força e o apoio militante a seus esforços, não apenas por realçar a vizinha Rojava revolucionária, mas também pela tentativa cotidiana de construir uma alternativa anarquista na Turquia.

Desde já afirmamos toda a solidariedade a seus esforços, desde onde nos toca viver e atuar, aqui no sul do continente Latino Americano.

Viva a revolução de Rojava!
Viva a DAF!!!
Liberdade para Zeynep Celaliyan!
Arriba lxs que luchán!

Dear DAF – Devrimci Anarşist Faaliyet /Anarquist Revolutionary Action

Comrades,

In the first place we want to come jointly to you and offer our fraternal hug from solidarity with the cause of the Turkish anarchism compromised with the social struggles and revolutionary causes that are the same as ours. Second of all, we are celebrating and expressing our joy that these two comrades that were cruelly arrested by the Turkish State were finally set free, and that’s the result of the struggle and fight from each and every comrade.

We want to tell you that our organizations are always following with attention and wanting also to share with all different and possible ways the revolutionary ongoings in Kurdistan Occident and in the regional solidarity cadre that they created, which sees you also as the main characters in the this process, together with some other sisters organizations. With deep respect, and knowing that many times the distance impose limits when we need to send support actions to our causes as anarchists, for instance we want to bring until you all the force and militant support to your efforts, not only for highlighting the Revolutionary Rojava neighbor, but also for the daily attempt to construct an anarchist alternative in Turkey. Since now, we undertake all the solidarity to your efforts from where we live and function, here in the south of Latin American continent.

Long live to the Rojava revolution!

Long live to DAF!!

Freedom to Zeynep Celaliyan!

Arriba lxs que luchán!

Comunicado en Apoyo y Solidaridad a la lucha de la DAF en Turquía

Compañeros/as de la DAF (Devrimci Anarşist Faaliyet / Acción Revolucionaria Anarquista):
Queremos primero hacerles llegar de manera conjunta el brazo fraterno de solidaridad con la causa del anarquismo turco comprometido con las luchas sociales y las causas revolucionarias, que no es otra causa que la nuestra. En segundo lugar festejamos, manifestamos nuestra alegría de que estos dos compañeros de la DAF, que fueron vilmente detenidos por el estado turco, hayan sido puestos finalmente en libertad fruto de la lucha en la calle de cada compañero/a.

Queremos comentarles que nuestras organizaciones siguen atentamente, a la vez que intentan difundir por todos los medios posibles, los sucesos revolucionarios en Kurdistán occidental y el marco de solidaridad regional que estos han generado y que los tienen a ustedes como claros protagonistas junto a otras organizaciones hermanas. Con un profundo respeto, y sabiendo que las distancias muchas veces imponen límites a la hora de accionar en apoyo a nuestras causas como anarquistas, queremos sin embargo hacer llegar toda la fuerza y el apoyo militante a vuestros esfuerzos no solo por apuntalar la revolución de la vecina Rojava, sino por el intento de construir cotidianamente una alternativa anarquista en Turquía.

Desde ya que cualquier acción solidaria desde estos rincones al sur de este continente en el que estamos formará parte de nuestro compromiso con vuestros esfuerzos.

Viva la Revolución de Rojava!
Viva la DAF!
Libertad para Zeynep Celaliyan!
Arriba lxs que luchan!!!

FAU – Federación Anarquista Uruguaya (Uruguay)
CAB – Coordenação Anarquista Brasileira (Brasil)
FAR – Federación Anarquista de Rosario (Rosario, Argentina)