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Todo apoio à luta das trabalhadoras e trabalhadores municipais de Curitiba!

A Prefeitura Municipal e Câmara dos Vereadores de Curitiba estão tentando aprovar um pacote de medidas que retira direitos e privilegia empresários a qualquer custo. Mas o movimento de luta da classe oprimida não está deixando isso acontecer!

Algumas das principais medidas são: congelamento de salários e planos de carreira dos servidores municipais; saque de mais de R$600 milhões no fundo de previdência dos servidores; limite de gastos com pessoal e aumento de gastos com cargos comissionados; “renegociação” de dívidas com empresários.

Mas o povo organizado não está deixando barato! Fazem semanas que as trabalhadoras e trabalhadores, a partir da ação direta, conseguem barrar a votação destas medidas! Na terça-feira (13/06) ocorreu a primeira ocupação que garantiu que a votação fosse suspensa e ontem, 20/06, mais uma mobilização histórica fez com que a votação fosse novamente suspensa – agora para a segunda, 26/06.

Mesmo com repressão policial, foi possível mais uma ocupação da Câmara Municipal e a pressão do povo organizado deu resultado!

RETIRA O PACOTAÇO!
SEGUNDA VAI SER MAIOR!
TODA SOLIDARIEDADE À LUTA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS!

“Com organização e ação direta, os trabalhadores e trabalhadoras barraram mais uma tentativa de votação do pacotaço!

Mesmo com violência policial, servidores e servidoras municipais ocuparam a Câmara Municipal de Curitiba e fizeram uma mobilização para entrar na história da cidade.

20 de junho de 2017 foi marcado por muita luta, ação direta do povo, repressão policial e solidariedade de classe em Curitiba!

Segunda-feira (26/06) tem mais!
LUTAR! CRIAR PODER POPULAR!
RETIRA O PACOTAÇO!”

 

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Lutas Sociais e o Retorno do Anarquismo Organizado às terras paranaenses

Retirado de: https://coletivoanarquistalutadeclasse.files.wordpress.com/2010/11/no-batente-out2015-versc3a3o-final.pdf

Publicado no jornal No Batente #5

Anarquismo e a luta de classes: no mundo, no Brasil, no Paraná

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O Anarquismo, Socialismo Libertário, é um projeto político ideológico forjado na luta entre a classe dominada e a dominante, surgindo no século XIX. É na Europa e na luta entre os trabalhadores urbanos e seus patrões que o anarquismo vai se constituindo, consolidando-se enquanto projeto político dentro da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT). A partir da segunda metade do século XIX, o anarquismo passa a ter muita relevância nos movimentos do campo e da cidade, destacando-se em movimentos revolucionários em Paris, México, Ucrânia, Manchúria e Espanha.

No Brasil, o anarquismo começou a se desenvolver a partir do final do século XIX, em meio ao crescimento da população urbana e da indústria. A exploração dos trabalhadores e trabalhadoras, com jornadas de trabalho extenuantes, condições insalubres e salários baixos, deu espaço a inúmeras revoltas e greves. Neste período, milhares de imigrantes europeus vieram ao Brasil e se juntaram a um povo lutador e mestiço que já batalhava aqui, trazendo consigo também a ideologia do anarquismo que tinha grande influência nos movimentos populares na Europa.

É no final do século XIX que a Colônia Cecília surgiu, comuna que ocorreu no município de Palmeira no Paraná, e no começo do século XX que as mobilizações urbanas tiveram grande força e influência anarquista no Paraná e no Brasil.

Com greves e revoltas históricas, os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras conquistaram aumentos de salário e direitos trabalhistas, mas, com a repressão e criminalização do Estado, tanto o movimento sindical como a articulação dos anarquistas enfraqueceu. Com centenas de deportações e prisões, o anarquismo deixou de ter destaque nas mobilizações populares por quase todo o resto do século XX no Brasil e até o século XXI no Paraná.

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Após a repressão e criminalização às organizações anarquistas no início do século XX, o anarquismo perdeu seu vetor social, isto é, perdeu sua relevante inserção nos movimentos populares durante várias décadas. No Paraná, o CALC tem como objetivo retomar este vetor social, assim como as demais organizações da CAB pretendem fazê-lo em seus estados. Para nós, é essencial que a organização anarquista influencie os movimentos sociais para que eles sejam os mais combativos e agreguem mais gente possível, construindo a partir das bases a luta contra a dominação.

O Paraná é e foi palco de muita luta da classe oprimida. No campo e na cidade, a revolta e a organização dos de baixo é marca presente neste estado do sul do Brasil. Os conflitos agrários e sindicais estão muito presentes desde o final do século XIX, a luta por reforma agrária e melhoria de salários já perdura por mais de um século e a resistência dos de baixo se manteve contra a ditadura civil-militar, contra os latifundiários e patrões.

Desde o final da ditadura no Brasil, muita luta e organização foi feita no Paraná, surgindo aqui o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), fundado em Cascavel na década de 80; existindo um histórico forte de luta sindical nos 80 e 90 nos centros urbanos; criando-se vários movimentos de luta por moradia e associações de moradores que permitiram que milhares de pessoas tivessem uma moradia e conquistassem serviços públicos nas periferias desde a década de 80; além de um movimento estudantil que luta a décadas contra a precarização e privatização.

Atualmente vivemos uma conjuntura muito difícil para a classe oprimida, no Paraná e no Brasil. Para grande parte do povo brasileiro o Partido dos Trabalhadores (PT) representou a esperança de mudança e melhoria de vida. Porém, apesar de o PT estar inserido fortemente em inúmeros movimentos sociais no campo e na cidade, seu objetivo sempre passou por “conquistas eleitorais”, de modo que qualquer transformação radical deixa de ser possível. Especialmente quando o PT ganha a presidência do Brasil evidencia-se como vários instrumentos de luta da classe oprimida (como sindicatos, associações de moradores, entidades estudantis, movimentos do campo) estavam dependentes desse partido, passando a ser cada vez mais burocratizados e atrelados a interesses partidários. Entretanto, tais interesses são muitas vezes antagônicos aos de quem o partido se propõe a representar.

Retomada do Anarquismo Organizado nas lutas sociais no Paraná

Neste cenário recente é que o CALC surge e tem como tarefa se inserir nos movimentos e contribuir para que não se reproduzam os mesmos erros e vícios da esquerda institucional, que considera os movimentos sociais como meio de disputar o Estado. Propomos e temos agido no sentido da busca de transformações da realidade concreta, a partir da defesa do caráter classista e combativo dos movimentos, acumulando força social para que consigamos acabar com o sistema capitalista.

Desde seu surgimento, o CALC atua em diversas frentes de luta e seu esforço é para ampliar ainda mais sua atuação. Mesmo antes de seu lançamento público, seus militantes fundadores atuaram no movimento estudantil universitário, na luta pelo transporte público e na luta comunitária, em Curitiba. E com o decorrer dos anos foi estendendo sua atuação para a luta sindical, pela saúde e expandindo sua influência para além da capital paranaense.

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Luta pela Educação

Atuamos nas greves de 2011, 2012 e 2015 na UFPR, que tiveram várias conquistas importantes no âmbito da assistência e permanência estudantil, com caráter combativo e organizado desde as bases dos cursos.

Diante da crise econômica gerada pelos de cima, os de baixo são obrigados a pagar a conta, mais uma vez. No Brasil, o ano de 2015 iniciou com a ameaça de um ajuste fiscal que pretendia enxugar os gastos públicos para aumentar o lucro dos grandes bancos e empresariado. A educação sofreu corte de 18 bilhões de reais e está previsto corte ainda maior para o ano de 2016, com congelamento dos salários e na contratação de professores até 2017. Em consequência disso, diversas universidades pelo país estão sem verbas para manter seu funcionamento; sem verbas de custeio (pagamento de trabalhadores terceirizados, água, luz, telefone) e com inúmeros prejuízos para programas de assistência e permanência estudantil (corte de bolsas, programas pesquisa, extensão e monitoria). Em resposta ao grande golpe que a educação enfrenta, 46 universidades federais entraram em greve neste ano. A UFPR não ficou de fora da luta, trabalhadores técnico-administrativos, professores e estudantes entraram em greve geral em defesa da educação pública e contra o ajuste fiscal. Diante da postura intransigente do Reitor Zaki Akel, os estudantes decidiram ocupar o prédio da Reitoria e só saíram de lá com negociação de pautas e garantia de um calendário de negociação continuado.

No âmbito estadual a educação pública também sofre cada vez mais ataques dos governos e, atualmente, sofre duros golpes do Governador Beto Richa (PSDB), tanto cortando investimento, como reprimindo e criminalizando a luta dos estudantes, trabalhadores e trabalhadoras. No primeiro semestre de 2015 tivemos uma luta histórica contra as medidas de austeridade do governo Richa, duas ocupações da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) e muita ação direta para impedir o “pacotaço de maldades” do governo. O movimento sindical dos servidores públicos, com destaque aos professores do magistério estadual, em conjunto com o movimento estudantil secundarista e universitário barraram medidas que cortariam direitos dos trabalhadores, sucateariam ainda mais as escolas e tirariam a autonomia universitária.

Porém, com as dívidas do Estado do Paraná podendo colocar em risco o futuro político de Beto Richa, era “necessário” atacar a previdência dos servidores públicos para conseguir pagar as contas. Mas o movimento de luta não aceitaria isso de braços cruzados. Então, no histórico dia 29 de abril, a Praça Nossa Senhora da Salete no Centro Cívico de Curitiba, tornou-se cenário de guerra. Milhares de trabalhadores, trabalhadoras e estudantes indefesos contra uma artilharia de guerra. Apenas um lado tinha armas, o que houve não foi um confronto, mas, sim, um massacre. Centenas de pessoas desmaiaram, ficaram feridas, e tiveram sequelas. Sem contar com inúmeras detenções que ocorreram naquele dia e os milhares de trabalhadores e trabalhadoras que estão tendo sua previdência roubada.

Durante e após as mobilizações contra as medidas de austeridade, Beto Richa e seus comparsas do governo do Paraná tentaram criminalizar os libertários e anarquistas como sendo “infiltrados” no movimento legítimo dos professores e colocando o anarquismo como sinônimo de bagunça e desordem. Ao mesmo tempo em que a burocracia sindical fazia o desserviço de pedir para que abaixássemos as bandeiras rubro-negras. Não vão nos intimidar! A bandeira rubro-negra continuará erguida! Protesto não é crime!

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Luta Comunitária

A luta comunitária e por moradia tem um grande histórico no Paraná, especialmente em Curitiba. Entretanto, nas últimas décadas anda desarticulada e burocratizada, com associações de moradores servindo na maioria das vezes para apoiar candidatos em épocas eleitoreiras e sem fazer luta direta ou articular os moradores e moradoras para conquistar direitos e moradias dignas. Os movimentos por moradia ligados ao PT, após a “vitória nas urnas” passaram a se desarticular e perder força nas periferias. Como resposta a isso, é criado o Movimento de Organização de Base (MOB) no Paraná em 2014 – movimento social comunitário e por moradia que é baseado na independência de classe, democracia de base e ação direta. Hoje o CALC contribui para o fortalecimento do MOB em Curitiba e no Paraná, movimento que tem lutas importantes por regularização fundiária, água, luz, e tem construído cooperativas e ações culturais.

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Luta pelo Transporte

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A luta pelo transporte público tem seu ápice nas Jornadas de Junho de 2013, primeira vez em mais de 30 anos foi feita uma luta de massas a revelia das lideranças e organizações alinhadas ao PT, com manifestações com dezenas de milhares de pessoas e ocupações de prédios públicos – em Curitiba tivemos a ocupação da Câmara Municipal em outubro daquele ano. O CALC compõe desde lá a Frente de Luta Pelo Transporte em Curitiba, e contribuiu com a construção do Coletivo Tarifa Zero (CTZ), que faz parte da federação do Movimento do Passe Livre (MPL). No Paraná, quem manda no transporte público são as máfias do transporte e só com muita força social organizada conseguiremos transporte coletivo público e tarifa zero.

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Luta pela Saúde

Outra luta relevante e intensa em que tivemos inseridos foi a luta contra a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), privatização do Hospital de Clínicas da UFPR, o maior hospital público do Paraná – a partir da Frente de Luta pra Não Perder o HC. Em 2014, o movimento estudantil e sindical da UFPR se organizou para não permitir que a EBSERH fosse aceita na universidade, algo que já estava acontecendo em quase todos os outros hospitais escola do país. Após muita resistência do movimento, em um golpe articulado pelo Reitor Zaki Akel e em meio a bombas de gás lacrimogênio e tiros de bala de borracha, a EBSERH foi aprovada em 28 de agosto. A privatização do HC-UFPR foi aceita em uma “reunião por celular” entre os conselheiros universitários.

barramos de novo

Muita luta aconteceu e muito mais está por vir!
Pela construção dos movimentos pela base!
Viva a organização do povo!
Lutar! Criar Poder Popular!

5 anos

Diego “Xarope”, seu exemplo está vivo em nós!

Há um mês, no dia 07 de dezembro de 2014, faleceu um grande companheiro de luta, Diego Batista, conhecido nas lutas como “Xarope”. Diego era um trabalhador, anarquista antifascista, participante ativo do Círculo de Estudos Libertários (CEL) e das lutas pelo transporte em Curitiba, pai de uma menina que nem completou um ano e um grande revoltado contra todos os tipos de dominação. Participou da ocupação da Câmara dos Vereadores em 2013 e foi também um dos mais ativos membros da luta contra o fascismo na terra das Araucárias, por meio do Coletivo Antifa 16, luta que no começo de 2014 o vitimou com três facadas por parte de um fascista. 

Curitiba, cidade fria, cinzenta e com um conservadorismo pairando pelo ar, teve durante muito tempo suas ruas dominadas pelos neonazistas, que perseguiram, espancaram e até esfaquearam negros, homossexuais, travestis e punks. Em 2010, Diego, em conjunto com outros companheiros, cansados de viverem sob a ameaça de ataques fascistas nas ruas, se organizaram e começaram a construir a luta antifascista na cidade. Diego foi um dos fundadores desse movimento e sempre se manteve ativo na luta desde então, apesar dos problemas e responsabilidades pessoais, como trabalho, contas para pagar, família, etc. Infelizmente pagou o preço de ser um dos mais ativos na luta, ao ser um quadro do movimento antifascista na cidade, também se tornou conhecido entre seus inimigos. Os fascistas possuíam muitas informações sobre ele, começaram rondar o bairro em que morava, tirando o seu sossego. Diego teve a dor de ver seus amigos diversas vezes no hospital depois de serem atacados por fascistas, a dor de enterrar um de seus melhores amigos, Lagarto, também vitima dos ataques covardes promovidos por essa corja fascista. Todas essas feridas nunca cicatrizaram em Diego e contribuíram com sua decisão de partir.                        

O que fica em nós é uma cicatriz que não cicatrizará. Porém, levaremos sempre os companheiros que já se foram em nossos corações, memórias e sempre os manteremos vivos nas lutas do presente, nas lutas que eles ajudaram a construir, e não esqueceremos nunca de Lagarto e Diego.

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A LUTA CONTINUA!

DIEGO PRESENTE!

Fascistas NÃO PASSARÃO!

Vá em Paz Companheiro Diego, que a terra lhe seja leve.

 

[CTZ – CURITIBA] Projeto do Passe Livre para estudantes e desempregados vai para Audiência Pública

Retirado de:                                                http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/12/15/projeto-do-passe-livre-para-estudantes-e-desempregados-vai-para-audiencia-publica/

Hoje, dia 15 de dezembro, a comissão legislativa da Câmara de Vereadores de Curitiba (CMC), se reuniu para para deliberar acerca do destino do Projeto de Lei, por iniciativa popular, do Passe Livre para estudantes e desempregados. Existiam duas propostas, uma que exigia o arquivamento do projeto, e outra que indicava uma audiência publica. É sempre importante lembrar que este projeto só circula devido a ocupação da CMC ainda em 2013.

Por meio da mobilização e pressão da militância que se agrupa da Frente de Luta pelo Transporte, sobre a comissão, o Projeto foi encaminhado para uma audiência pública que deve ocorrer no inicio do ano que vem. Mais uma vez ficou provado que sem a mobilização e organização, não será possível a aprovação de tal projeto, afinal na CMC, como na prefeitura “falam” mais alto os interesses da máfia do transporte, todavia por nossa mobilização fazemos possível as mudanças que atendem a população.

Ano que vem teremos assim muita luta, a luta para barrar o aumento da tarifa ainda no mês de fevereiro, e a luta pela aprovação do PL do Passe Livre.

Por uma vida sem catracas!

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[CTZ – CURITIBA] Quarta, 19.11: Curitiba vai Parar! I Ato Contra o Aumento da Tarifa!

Retirado de: http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/11/18/quarta-19-11-curitiba-vai-parar-i-ato-contra-o-aumento-da-tarifa/

Devido a chuva de ocorrida na sexta (14.11) remarcamos o ato para quarta (19.11), para contarmos com força total contra o aumento da tarifa.

Releia a matéria abaixo para entender melhor:http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/11/12/assembleia-da-flpt-sexta-vai-ser-maior/

Ontem, dia 11 de novembro as 18h, ocorreu a assembleia da Frente de Luta pelo Transporte (FLPT), na Santos Andrade, estiveram presentes mais de 100 pessoas. O Coletivo Tarifa Zero esteve presente como membro da FLPT.Cabe comentar que antes da reunião por volta das 12h, militantes da FLPT protocolaram junto a prefeitura um pedido de audiência com Gustavo Fruet, na ocasião os militantes foram hostilizados (como sempre) pela Guarda Municipal. Até o momento Fruet não respondeu o pedido da FLPT.
Na assembleia horizontal, ocorrida na praça Santos Andrade, todxs xs presentes que desejaram puderam se manifestar. Estiveram em pauta o programa de lutas da Frente, onde foi aprovado, claro que apontando como prioridade imediata a redução da tarifa a 2,70R$. Foi aprovado como programa da Frente as seguintes demandas:

-Contra o aumento da tarifa que a elevou par 2,85R$, Redução imediata para 2,70R$;
– Quatro relatórios apontam superfaturamento na tarifa (TCE< CPI, Urbs e Sindicatos), tais relatórios apontam que a tarifa pode chegar a 2,25R$, assim, 2,25R$ já!;
-Congelamento da tarifa em 2,25R$;
-Rompimento dos contratos devido a irregularidades, dentre elas formação de cartel na licitação pela família Gulin;
-Fim do subsídio nas passagens (cobrança direta), quem paga os impostos são os trabalhadores, destinar dinheiro público a empresas é sobretaxar os trabalhadores, desviando dinheiro da saúde, educação, etc.
-Contratação de cobradores;
-Supressão de cobranças para compra e abastecimento do cartão magnético;
-Controle social com estatização do transporte público;
-Aprovação do PL do Passe Livre na Câmara;
-Tarifa Zero;

Devido a chuva o primeiro grande ato ocorrera nesta quarta (19.11), concentração as 18h na Boca Maldita:

https://www.facebook.com/events/784643888296680/?ref=22

Seja a Frente, venha as renuiões, participe dos atos, apoie as ações!
Todas as ações da Frente e reuniões são comunicadas em sua página, logo
Para saber sobre a Frente, curta a página:

https://www.facebook.com/FLPTCuritiba?fref=ts

Se a tarifa aumentar, Curitiba vai Parar!
Se a tarifa abaixar, Pela Força Popular!
Amanhã vai ser Maior!

FALTAM 3 DIAS !

[CTZ – CURITIBA] PL do Passe Livre, vencemos a batalha mas não a guerra!

Retirado de: http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/10/27/pl-do-passe-livre-vencemos-a-batalha-mas-nao-a-guerra/

Na semana passada, finalmente passou a tramitar o PL (Projeto de Lei), para o Passe Livre estudantil e de desempregados, projeto elaborado pela Frente de Luta pelo Transporte, da qual o Coletivo Tarifa Zero faz parte. Como noticiamos anteriormente, em duas ocasiões a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) extraviou documentos referentes ao projeto, assim inviabilizando sua tramitação,tramitação essa que somente foi viabilizada por meio de um ato público, que recolheu os documentos necessários pela terceira vez e os levou novamente a câmara junto de um bolinho para a (des)comemoração do aniversário de um ano do projeto parado na CMC.

Cabe lembrar que a tramitação do PL, foi acordada em plena ocupação da CMC no Outubro do ano passado, tendo se comprometido a presidencia e mais 30 vereadores com a tramitação em estado de urgência do projeto. Como sempre soubemos as palavras dos “representantes” do povo são apenas palavras, afinal seu real compromisso é com o cartel do transporte e não com a população de Curitiba.

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Temos uma longa guerra a travar com os poderes dominantes (políticos e empresários do transporte), vencemos uma primeira batalha. Nós do Tarifa Zero sabemos que somente a luta podera fazer o Passe Livre uma realidade.

Leia o PL aqui: PL – Frente de Luta pelo Transporte – passe livre

Por uma vida sem Catracas!
Coletivo Tarifa Zero Curitiba.

[CTZ – CURITIBA] UM TRISTE ANIVERSÁRIO

Retirado de: http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/10/02/um-triste-aniversario/

Trabalhadorxs e Estudantes;

Mais uma vez a Frente de Luta Pelo Transporte junto ao Coletivo Tarifa Zero e movimentos partícipes foram pela terceira vez até a Câmara de Vereadores de Curitiba entregarem e protocolarem os documentos necessários referentes ao nosso PL – Projeto de Lei do Passe Livre, e que por motivo de extravio dos mesmos e pela burocracia da “casa do povo”.  Já está completando um ano, por isso aproveitamos o momento também para (des)comemorar o aniversario do projeto, que se encontra parado desde a Ocupação da Câmara realizada em outubro de 2013, e por causa dos (in)competentes responsáveis deste extravio viemos protestar contra a demora e a burocracia no processo de tramitação de nosso projeto, prometido que seria avaliado até dezembro do ano passado.

Novamente ficamos com uma cópia dos documentos entregues como prova de que todos eles foram protocolados e recebidos e ouvimos mais uma vez a promessa de que ele, enfim, começaria o processo de tramitação. Sabemos, porém, que a Câmara dos Vereadores só trabalha sob pressão e não sairemos das ruas até que o nosso projeto seja votado.

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Coletivo Tarifa Zero Curitiba

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[CURITIBA] ATO: (DES)COMEMORAÇÃO DE UM ANO DE ANIVERSÁRIO DO PROJETO DE PASSE LIVRE

Retirado de: http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/09/29/ato-descomemoracao-de-uma-ano-de-aniversario-do-projeto-de-passe-livre/

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Neste mês de Outubro fará um ano (mais exatamente no dia 15 de outubro) da ocupação da Câmara de Vereadores de Curitiba por parte da Frente de Luta pelo Transporte (FLPT) e Organizações participes. Na ocasião os militantes da Frente reivindicavam, para que a Câmara fosse desocupada, que fosse colocado em tramitação, em caráter de urgência o Projeto de Lei (PL) do Passe Livre para estudantes e desempregados. Assim, no dia 16 de outubro em uma reunião entre mais de 30 vereadores e a FLPT foi acordado que o projeto tramitaria até dezembro do mesmo ano.

Um ano se passou e nada tramitou, mas pior do que isso a Câmara chegou a perder os documentos do protocolo, e negar a entrega dos mesmos, entrega e protocolo que foi noticiada no site da instituição. Na segunda feira da semana passada, dia 22.09, quando finalmente o projeto iniciaria seus tramites na comissão legislativa (que atesta se o projeto é passível de tramitação ou não), novamente um dos documentos (já entregues duas vezes) não se encontrava na Câmara, bem como mais uma vez foi alegada falta de assinaturas.

Como vemos esta palhaçada vem se estendendo a quase um ano. Por isso resolvemos (des)comemorar o aniversário de um ano do PL do Passe Livre levando um bolinho e velinhas a Câmara para celebrar junto a nosso PL seu aniversário. Deste modo, convocamos todxs os lutadores/as da causa do transporte a comporem um ato nesta Quinta (02 de outubro), pois como percebemos somente a força das ruas pode fazer aprovar o Passe Livre, pois dependendo dos vereadores nosso PL do Passe Livre fará muitos aniversários mais.

Quando: QUINTA, 02 DE OUTUBRO
Onde: CÂMARA DE VEREDORES.
CONCENTRAÇÃO A PARTIR DAS 12:30

Frente de Luta pelo Transporte

[CTZ – Curitiba] Catracas matam!

Retirado de:                         http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/09/26/catracas-matam/

Trabalhadores, Trabalhadoras e Estudantes;

Temos uma boa e uma má notícia para vos dar:

Na segunda-feira desta semana o projeto de passe-livre para desempregados e estudantes obteve um parecer favorável na Câmara Municipal e deve começar o processo de tramitação. É importante que os pressionemos para que este processo seja agilizado. Mais informações:                 http://www.bandnewsfmcuritiba.com/2014/09/22/camara-da-parecer-favoravel-ao-projeto-de-passe-livre-para-estudantes-e-desempregados-em-curitiba/ 

Já a terça-feira não foi tão feliz para os lutadores por um mundo sem catracas. Um motorista do sistema de transporte público esfaqueou e matou um jovem que havia furado um tubo no Sítio Cercado. Esta atitude absurda com conotações fascistas deve ser analisada por todo indivíduo interessado na luta por um transporte público digno, de qualidade e livre. A mentalidade burguesa é tão corrosiva que faz o trabalhador reproduzir suas atitudes fascistas, como o ódio ao que ele provavelmente considerou um vagabundo, um marginal, chegando ao ponto de assassiná-lo, para defender o quê? O lucro do patrão? É lamentável o ponto em que chegou esta situação. Mais informações http://www.bandab.com.br/jornalismo/jovem-fura-catraca-e-e-assassinado-dentro-de-estacao-tubo-em-curitiba-autor-seria-ex-cobrador/
Afinal de contas, de quem é a culpa da condição indigna em que trabalham cobradores e motoristas? De quem é a culpa da condição indigna sob a qual precisam se locomover trabalhadores, trabalhadoras e estudantes, principalmente os moradores da periferia? Da máfia do transporte público em conluio com a prefeitura, que a cada ano aumentam o valor da tarifa, que descontam do salário do cobrador em caso de assalto entre tantos outros absurdos.

Pular a catraca é uma ação legítima contra uma condição injusta, trabalhadores do sistema de transporte e usuários devem estar unidos contra os interesses dos empresários mercenários que dominam o sistema de transporte da cidade e não matando a si próprios pra defender o lucro do patrão.

Nossos pêsames ao jovem assassinado.

Por  um mundo sem catracas;

Tarifa Zero Curitiba

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[CTZ – Curitiba] Projeto de lei do Passe Livre inicia tramitação!

Retirado de:                                           http://tarifazerocuritiba.wordpress.com/2014/09/22/185/

Trabalhadores e Trabalhadoras,

Nesta segunda-feira dia 22, o projeto de passe livre para estudantes da Frente de Luta pelo Transporte, finalmente será apreciado na comissão legislativa da Câmara Municipal de Curitiba.

O Coletivo Tarifa Zero estará presente para cobrar dos vereadores uma posição em relação ao projeto de lei de iniciativa popular do Passe Livre Estudantil que se encontra parado na Câmara. Aproveitamos também esta oportunidade para lembrar que este projeto só entrou na Câmara Municipal de Curitiba após a vitoriosa ocupação da mesma, que a Frente de Luta pelo Transporte realizou  há quase um ano atrás, em outubro de 2013. Nesta ocasião, ouvimos promessas de que o projeto seria votado em caráter de urgência.  O que não apenas não aconteceu como a Câmara Municipal de Curitiba perdeu os documentos entregues pelo movimento, necessários a tramitação do projeto. Este fato, julgamos é suficiente para  evidenciar o descaso e a incompetência da casa em relação as matérias que são do interesse popular.

Convidamos todos os lutadores, aqueles que almejam uma vida sem catracas a comparecerem a essa sessão da comissão legislativa, na segunda-feira, dia 22, as 8 horas da manhã, na Câmara Municipal de Curitiba (Praça Eufrásio Corrêa) para mais uma exigir que um direito nosso, negado pelos representante do pode público. Nós do Tarifa Zero temos a certeza, que a força do Projeto de lei da Frente de Luta pelo Transporte esta na população, porque é apenas com a pressão do povo que avançaremos nesta luta, pois como vimos a Câmara e os vereadores não somente não se interessam pela medida, como buscam criar entraves a sua tramitação

Coletivo Tarifa Zero – Curitiba

Por Uma Vida Sem Catracas!

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