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MAIS DE 800 OCUPAÇÕES NO PARANÁ! É HORA DE CONTINUAR RESISTINDO!

O governo, a direita e os oportunistas querem desocupar a qualquer custo, mas o movimento é muito forte!

Estudantes secundaristas do Paraná fazendo história! E o movimento no Brasil cresce cada vez mais!

LUTAR! CRIAR PODER POPULAR!

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Ocupações de escolas em dezenas de cidades: Curitiba, Maringá, São José dos Pinhais, Jacarezinho, Cascavel, Araucária, Colombo, Londrina, Campo Magro, Pinhais, Itaipulândia, Prudentópolis, Sabáudia, Ponta Grossa, Lapa, Renascença, Mamborê, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Inajá, Honório Serpa, Guaraniaçu, Ubiratã, Tibagi, Sulina, Siqueira Campos, Sapopema, São Carlos do Ivaí, Tomazina, São João do Ivaí, Ouro Verde do Oeste, Nova Aurora, Jesuítas, Pato Branco, Santo Antônio da Platina, São Pedro do Paraná, Pitangueiras, Presidente Castelo Branco, Santo Antônio do Caiuá, Almirante Tamandaré, Palmeira, Marilena, Paulo Frontin, Pato Bragado, Paranaguá, Sengés, Rio Bom, Mercedes, Ventania, Vitorino, Marquinho, São Mateus do Sul, Wenceslau Braz, Palmital,Antonina, Irati, Jandaia do Sul, Guarapuava, Santa Lucia, Turvo, Telêmaco Borba, Alto Paraná, Nova Laranjeiras, Matinhos, Iguatemi, Amaporã, Guaratuba, Rolândia, Luiziana, Piraquara, Foz do Jordão, Santana do Itararé, Tamarana, São João, Ramilândia, Pérola D’Oeste, Perobal, Itaúna do Sul, Laranjeiras do Sul, Matelândia, Pinhal de São Bento, Realeza, Bom Jesus do Sul, Dois Vizinhos, Ribeirão do Pinhal, Marechal Cândido Rondon, Rio Negro, Farol, Lunardelli, Piraí do Sul, Toledo, Nova Esperança do Sudoeste, Boa Ventura de São Roque, Assaí, Roncador, Iguatu, Iporã, Imbituva, Guapirama, Apucarana, Cambará, Lindoeste, Mariluz, Jaguapitã, Juranda, Palotina, Umuarama, Rancho Alegre D´Oeste, Paraíso do Norte, Godoy Moreira, Santa Maria do Oeste, Cantagalo, Quatro Barras, Tuneiras do Paraná, Cornélio Procópio, Lidianópolis, Antônio Olinto, Clevelândia, Paranapoema, Marilândia do Sul, Cianorte, Jardim Alegre, Pitanga, Santa Terezinha de Itaipu, Mandaguaçu, Rio Branco do Sul, Laranjal, Chopinzinho, Astorga, Bituruna, Jaguariaíva, Rio Azul, Rosário do Ivaí, Inácio Martins, Nova Prata do Iguaçu, União da Vitória, Coronel Vivida, Guaraniaçu, Quedas do Iguaçu, Querência do Norte, Cruz Machado, Balsa Nova, Arapuã, Virmond, Verê, Campo Mourão, São Jorge D’Oeste, Boa Vista da Aparecida, Loanda, Jussara, Candói, Campina Grande do Sul, Barracão, Paiçandu, Arapongas, Arapoti, Peabiru, Anahy, Maria Helena, Manfrinópolis, Japira, Guapirama, Enéas Marques, Diamante do Norte, Corbélia, Congonhinhas, Braganey, Ampere, Ibiporã, Nova Londrina, Guaíra, São João do Triunfo, Terra Rica, Pontal do Paraná, Salto do Lontra, Goioxim, Goioerê, Céu Azul, Cantagalo, Guamiranga, Castro, Coronel Domingos Soares, Farol, Medianeira, Tapejara, Mandirituba, Imbituva, Iguatu, Cambé, Iracema do Oeste, Iretama, Itapejara D’Oeste, Capanema, Francisco Alves, Paranavaí, Palmas, Iguatemi, Santa Maria do Oeste, Planalto, Santo Antônio do Sudoeste, Santa Helena, Rio Bonito do Iguaçu, Pranchita, Foz do Iguaçu, Porto Barreiro, Porto Rico, Três Barras do Paraná, Formosa do Oeste, Missal, Araruna, Sarandi, São Miguel do Iguaçu, Atalaia, Cruzeiro do Iguaçu, Ariranha do Ivaí, Cândido de Abreu, Carambeí, Bela Vista da Caroba, Assis Chateubriand, Nova Esperança, Grandes Rios, Francisco Beltrão, Ivaiporã, Leópolis, Cafelândia.

E mais várias universidades, como: UNIOESTE, UFFS, UEPG, UNESPAR, UEM e UNICENTRO.

E mais Núcleos Regionais de Educação: em Pato Branco, Laranjeiras do Sul e Maringá.

MAIS DE 500 ESCOLAS OCUPADAS NO PARANÁ!

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Em dezenas de cidades: Curitiba, Maringá, São José dos Pinhais, Jacarezinho, Cascavel, Araucária, Colombo, Londrina, Campo Magro, Pinhais, Itaipulândia, Prudentópolis, Sabáudia, Ponta Grossa, Lapa, Renascença, Mamborê, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Inajá, Honório Serpa, Guaraniaçu, Pato Branco, Almirante Tamandaré, Palmeira, Paulo Frontin, Pato Bragado, Paranaguá, Sengés, Rio Bom, Antonina, Irati, Guarapuava, Turvo, Telêmaco Borba, Matinhos, Guaratuba, Rolândia, Piraquara, Foz do Jordão, Tamarana, São João, Ramilândia, Pérola D’Oeste, Laranjeiras do Sul, Pinhal de São Bento, Realeza, Bom Jesus do Sul, Dois Vizinhos, Ribeirão do Pinhal, Marechal Cândido Rondon, Rio Negro, Farol, Piraí do Sul, Toledo, Nova Esperança do Sudoeste, Roncador, Apucarana, Lindoeste, Juranda, Palotina, Umuarama, Rancho Alegre D´Oeste, Paraíso do Norte, Godoy Moreira, Santa Maria do Oeste, Cantagalo, Quatro Barras, Cornélio Procópio, Cianorte, Jardim Alegre, Pitanga, Santa Terezinha de Itaipu, Mandaguaçu, Rio Branco do Sul, Chopinzinho, Bituruna, Jaguariaiva, Inácio Martins, Nova Prata do Iguaçu, União da Vitória, Coronel Vivida, Guaraniaçu, Cruz Machado, Balsa Nova, Virmond, Verê, Campo Mourão, São Jorge D’Oeste, Loanda, Jussara, Candói, Campina Grande do Sul, Barracão, Paiçandu, Arapongas, Arapoti, Peabiru, Anahy, Ampere, Ibiporã, Guaíra, São João do Triunfo, Terra Rica, Pontal do Paraná, Salto do Lontra, Goioxim, Goioerê, Cantagalo, Guamiranga, Castro, Medianeira, Tapejara, Mandirituba, Santo Antônio do Sudoeste, Cambé, Capanema, Paranavaí, Palmas, Santa Maria do Oeste, Planalto, Santo Antônio do Sudoeste, Santa Helena, Rio Bonito do Iguaçu, Pranchita, Foz do Iguaçu, Porto Barreiro, Porto Rico, Três Barras do Paraná, Missal, Araruna, Sarandi, São Miguel do Iguaçu, Cruzeiro do Iguaçu, Carambeí, Bela Vista da Caroba, Assis Chateubriand, Nova Esperança, Francisco Beltrão, Ivaiporã, Leópolis, Cafelândia.

E ainda universidades! UNIOESTE – Marechal Rondon, UNIOESTE – Toledo, UNIOESTE – Cascavel, UFFS – Laranjeiras do Sul, UNESPAR – União da Vitória, UNESPAR – Paranaguá, UNESPAR – Campo Mourão, UEM – Cianorte.

E ainda Núcleos Regionais de Educação: NRE – Laranjeiras do Sul, NRE – Pato Branco.

OCUPAR E RESISTIR!

MAIS DE 300 ESCOLAS OCUPADAS NO PARANÁ!

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Em dezenas de cidades: Curitiba, Maringá, São José dos Pinhais, Cascavel, Araucária, Colombo, Londrina, Pinhais, Prudentópolis, Ponta Grossa, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Pato Branco, Almirante Tamandaré, Paranaguá, Sengés, Antonina, Guarapuava, Matinhos, Guaratuba, Piraquara, Laranjeiras do Sul, Pinhal de São Bento, Realeza, Dois Vizinhos, Marechal Cândido Rondon, Rio Negro, Piraí do Sul, Toledo, Apucarana, Palotina, Cianorte, Mandaguaçu, Rio Branco do Sul, Nova Prata do Iguaçu, União da Vitória, Guaraniaçu, Balsa Nova, Campo Mourão, São Jorge D’Oeste, Paiçandu, Ampere, Ibiporã, Guaíra, São João do Triunfo, Pontal do Paraná, Goioerê, Cantagalo, Castro, Medianeira, Tapejara, Mandirituba, Santo Antônio do Sudoeste, Cambé, Paranavaí, Palmas, Planalto, Santa Helena, Rio Bonito do Iguaçu, Pranchita, Foz do Iguaçu, Três Barras do Paraná, Missal,Sarandi, São Miguel do Iguaçu, Cruzeiro do Iguaçu, Carambeí, Nova Esperança, Francisco Beltrão, Ivaiporã, Leópolis, Cafelândia.

E ainda universidades! UNIOESTE – Marechal Rondon, UNIOESTE – Toledo, UNIOESTE – Cascavel, UFFS – Laranjeiras do Sul, UNESPAR – União da Vitória, UNESPAR – Paranaguá.

[CQM] Salários atrasados, universidades fechadas e RU mais caro: 2016 será ano de lutas no Paraná

Retirado de: https://quebrandomuros.wordpress.com/2016/01/15/salarios-atrasados-universidades-fechadas-e-ru-mais-caro-2016-sera-ano-de-lutas-no-parana/

AUMENTO DO RU PRENUNCIA NOVOS ATAQUES AOS TRABALHADORES E ESTUDANTES

Desde o dia 12 de janeiro trabalhadores da Universidade Federal do Paraná, técnicos administrativos, professores/as, funcionários/as da funpar, do hc e terceirizados/as passarão a pagar o valor integral de 6 reais nas refeições do RU. Até a data, professores/as pagavam 2,40, terceirizados/as eram isentos/as e demais trabalhadores/as pagavam 1,90. O reitor afirmou que a medida não afetaria os/as estudantes, já que o congelamento do preço do RU foi parte do acordo da greve. O aumento do preço já era algo previsto pelas trabalhadoras do ru, que relatam que há tempos o restaurante não tem recursos para funcionar. De acordo com funcionárias, os fornecedores não são pagos há meses, e por conta disto alguns estão se recusando a entregar os produtos, o que tem limitado bastante o cardápio do ru. A previsão é que isso se agrave nos meses de férias, podendo ser repetida a experiência que tivemos no primeiro semestre de 2015 de o RU servir apenas arroz e feijão.

CORTES ATINGEM OUTROS SERVIÇOS DA UFPR

A situação do restaurante universitário é uma amostra da universidade como um todo: cada vez mais precarizada e sofrendo cortes de recursos. Os/as funcionários/as terceirizados estão sentindo isso do modo mais imediato, com a insegurança de não saber se o salário virá ou não. A UFPR atualmente contrata serviço de várias empresas terceirizadas para segurança (Poliservice), portaria (Habitual), RU (Progresso), limpeza (WW Serv), manutenção (CDN). Todavia, com todas se repete a mesma relação de descaso para os trabalhadores/as e as mesmas falsas promessas nas negociações. Em dezembro a circulação do intercampi foi paralisada por falta de pagamentodos motoristas terceirizados da empresa Habitual. Terceirizados/as da empresa Habitual contam que houve casos de motoristas que precisaram realizar empréstimos para voltar de viagens para a universidade pois não apenas não receberam o salário, mas também faltou o pagamento do custeio do deslocamento. Desde o primeiro mês que a empresa, que também emprega os/as funcionários/as da portaria, foi contratada, os pagamentos estariam vindo parcelados, o que causa muitos prejuízos para o orçamento desses/as trabalhadores/as, já que suas despesas não podem esperar. A falta de pagamento também se estendeu às funcionárias da limpeza e RU. As trabalhadoras da limpeza, contratadas pela WW Serv, informam que, além do atraso no pagamento, não há o fornecimento de materiais de limpeza, tendo que elas próprias comprar esses produtos para manter limpa a universidade. Elas já haviam feito uma paralisação no início do semestre pelos atrasos no salário. No RU, uma funcionária desabafa dizendo que espera que a paralisação do RU tenha sensibilizado os estudantes: “É muito ruim vocês ficarem sem almoço, mas nós estamos passando por isso todo dia, pela incerteza de não ter comida em casa porque não estamos recebendo o salário.”. As trabalhadoras temiam que no período de férias, sem a presença dos alunos para auxiliar na pressão à reitoria, os salários voltassem a atrasar. Felizmente, após a mobilização em dezembro os salários foram pagos e o do mês de janeiro recebido sem atrasos.

Foto: Greve das trabalhadoras terceirizadas da limpeza em setembro, na UFPR

DEPOIS DE UM ANO E MEIO DE EBSERH…

Funcionários e funcionárias do HC, que desde o ano passado é administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), contam que desde que a EBSERH entrou a qualidade do trabalho e do serviço piorou muito. Não há itens básicos de escritório, como papel para imprimir os prontuários. A EBSERH é uma empresa pública com caráter privado, ou seja, ela capta recursos públicos mas tem uma administração privada e atende a demandas de uma empresa privada. De acordo com a própria administração da reitoria a tendência é que o HC cada vez mais se desvincule da UPFR. Por exemplo, em breve os funcionários do HC não poderão mais utilizar o RU para fazer suas refeições. Os/as trabalhadores/as da Funpar/HC relatam que além da falta de materiais básicos também estão sofrendo com atrasos nos salários repetidamente, inclusive nos últimos dois meses, dezembro e janeiro. Além disso, referem a intensificação de casos de assédio moral após a entrada da empresa na administração do hospital.

UNIVERSIDADES ESTADUAIS DE PORTAS FECHADAS DEVIVO AO NÃO-PAGAMENTO DE  TERCEIRIZADAS

Na UNESPAR a situação não é diferente, e no campus de Curitiba II (FAP) os trabalhadores paralisaram em dezembro também em razão do não pagamento de salários. Lá os terceirizados/as da empresa Hpimentel, que prestam serviços técnicos especializados em cinema, teatro e informática, já estavam há um ano sem receber regularmente, com atrasos ou descontos. As trabalhadoras da limpeza são empregadas da empresa Tecnolimp, que em 2015 havia diminuido pela metade o quadro de funcionárias. Trabalhando o dobro para receber o mesmo salário, em dezembro a previsão era de que não haveria pagamento de salário ou décimo terceiro para as/os trabalahdoras/es de ambas as empresas. A universidade, que teve seu orçamento cortado em cerca de 50% esse ano, teve as atividades no Campus II (FAP) encerradas com a paralisação, pois sem os/as terceirizados/as a universidade não tem condições de funcionar. Por esse motivo, as aulas foram suspensas e as férias antecipadas.

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Foto: faixa do movimento estudantil da UNESPAR Curitiba II (FAP) em apoio às/aos trabalhadoras/es terceirizadas/os.

Outros campi da UNESPAR, como Paranaguá, e a Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), também tiveram suas atividades encerradas devido aos cortes, que tornaram a situação alarmante em todas as universidades estaduais. Todos os campi da UNESPAR acumulam dívidas gigantescas com empressas e fornecedores. Em União da Vitória, os/as trabalhadores/as terceirizados/as também estão sem salário. Lá e em Campo Mourão, os atrasos em pagamentos acarretaram em dívidas que podem impedir o início das aulas em 2016.

O atraso no salário dos/as terceirizados/as vem de uma longa cadeia: a empresa terceirizada não paga porque a reitoria não realiza o pagamento, porque os governos, federal ou estadual, atrasam ou cortam o repasse de verbas. No momento de negociação, quem participa não são os trabalhadores, aqueles que sofrem e estão diretamente implicados, mas apenas os patrões (reitoria e empresa) e um sindicato deslocado que se alinha mais com os patrões do que com os trabalhadores. A atuação do Siemaco, sindicato que deveria representar os terceirizados/as, consiste em tentar destruir qualquer tentativa de mobilização por parte dos trabalhadores/as. Na última paralisação das funcionárias da limpeza, as trabalhadoras faziam um ato no pátio do RU. O Sindicato ligou para as terceirizadas dos outros campi advertindo que elas não deveriam se juntar ao protesto, mas permanecer em seus locais de trabalho esperando o momento de voltar a trabalhar. O que o Siemaco espera é que os/as trabalhadores/as façam uma greve em silêncio, esperando apenas o resultado de negociações das quais eles não podem participar, mas que estão decidindo sobre suas vidas. Desse modo, sindicato, empresa, reitoria e Estado demonstram seu total descaso e falta de interesse pelas condições de vida e trabalho dessas pessoas.
Declaramos nosso repúdio a essa situação e à luta dos/as terceirizados/as nosso total apoio, pois nessas horas todo apoio é decisivo! Desde o início estivemos presentes ao lado das trabalhadoras e trabalhadores dando o suporte que nos estava ao alcance. Portanto, chamamos toda a comunidade acadêmica para prestar solidariedade à essa luta, para ficarmos atentos aos ataques às/aos terceirizadas/os e, quando preciso, fazermos barulho juntos e garantirmos que não caiam represálias sobre aqueles que não estão pedindo nenhuma esmola, mas reivindicando seus direitos. Criticamos, também, os sindicatos pelegos e burocratizados que não incentivam a luta e ainda tentam acalmar as iniciativas próprias de trabalhadores/as. São os terceirizados/as que mantêm funcionando as Universidades e um ataque a eles/elas é um ataque à toda comunidade acadêmica e toda a classe trabalhadora! Sejam estudantes, terceirizados/as, técnicos/as e professores/as, nossa luta é junta! Neste momento, estudantes da UFPR assistem o PIBID, Programa de Iniciação a Docência, sendo aos poucos exterminado, limitando sua formação caso queiram ser professores. A Capes anunciou que não admitirá novos bolsistas e cortará gradativamente aqueles que estão cadastrados. Além de tudo, bolsistas do PIBID também correm o risco de deixar de receber suas bolsas nas férias entre o pouco tempo que lhes resta de programa. Já sofremos das mais variáveis barreiras para entrar na universidade, e quando conseguimos, não temos assistência estudantil para permanecer nela, inclusive porque há injustiça para com aquelas/es que a mantêm!

Dizemos basta a essas peneiras sociais, dizemos chega de injustiça e descaso! Queremos condições de ensino e de trabalho. Queremos nossas bolsas e nossos salários, e por isso vamos lutar. Venha junto! A existência da universidade pública depende de nossa mobilização e todo apoio é crucial!

Livraria Anarquista Alberto “Pocho” Mechoso – Para todo o Paraná

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Após quase uma década de venda de livros anarquistas, o Coletivo Anarquista Luta de Classe lança a Livraria Alberto “Pocho” Mechoso, em homenagem a um grande militante anarquista uruguaio e com objetivo de propagandear ainda mais o anarquismo organizado por todo o Paraná.

Visite a aba do site que tem todos os nosso títulos: https://anarquismopr.org/livrariapocho/

Curta nossa página no Facebook e confira todos os livros: https://www.facebook.com/livrariapocho/

Veja nosso catálogo: Lista Livraria Pocho

Envie seu pedido para livrariapocho@riseup.net

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No Batente #5 – Retomada do Anarquismo Organizado no Paraná

Este é o quinto número do jornal No Batente, órgão de informação e análise do Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC). Ficamos felizes por mais uma edição poder chegar aos companheiros e companheiras de luta!

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Meia década de construção do Anarquismo Especifista no Paraná
Neste mês de outubro de 2015, o Coletivo Anarquista Luta de Classe completa 5 anos de existência pública. No dia 31 de outubro de 2010, o CALC lançou sua carta de apresentação e desde lá continua firme em defesa da organização, ação direta e autogestão da classe oprimida. Uma organização política anarquista que nasceu na cidade de Curitiba e que vai expandindo sua influência para outras regiões do Paraná, buscando ser um espaço para articular anarquistas especifistas e inseri-los de forma organizada nas lutas que são construídas neste estado.

Leia o no BATENTE #5 clicando no link – NO BATENTE – ou na imagem acima.

[CAMPO MOURÃO] Grupo de Estudos Libertários (GEL) Especial – Poder Popular – 12/09/2015

O Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) articulará um encontro especial do Grupo de Estudos Libertários (GEL) na cidade de Campo Mourão. Com o tema “Poder Popular” – a partir da concepção da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB).

Quando: 12 de setembro de 2015, sábado, às 10 horas.

Onde: Auditório da UNESPAR/Fecilcam.

Vamos debater o tema Poder Popular com base na Revista Socialismo Libertário #1 da Coordenação Anarquista Brasileira.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1663196093937981/

Baixe a revista aqui: Revista Socialismo Libertário 1 – 2012

Venha debater conosco!

2014 acabou, mas em 2015 a luta continua!

Neste ano de 2014 tivemos muita luta no Paraná e no Brasil! Os movimentos sociais combativos e o anarquismo organizado se fortalecem cada vez mais, com ação e democracia direta avançamos rumo a uma sociedade mais justa e igualitária.

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A luta por um transporte público de qualidade e pela tarifa zero continuam! Com organização e ação direta fizemos com que o Projeto de Lei pelo Passe Livre para estudantes e desempregados tramitasse e vamos fazer ele sair do papel com muita luta em 2015.

Suplicy arrancado

Não esquecemos e não perdoamos os 50 anos do Golpe Militar. Na UFPR, durante a ditadura, o ex-Reitor Flávio Suplicy de Lacerda tentou instaurar mensalidades nas universidades públicas, foi o Ministro da Educação responsável pelo acordo MEC-Usaid e perseguiu muitos estudantes. No pátio da Reitoria existia um busto representando esse senhor, que foi arrancado em um ato simbólico dos estudantes, professores e servidores da UFPR.

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Teve muita luta contra a privatização Hospital de Clínicas (HC-UFPR)! Porém, com golpe do Reitor, criminalização e repressão do Estado e Polícia, a classe dominante conseguiu privatizar o maior hospital público do Paraná – mas a luta vai continuar!

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Foi lançado o Movimento de Organização de Base – Paraná – movimento combativo de luta comunitária!

A organização e luta por moradia digna, água, luz e regularização fundiária aconteceu durante o ano inteiro, mas, ainda sem estas conquistas, aconteceu uma grande tragédia na Portelinha – incêndio que levou o menino Eduardo Domenique à morte. O luto levou à luta e a revolta aconteceu pela ação direta. Para nunca mais acontecerem tragédias com o nosso povo como esta, a luta vai continuar. A CULPA É DO ESTADO! EDUARDO PRESENTE!

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Em 2014 também tivemos nossos grupos de estudos acontecendo em 3 cidades do Paraná (Curitiba, Maringá e Campo Mourão). Lançamos o Círculos de Estudos Libertários (CEL) em Maringá, fizemos mais um ciclo do CEL em Curitiba e começamos o primeiro ciclo do Grupo de Estudos Libertários (GEL) na UTFPR – Campo Mourão.

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Durante este 2014, ano do bicentenário de nascimento de Mikhail Bakunin, apresentamos o seminário “200 anos Bakunin: O Anarquismo Organizado nas Revoltas do Presente” em Curitiba, Maringá, Campo Mourão, Londrina e Foz do Iguaçu!

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Lançamos duas edições do nosso periódico No Batente, que passou a ser semestral. A primeira em maio sobre os 200 anos de Bakunin e a segunda em outubro sobre as eleições burguesas e como votam os anarquistas.

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Continuamos com a venda de livros na banquinha do CALC – e em 2015 vai ter muita novidade!

opinic3a3o-anarquista-5-2014_page_1Lançamos 2 Opiniões Anarquistas este ano – um sobre a luta contra a EBSERH e o outro sobre a Copa do Mundo no Brasil.

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Foi lançado o site da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) – da qual o CALC faz parte – anarquismo.noblogs.org, assim como novas edições da Revista Socialismo Libertário e do Jornal Socialismo Libertário – ambos da CAB.

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E no final do ano, dia 7 de dezembro, se foi um grande companheiro de luta:

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‘Descanse em paz, companheiro.

Sua revolta e determinação para construirmos uma sociedade justa, igualitária e libertária nunca serão esquecidas.

Grande colaborador com os encontros do CEL em Curitiba, com a venda dos nossos livros anarquistas, com a luta pelo transporte na capital paranaense.

Um anarquista que defendia organização, um antifascista que viveu e lutou para vivermos em um mundo sem dominação.

DIEGO PRESENTE! PRESENTE! PRESENTE!’

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Em 2015 a luta dos oprimidos e a propaganda anarquista continuam! Você é do Paraná e se interessa pela luta e pelo anarquismo organizado? Entre em contato conosco!

Lutar! Criar Poder Popular!

Arriba lxs que luchan!

[CAMPO MOURÃO] 3º ENCONTRO DO GRUPO DE ESTUDOS LIBERTÁRIOS (GEL) – UTFPR – NA PRÓXIMA TERÇA (11/11/2014)!

Teoria e Ideologia

Na próxima terça-feira, 11 de novembro, o CALC articulará o terceiro encontro do Grupo de Estudo Libertários (GEL) UTFPR na cidade de Campo Mourão! Faremos o GEL na Sala do DCE da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), às 17:30.

Este encontro tem como objetivo inicial diferenciar os conceitos de teoria e ideologia, que para nossa corrente são distintos. Após essa distinção, introduziremos a noção de ideologia anarquista, bem como a(s) teoria(s) anarquistas. Então, estabeleceremos a relação direta entre teoria e ideologia.

– Teoria e Ideologia – Revista Socialismo Libertário nº2

Baixe aqui: GEL lll

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Evento no Facebook:                       https://www.facebook.com/events/376373089188816/

Para mais informações sobre os textos e temas que discutiremos durante o ano, visite:             https://coletivoanarquistalutadeclasse.wordpress.com/grupos-de-estudos-libertarios/

Venha participar!

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Quatro anos do Coletivo Anarquista Luta de Classe! Nenhum passo atrás! Firmes na Organização por uma sociedade Socialista Libertária!

Há exatos quatro anos atrás, 31 de outubro de 2010, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) se apresenta publicamente por meio de seu documento de lançamento: Carta de Apresentação do CALC.

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O CALC, mesmo em pouco tempo história até agora, busca formar um espaço de militância e organização para os anarquistas do Paraná com o objetivo de inseri-los de forma organizada nas lutas que acontecem no nosso estado. Desde sua fundação, o CALC é formado por militantes engajados na luta comunitária e estudantil.

Surgindo na capital paranaense, Curitiba, a militância de nossa organização buscou se integrar às mais diversas lutas protagonizadas pela classe dominada na capital, como a luta por um transporte público de qualidade (compondo a Frente de Luta pelo Transporte) e pela saúde (compondo Frente de Luta para Não Perder o HC). Deste modo, podemos afirmar que o CALC é uma organização de trabalhadores, estudantes, militantes da periferia, que faz parte da classe dominada e luta para transformar esta dura realidade.

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Neste ano de 2014 temos tentado articular nossa militância também em torno das lutas sindicais (além de compormos as lutas estudantis e comunitárias), em especial no campo da educação pública, assim afiando nossos instrumentos de luta e ampliando nossa influência em meio aos explorados. Em um ano de aumento da repressão e criminalização dos movimentos sociais, não negligenciamos também a luta pelos Direitos Humanos, colocando peso na denúncia dos crimes da ditadura, fazendo parte da campanha “Protesto não é Crime” da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) e somando esforços no Comitê “Lutar Não é Crime” – que foi fundado para defender o lutador e agora processado político Nicolas Pacheco.

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Buscamos também afirmar a política dos anarquistas, mesmo em períodos tão difíceis de marcar uma posição como estes “tempos de eleições”. Buscamos esclarecer que os anarquistas não se abstêm da política, mas sim “votam” nas lutas, nas organizações da classe trabalhadora, pois entendem que este é o lugar para se construir um projeto de emancipação social (nosso projeto é o Poder Popular) e não as urnas e a disputa do Estado Burguês. Leia mais em: Como Votam os Anarquistas?, Elementos da Conjuntura Eleitoral 2014, Breve Análise Socialista Libertária sobre o resultados das urnas em 2014 No Batente 4.

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Não podemos deixar de citar o esforço de nossa militância na busca pela ampliação do espaço que ocupa o Anarquismo Organizado na terra das araucárias, em especial pela proposta de levar o Seminário 200 anos Bakunin: O Anarquismo Organizado nas Revoltas do Presente para várias cidades de todas as partes do Paraná. Os espaços dos 200 anos de Bakunin estão gerando novos Grupos de Estudos Libertários articulados pelo CALC em várias cidades do estado. Tais grupos de estudo tem o intuito de fomentar a discussão sobre a importância, concepções e prática dos anarquistas organizados, em especial dos especifistas. Já existem Círculos de Estudos Libertários e Grupos de Estudos Libertários articulados pela nossa organização em Curitiba, Campo Mourão e Maringá!

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Cabe ainda ressaltar que nossa militância é parte da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB). A coordenação articula um projeto de militância nacional do Anarquismo Especifista, sendo composta por organizações de 9 estados do Brasil. Deste modo, mesmo que de forma modesta colaboramos para a difusão e organização de nossa corrente. Na medida do possível, buscamos ainda ampliar nossa militância para além das fronteiras do Brasil, assim nos articulamos por meio da CAB com a fAu (Federação Anarquista Uruguaia) e o ZACF (Zabalaza Anarchist Communist Front da África do Sul), afirmando o internacionalismo que aponta que a pátria dos explorados é o mundo do trabalho.

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Não podemos esquecer do também modesto, mas válido esforço do CALC, de rearticular a imprensa anarquista, com a circulação de o No Batente que já está em seu quarto número e de o Opinião Anarquista que já conta com 6 edições. Sempre fizemos também por divulgar o Socialismo Libertário, órgão de informação da CAB. Temos feito um crescente trabalho de difusão e comunicação das lutas e organização dos especifistas no Paraná e no Brasil a partir de nosso site: anarquismopr.org e da nossa página no Facebook.

ou se vota com os de cima ou se luta com os de baixo jornal nobatente3

Já demos alguns passos nesta caminhada, afinal, quando começamos contávamos apenas com uma jovem, mas disciplinada militância. O anarquismo organizado no Paraná se encontrava disperso e muito a margem das lutas sociais, no entanto, atualmente ocupamos um modesto posto nas lutas, justamente porque não exigimos nada a mais que “um lugar na luta”! Deste modo, já inscrevemos nossa militância na História do Anarquismo do Paraná, mas muito ainda temos a caminhar, pois não podemos afirmar nada diferente do que consta nas nossas palavras iniciais, de quando nos lançamos a quatro anos:

“Por isso buscamos um retorno organizado às lutas sociais, esperando que outros companheiros e companheiras da cidade de Curitiba e do Paraná venham se juntar a nós. Assim, acreditamos que será possível retomarmos o caráter social e classista que o anarquismo sempre portou, pois se continuarmos desorganizados ideologicamente não constituiremos uma força política capaz de intervir na dinâmica das lutas sociais, o que só interessa aos nossos adversários e inimigos de classe.” (CALC, 2010)

Humildemente conseguimos criar este espaço de organização para a luta, seguiremos firmes em nosso propósito, ombro a ombro com as exploradas e os explorados, buscando ampliar nossa influência e organização com os de baixo! Se foram quatro anos. Virão mais muitos de luta em busca do Socialismo e da Liberdade!

 Vida longa ao CALC!

Vida longa a CAB!

Lutar! Criar Poder Popular!

Arriba lxs que luchan!

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