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[CABN] Boletim mai/2015

Retirado de: http://www.cabn.libertar.org/boletim-mai2015/

Salve companheirada!

Neste boletim de maio: Paraná em luta, Sarau 1º de Maio (Joinville), Ponta do Coral (Florianópolis), Livraria 36 (Joinville), 1º Encontro de Teatro Social e Comunitário (Joinville)

Paraná em luta

Frente à aguerrida luta realizada pelo funcionalismo público no Paraná, com grande participação da categoria de professores, que sofreu brutal violência do governo Beto Richa, a Coordenação Anarquista Brasileira publicou duas notas.
“Toda solidariedade à luta das funcionárias e funcionários públicos do Paraná”
http://anarquismo.noblogs.org/?p=148

“Protesto não é crime! Toda solidariedade ao Coletivo Quebrando Muros”:
http://anarquismo.noblogs.org/?p=150

Sarau 1º de Maio

Junto a outras companheiras e companheiros de Joinville, o CABN organizou no 1º de maio um sarau de arte popular e classista, buscando abrir espaço pra produção artística “desde baixo e à esquerda” na cidade. Leia a crônica do evento:
http://www.cabn.libertar.org/cronica-sarau-de-1o-de-maio/

Nota do Movimento Ponta do Coral 100% Pública

O Movimento Ponta do Coral 100% Pública lançou nota recente a respeito das últimas alegações da Prefeitura, indicando os próximos passos para a luta em defesa da área e pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas: retonar o zoneamento da área para Área Verde de Lazer (AVL) e repudiar qualquer permuta do terreno com áreas públicas, pois sua venda foi ilegal. Não vai ter hotel, vai ter parque!

https://parqueculturaldas3pontas.wordpress.com/2015/06/05/projeto-do-parque-cultural-das-3-pontas-e-resultado-de-anos-de-luta-do-movimento-ponta-do-coral-100-publica-e-da-cidade-nao-deixaremos-o-prefeito-e-a-fatma-voltarem-atras-e-reivindicamos-retorno-imed/

1º Encontro de Teatro Social e Comunitário – Joinville/SC

Entre os dias 16 a 17 de maio, o Espaço Cultural Casa Iririú promoveu o 1º Encontro de Teatro Social e Comunitário. A programação contou atividades diversas sobre o fazer teatral com temática social e comunitária. Entre as atividades, estava o Teatro Jornal realizado com jovens atores e atrizes com coordenação de Augusto Boal no contexto da ditadura, o teatro independente estimulado por diferentes grupos nos anos de 1970 na capital de São Paulo, o teatro de vizinho organizado no interior da Argentina e uma palestra sobre a relação entre o teatro e anarquismo no contexto do movimento operário brasileiro nas primeiras décadas do século passado. A Livraria 36 marcou presença com uma banca de literatura anarquista, questionadora e instigante. Viva o teatro social! Viva o teatro comunitário!

Estante da L36 – Joinville/SC

A Livraria 36 continua itinerante. Porém, agora é possível encontrar títulos da L36 num ponto fixo, é no Estúdio Rosa Negra Tatuagens, localizado na Rua Itajaí, número 270, Centro.  É uma iniciativa modesta com intuído de propaganda anarquista.  Mais informações da L36 via facebook:
https://www.facebook.com/Livraria36

Encerramos este boletim com um inspirado texto de Gerardo Gatti, militante fundador da Federação Anarquista Uruguaia, escrito em exílio no ano de 1975, “Definições de um Companheiro”:
http://www.anarkismo.net/article/13369

Saudações libertárias!
Coletivo Anarquista Bandeira Negra, integrante da Coordenação Anarquista Brasileira.

Para entrar em nossa lista de notícias, envie um e-mail para ca-bn@riseup.net.

Nota de repúdio à criminalização do Coletivo Quebrando Muros, estudantes da UEL e Antifa 16

protesto

Após o massacre do movimento de luta pela educação pública no dia 29 de abril, o governo de Beto Richa (PSDB), através da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, tentou criminalizar “grupos radicais” por terem iniciado o confronto com a polícia.

Em coletiva de imprensa, o ex-Secretário de Segurança Pública do Paraná (Fernando Francischini) e um delegado da polícia federal “divulgaram as informações coletadas pelo departamento da inteligência da SESP” colocando estudantes da UEL, o Coletivo Quebrando Muros e Antifa 16 como sendo “baderneiros, black blocks” responsáveis pela tentativa de invasão da ALEP. MENTIRAS NÃO PASSARÃO!

O movimento de luta se esforçou para impedir a votação do PL da Previdência a partir da ação direta, da pressão popular, assim como em fevereiro quando o Estado tentou passar o “pacotaço de maldades”. Inúmeras categorias, estudantes e outros movimentos sociais fizeram parte do processo de decisão das ações tanto em fevereiro como no 29 de abril.

O que houve foi um massacre, o braço armado do Estado – a polícia, apenas utilizou de todo seu aparato militar para reprimir o movimento de luta pelos direitos trabalhistas. E ainda ousam criminalizar os libertários.

Ainda por cima, nas reportagens que divulgaram a coletiva de imprensa da SESP, especialmente na CBN e RPC (filiada à Rede Globo), colocaram os grupos como “pregadores da anarquia”, de forma a tentar criminalizar a ideologia anarquista.

NÃO VAMOS ACEITAR ESTE TIPO DE INTIMIDAÇÃO!

Toda solidariedade aos criminalizados e criminalizadas! É inaceitável este tipo de intimidação, com destaque no que foi feito a estudantes da UEL que sofreram humilhações absurdas pela polícia, tendo quatro detidos no dia 29, além de fortíssimos abusos e ameaças. Como na maioria das universidades estaduais, a de Londrina está muito sucateada e o movimento estudantil e sindical cada vez mais mobilizado. TODO APOIO À LUTA DOS TRABALHADORES, TRABALHADORAS E ESTUDANTES DA UEL!

O agrupamento de tendência Coletivo Quebrando Muros tem destacada atuação estudantil e sindical, leia mais em Protestar não é Crime: Quebrando Muros e o Antifa 16 compõe a luta por transporte público a anos e está lado a lado na luta dos servidores e servidoras. FASCISTAS NÃO PASSARÃO!

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PROTESTO NÃO É CRIME!

CRIMINOSO É O ESTADO!

RESPEITEM AS BANDEIRAS RUBRO NEGRAS!

RODEAR DE SOLIDARIEDADE OS QUE LUTAM!

TODA SOLIDARIEDADE AO COLETIVO QUEBRANDO MUROS, ESTUDANTES DA UEL, ANTIFA 16 E TODXS CRIMINALIZADXS!

Leiam:

NOTA DO COLETIVO QUEBRANDO MUROS https://quebrandomuros.wordpress.com/2015/05/05/protestar-nao-e-crime-criminoso-e-o-estado/

NOTA DE SOLIDARIEDADE DA CAB: http://anarquismo.noblogs.org/?p=150

PUBLICAÇÃO DO CALC SOBRE O MASSACRE DE 29/04/2015: https://anarquismopr.org/2015/04/30/o-estado-e-29-de-abril-de-2015/

[OASL] Moção de apoio ao direito de greve em Taboão da Serra

Retirado de: http://anarquismosp.org/2014/10/14/taboao/

Em junho deste ano, o funcionalismo público de Taboão da Serra (SP) realizou uma greve histórica por 20 dias. A mobilização conquistou o abono salarial de R$100 a R$200 reais aos trabalhadores das faixas salariais menores e unificou setores variados do funcionalismo, entre professoras, assistentes sociais e usineiros. Ao término da greve, que era composto majoritariamente por mulheres, algumas grevistas foram perseguidas pela prefeitura. Entre elas, a companheira Sandra Fortes.

A prefeitura de Taboão da Serra está movendo um processo administrativo contra a professora Sandra Fortes, expondo a característica mais cruel do atual governo municipal: o ataque e a perseguição às lutadoras. A prefeitura não respeita sequer a data base dos trabalhadores e seus direitos mais básicos, se negando a negociar com os trabalhadores e fazendo ataques caluniosos, individualizando e punindo aqueles que estão em luta.

A Organização Anarquista Socialismo Libertário se solidariza com a luta das funcionárias e funcionários municipais de Taboão da Serra e também está em defesa da professora Sandra Fortes.

Somos todas Fortes!

OASL/CAB

14 de outubro de 2014