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A História sendo construída: Ocupações de Escolas no Paraná

Texto retirado do Jornal NO BATENTE 7

As mais de 850 escolas estaduais ocupadas no Paraná em 2016 foram um marco na história da luta estudantil mundial. Este processo, que não era previsível nem pelos estudantes, professores e pesquisadores, tampouco pelos movimentos sociais e organizações políticas, se deve em grande medida pela influência de outros processos de luta na América Latina.

Ocupações secundaristas anteriores

No ano de 2006 houve, no Chile, uma onda de ocupações de escolas chamada A Revolta dos Pinguins. Esta experiência de luta com protagonismo estudantil seguiu inspirando estudantes e foi talvez a maior influência para o processo brasileiro do final de 2015 e início de 2016. Em São Paulo mais de 200 escolas foram ocupadas contra o fechamento de escolas proposto por Alckmin (PSDB) e ao redor do país houve também ocupações contra o projeto Escola sem Partido, por merenda de qualidade e contra a privatização, terceirização e precarização da educação. Neste período, o Rio Grande do Sul ocupou mais de 100 escolas, o Rio de Janeiro e o Ceará tiveram mais de 50 e Goiás mais de 20.

Histórico de Lutas no Paraná

O estado do Paraná conta ainda com importante história de lutas e conquistas do povo, seja na cidade, no campo ou floresta. Neste estado houve expressiva luta estudantil contra a ditadura militar e aqui surgiu o maior movimento social organizado do mundo, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), além de dezenas de ocupações urbanas que marcaram os anos 80 e 90.

A tática de ocupar prédios públicos para reivindicar direitos é comum a muitos movimentos sociais e bastante utilizada por estudantes nas universidades públicas brasileiras. Estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), utilizaram esta tática diversas vezes, tomando o prédio da Reitoria e impedindo o funcionamento normal da instituição até que as pautas fossem negociadas. Desde os anos 2000 a UFPR, por exemplo, teve sua Reitoria e campus ocupados por quatro vezes, na UEL, foram três ocupações até agora; e na UEM duas. Ou seja, esta prática marcou a história das universidades, escolas e escolas técnicas por todo o Paraná e pelo Brasil.

Além das lutas estudantis propriamente ditas, outros processos de luta influenciaram os secundaristas paranaenses. Recentemente, em 2015, houve um episódio conhecido como Massacre do Centro Cívico, que aconteceu em 29 de abril em Curitiba. Neste dia milhares de trabalhadoras e trabalhadores de diversas categorias do funcionalismo público municipal foram atacados com bala de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogênio. Neste período ocorreram duas ocupações da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP), protagonizadas por educadores, estudantes e outros trabalhadores indignados contra o Pacotaço de Maldades proposto por Beto Richa (PSDB). Vários dos estudantes presentes em solidariedade aos seus professores ocuparam suas escolas cerca um ano e meio depois para, mais uma vez, defender a educação publica e nossos direitos.

Jornadas de Junho de 2013

As Jornadas de Junho de 2013 foi também um processo de lutas importantíssimo, conhecido no Brasil e no mundo. Foram milhões de pessoas nas ruas lutando inicialmente contra os aumentos nas tarifas do transporte público e depois estendendo para várias outras pautas, reivindicando, sobretudo, serviços públicos de qualidade. O movimento foi construído independente de partidos políticos e empresas e conquistou redução no valor da passagem de ônibus em mais de 100 cidades brasileiras. Este período marcou a história da luta do povo oprimido no Brasil, demonstrando que é nas ruas que o povo irá forjar seu próprio caminho e que só assim é possível barrar os ataques dos poderosos.

Lições com estas lutas

Todas estas experiências foram marcadas pela intensa defesa de autonomia dos movimentos. Os protagonistas foram as próprias pessoas afetadas pelos diferentes ataques dos de cima. Muitas contribuições foram feitas e muito apoio foi dado por diversas pessoas, coletivos e organizações políticas, mas palavra de ordem entoada pelos estudantes deixava claro seu caráter: “Autonomia, autogestão, é nós por nós defendendo a educação!”. Apareceram também organizações políticas e pessoas contrarias ao movimento tentando desconstruí-lo, mas os estudantes resistiram e quem discutiu e deliberou os rumos das ocupações foram as pessoas diretamente envolvidas.

A combatividade dos movimentos sociais tem estado cada vez mais presente no cenário brasileiro, com aumento no número e na força das ocupações, trancamentos de ruas e marchas que param as cidades. Não foi por meio de conchavos e conversas de gabinete que garantimos nossos direitos, mas sim com a luta combativa das massas. Ainda assim, para combater os ataques com efetividade e coerência foi e é necessário um processo de aprendizagem e auto-organização. Assembleias permitiram que estudantes e trabalhadores entendessem de que modo cada ataque afetaria o futuro e decidissem os rumos que o movimento deveria tomar, disseminando a democracia de base e se distanciando da autoridade de dirigentes.

Contudo, não ganhamos todas as batalhas e muitas ainda estão por vir. O desafio é fazer com que os acúmulos destes processos não se percam e caminhar para o fortalecimento das organizações na base. Muitas destas lutas, entretanto, demonstram fragilidades de organização no campo tático/estratégico. É só com a prática concreta e o acumulo histórico da classe oprimida que podemos avançar e fortalecer a luta do povo. As ocupações de escolas e as lutas que as antecederam nos dão valiosas lições que permitem acertarmos mais no futuro para garantirmos mais direitos!

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[CQM – CURITIBA] A Revolução Curda Hoje (PRÓXIMO SÁBADO)

Retirado de: https://www.facebook.com/events/1745196022385273/

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Na região do Oriente Médio, mais especificamente nas fronteiras da Síria, Turquia, Irã e Iraque, há um cinturão denominado Rojava onde um processo revolucionário está ocorrendo. Nessa região, o povo curdo – que há tempos luta por sua autodeterminação e independência – está construindo uma nova forma de organização social pautada pela democracia de base, anticapitalista, antiestatal e pela libertação das mulheres.

Nesse processo as mulheres são protagonistas do movimento, e além de pegarem em fuzis para combater os ataques do Estado Islâmico, organizam-se em uma brigada própria (Unidade de Proteção das Mulheres – YPJ) para influenciarem na organização dessa sociedade e combaterem os regimes opressivos da região e de seu próprio povo.

O espaço contará com a presença de um militante que esteve em regiões curdas e trará elementos e relatos desse processo revolucionário que consideramos dos mais importantes no contexto atual. Pretendemos relacioná-lo a outros processos de luta e entender o que isso tem a ver com a nossa realidade, na prática.

QUANDO: Sábado (25/06), às 14:30
ONDE: Reitoria UFPR – Dom Pedro I, Sala 613

Toda solidariedade à greve das trabalhadoras terceirizadas da UFPR!

Desde a manhã desta quinta-feira (10/09) as trabalhadoras da limpeza da UFPR estão em greve! Após atraso no último salário (deveria ter sido pago no dia 6) a greve deflagrada pela categoria foi a resposta à negligência da Reitoria.

Sem esperar da burocracia sindical, as trabalhadoras decidiram por cruzar seus braços, e fazer muito barulho – com palavras de ordem e muito batuque! Ou a Reitoria (do mesmo Zaki Akel que joga bomba em trabalhadores e estudantes, tenta deslegitimar greves e criminalizar ocupações) paga o que deve, ou a greve continua!

A Reitoria tenta arranjar desculpas para o não pagamento, afirmando que a culpa é da ocupação do prédio da administração da Reitoria  pelo movimento estudantil desde 31 de agosto, mas sabemos que é possível fazer esse pagamento – como ocorreu em outros períodos de ocupação. A LUTA CONTINUA, SEM ARREGO!

A luta por melhores condições de ensino e trabalho continua firme na UFPR, com a organização de base e ação direta sendo fundamentais!

NENHUM DIREITO A MENOS!

TODA SOLIDARIEDADE À GREVE DAS TRABALHADORAS DA LIMPEZA!

 TERCEIRIZAÇÃO É PRECARIZAÇÃO!

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Todo apoio à Ocupação da Reitoria da UFPR! Greve, Ocupação e Piquetes pela Educação Pública!

Desde 31 de agosto, segunda-feira, os/as estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) ocupam a Reitoria da universidade. Com o sucateamento da UFPR, cortes na assistência estudantil, fechamento de cursos do interior e os cortes de verbas da educação que ultrapassam R$10 bilhões, a ação direta é a arma para resistir!

Desde o final de maio, os servidores técnico-administrativos da UFPR estão em greve; os professores desde 10/08 e os estudantes desde 19/08. A greve é um instrumento essencial para a conquista de direitos!

Os estudantes da UFPR se organizam em movimento desde o começo do ano a partir da Frente de Mobilização Estudantil do Paraná (FMEP) e desde o começo da greve estudantil no Comando de Greve Estudantil da UFPR – espaços abertos, horizontais e autogeridos pelos estudantes.

Mesmo com o início da greve estudantil, a Reitoria da universidade se recusava a negociar as pautas tiradas em assembleias locais e gerais. Sendo a ação direta o meio para conseguirmos começar a negociar, foram feitos atos na Reitoria e nas ruas para pressionar o Reitor Zaki Akel (o mesmo que  reprimiu e criminalizou estudantes e trabalhadores violentamente, como Beto Richa no 29 de abril, em 28 de agosto de 2014, para passar a EBSERH-privatização do Hospital de Clínicas – leia em: Batalha da EBSERH) a começar a negociação e obter conquistas.

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Pela ação direta, a Reitoria começou a ceder – as conquistas iniciais foram: o avanço nas pautas para pessoas LGBT; Congelamento do preço do RU em R$1,30; Não suspensão das bolsas do PIBID; Bolsas monitoria garantidas até o final do semestre; Inicio das negociações unificadas dia 09/09; Apresentação do orçamento da UFPR no dia 15/09.

Porém, após a primeira reunião de negociação (dia 26/08) o reitor viajou de férias e deixou a negociação com outros representantes da Reitoria. Dia 31/08, os representantes da reitoria decidiram por enrolar na negociação e dizer que nada era possível, pois era o Reitor Zaki Akel que poderia decidir. A resposta para mais enrolação foi mais radicalização.

Após a ocupação,  a Reitoria afirmou que não iria mais negociar. Mas, no dia 02/09, as negociações para desocupação começaram com sete pautas: Continuidade de negociação; Não criminalização; Respostas por escrito e assinadas das pautas já negociadas; Avanço na negociação de pautas de assistência estudantil; Devolução imediata do prédio do DCE aos estudantes (“reintegrado” pela Polícia Federal com mais violência a mando de Zaki); reunião do Comando de Greve Estudantil da UFPR com o MEC; Adiantamento da publicitação do orçamento da universidade. Com mais enrolação, mais ação direta. E neste mesmo dia cortaram luz e água!

Durante a manhã do dia 03/09, foram feitos mais piquetes nas entradas da UFPR, os fura-greve e a burocracia da reitoria tiveram que mais uma vez ouvir que a luta pela educação pública continua, sem arrego.

A luta continua! Educação não é mercadoria e assistência estudantil não é esmola!

Acompanhe as notícias da ocupação em: Greve Estudantil

Reitoria da UFPR foi ocupada por estudantes na segunda-feira (31) (Foto: Giuliano Gomes/PR PRESS)

Lutar! Criar Poder Popular!

Ação Direta é a arma que nós temos para fazer justiça para viver!

[CQM] Reitoria da UFPR Ocupada!

Retirado de:  https://quebrandomuros.wordpress.com/2015/09/01/reitoria-da-ufpr-ocupada-2/

O comando de greve dos estudantes da UFPR tentou hoje, dia 31 de agosto, continuar a negociação das pautas estudantis. Houve uma assembleia geral dos estudantes seguida de um ato para pressionar a negociação. Buscamos barrar os cortes orçamentários advindos do ajuste fiscal e defender a universidade pública e de qualidade. É importante salientar que esse processo de negociação vem acontecendo desde o começo do ano com a Frente de Mobilização do Estudantes do Paraná (FMEP) pois entendemos que só a organização coletiva dos/as diretamente implicados muda a vida. A reitoria, infelizmente, dificulta nossos avanços por meio de sua postura autoritária e burocrática, retrocedendo e não assinando nenhum documento garantindo aquilo com o qual verbalmente se comprometeram na última negociação.  Em virtude dessa postura não dialogável, foi decidido pressionar por meio de uma ocupação do prédio administrativo da reitoria.

Entendemos que nenhuma conquista vem de cima. Se hoje nossa educação ainda é pública, foi devido à organização coletiva e combativa dos/as de baixo. Assistência estudantil não é uma brincadeira e nenhuma esmola, é a resistência daqueles/as que são ameaçados a abandonar seus cursos pela falta de políticas públicas.

Uma ocupação é um meio de pressionar e garantir condições mínimas para o funcionamento da universidade.  Ela serve como um instrumento de luta legítima para pressionar a reitoria quando ela se nega a avançar nas nossas pautas. Pois de todas as possibilidades, ficar parado frente ao que nos assola é a que menos faz sentido. Somente através de ações diretas como essas tomamos a história em nossas mãos e nos provamos sujeitos ativos da luta. Pois quem não se organiza, é organizado por alguém.

Defendemos que essa organização se dê de forma horizontal e autogestionada. Ou seja, que ela tenha como princípio que todos tenham voz e participem ativamente das decisões do movimento. Quando os de baixo se movem, os de cima tremem.

SÓ A LUTA MUDA A VIDA! RUMO A NOVOS AVANÇOS!

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[CQM] COMO EVITAR RETROCESSOS E GARANTIR AVANÇOS? AÇÃO DIRETA!!!

Retirado de:                             https://quebrandomuros.wordpress.com/2015/08/26/ufpr-como-evitar-retrocessos-e-garantir-avancos-acao-direta/

Desde o semestre passado o movimento estudantil organizado da Universidade Federal do Paraná (UFPR) vem tentando negociar suas pautas (confira todas as pautas da greve estudantil 2015). Desde então a Reitoria vem nos enrolando.

Ainda antes das férias foi feita uma mesa de negociação, mas a Reitoria demonstrou que não está disposta a responder às demandas dos estudantes.

Na última Assembleia Geral dos Estudantes, que contou com a presença de quase 800 pessoas, foi encaminhado que o movimento faria um ato na Reitoria no dia 25, terça-feira. Fizemos! E só saímos de lá com a garantia que o Reitor sentaria pra negociar conosco no dia seguinte (26).

Ontem, quarta-feira, dia 26, o movimento se reuniu no Pátio da Reitoria pra mostrar sua força. O Reitor estava enrolando a comissão de negociação e então decidimos fazer um cordão na frente das portas pra pressionar a conquista das nossas pautas.

Foi com a força dos estudantes e nossa Ação Direta que mostramos pro Reitor Zaki Akel que vamos sair vitoriosos dessa luta, arrancando vitórias por nós mesmos. O movimento mostrou que está perdendo paciência e não vai mais ser enrolado!

Nossa luta é legítima! Lutamos por condições mínimas de ensino, lutamos contra o ajuste fiscal que rouba mais de 10 bilhões da educação pra enriquecer ainda mais os de cima!

Foi somente com a Ação Direta do movimento que a Reitoria começou a ceder nas negociações.

Avançamos na conquista de pautas para pessoas LGBT; Congelamento do preço do RU em R$1,30; Não suspensão das bolsas do PIBID; Bolsas monitoria garantidas até o final do semestre; Inicio das negociações unificadas dia 09/09; Apresentação do orçamento da UFPR no dia 15/09.

E mais uma vez, quando mexemos com os de cima, seu braço armado tentou nos intimidar. A mando da Reitoria, a Polícia Militar cercou a Reitoria, mas não desmobilizou a luta.

 

Ainda temos muito que avançar! Precisamos nos manter firmes na greve, demonstrando a importância da paralisação massiva e fazendo manifestações e piquetes enquanto não garantirmos uma educação pública, gratuita e de qualidade!

Acompanhe a página da Greve Estudantil UFPR

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[CQM] GREVE UFPR: A luta dos de baixo por educação de qualidade e para todos e todas!

Retirado de:  https://quebrandomuros.wordpress.com/2015/08/19/greve-ufpr-a-luta-dos-de-baixo-por-educacao-de-qualidade-e-para-todos-e-todas/

Não é de hoje que presenciamos inúmeros ataques dos de cima a nossos direitos básicos, conquistados pela luta dos movimentos sociais ao longo dos anos. Para piorar, em tempos de crise, são esses mesmos direitos que tentam nos tirar, demonstrando que o papel do Estado é o de legitimar e garantir os interesses da burguesia. Assim, em Agosto de 2015, os cortes de verbas sobre a educação já superam os 10 bilhões de reais, ameaçando concretamente a vida nas universidades, as condições de trabalho dos técnicos, docentes e a permanência de milhares de estudantes que necessitam de assistência para continuar seus estudos.

A resposta dos e das trabalhadores/as e estudantes a esse cenário não poderia ser diferente: é tempo de se mobilizar e resistir! Por isso, desde maio, servidores e docentes das instituições públicas federais de todo o país entraram em greve. Na UFPR, os servidores técnico-administrativos aderiram à greve desde o seu início; os professores, aderiram no último dia 6 à greve nacional da categoria.

Mas não são somente essas categorias que sentem na pele a necessidade da luta! No HC, as trabalhadoras terceirizadas da cozinha e limpeza paralisaram pela terceira vez esse ano. Sabemos das péssimas condições de trabalho a que estão submetidos os e as trabalhadoras terceirizadas e do risco de intensificação desse modelo de contratação com a aprovação da PL 4330. Por isso, nos colocamos lado a lado, em solidariedade de classe a todos os tercerizados que desempenham serviços tão necessários para a manutenção da universidade!

Entendemos que esses movimentos de luta são uma resposta dos trabalhadores e estudantes à precarização das condições de trabalho e estudo e ao sucateamento da educação. Com a história aprendemos que só a mobilização combativa traz conquistas e muda a vida! Aprendemos também que os estudantes muitas vezes tiveram papel fundamental em processos de luta por direitos e mudanças.

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Foi com a força da greve dos estudantes, unidos aos professores e servidores, que garantimos a gratuidade da universidade, barrando a cobrança de taxas como matrículas e protocolos, como no movimento de 2001. as políticas de permanência também são resultado da luta estudantil, que garantiu o aumento das bolsas, RU 7 dias por semana e três vezes ao dia, wi-fi, ampliação na frota do intercampi, incluindo o transporte para o litoral, auxílio-creche, ampliação na casa 3, entre tantas outras conquistas.

Nesse sentido, é que os estudantes da UFPR – reunidos na Frente de Mobilização Estudantil do Paraná – também já estão organizados e em luta desde o semestre passado, elencando pautas desde a base dos cursos até as reuniões gerais da FMEP . Hoje, diversos cursos já deflagraram greve estudantil, indicando que nossa luta vai se intensificar ainda mais.

Precisamos muito da união dos estudantes, servidores e professores para defender a educação pública. Para isso, o movimento precisa ser coletivo e construído desde a base dos cursos, através de assembleias de cursos e gerais. Precisamos demonstrar nossa força pela ação direta do movimento, ser criativo e ir para além dos atos e manifestações. a greve precisa ser forte e pressionar a Reitoria e o Governo Federal para conseguirmos conquistas reais!

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TODO APOIO À GREVE DOS TÉCNICOS, TERCEIRIZADOS E DOCENTES!

TODA APOIO À GREVE ESTUDANTIL!

PELA UNIFICAÇÃO DAS LUTAS!