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[LONDRINA] O Que é Anarquismo? & Especifismo: A Organização Política Anarquista na América do Sul

O Que é Anarquismo? & Especifismo: A Organização Política Anarquista na América do Sul

No dia 19 de julho de 2017, quarta-feira, às 19 horas, o Coletivo Anarquista Luta de Classe (CALC) fará um evento em Londrina, no Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA), Sala 931, Universidade Estadual de Londrina (UEL) sobre o que é anarquismo e sobre o especifismo (concepção de organização anarquista que o CALC se vincula).

Este será um dos eventos que o CALC realizará em Londrina, assim como em outras cidades do Paraná.

Iremos fazer o encontro com base na discussão de alguns textos e o debate será aberto.

Textos Base:

– O que é Anarquismo? – Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), Revista Socialismo Libertário, nº 3.

– Especifismo organização anarquista – Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ)

Baixe em: O que é Anarquismo e Especifismo

Evento no Facebook:     https://www.facebook.com/events/641733209362296

Aguardamos todas as pessoas interessadas!

Nota de Solidariedade à Ocupação da Reitoria da UEL

O dia 23 de Junho foi um dia histórico para o movimento estudantil de Londrina. Os estudantes da UEL (Universidade Estadual de Londrina) deliberaram pela continuidade da greve estudantil e ocuparam a Reitoria exigindo negociação com o Governo do Estado e Reitoria.

A Universidade Estadual de Londrina, assim como toda educação do Paraná, está sofrendo um intenso processo de precarização e sucateamento. Faltam professores e servidores, faltam políticas de acesso, assistência e permanência estudantil.

Em suas pautas, os estudantes exigem a não retaliação, perseguição e criminalização dos lutadores e lutadoras da UEL. Nunca esqueceremos que os estudantes da UEL já foram criminalizados durante a luta contra o PL da previdência. Depois do Massacre do dia 29 de Abril o até então Secretário de Segurança do Paraná procurou bodes expiatórios no movimento de luta e 4 estudantes da UEL foram detidos.

Veja em: https://anarquismopr.org/2015/05/09/nota-de-repudio-a-criminalizacao-do-coletivo-quebrando-muros-estudantes-da-uel-e-antifa-16/

O movimento luta pela nomeação imediata dos servidores e docentes concursados; pela contratação imediata do corpo de servidores necessários para o funcionamento do Restaurante Universitário (RU); almoço e jantar nos finais de semana e medidas de assistência estudantil até que as obras do RU sejam finalizadas.

Exigem a ampliação e o reajuste das bolsas permanências; a ampliação do Centro Estadual de Educação Infantil (CEEI) para que assim os filhos e filhas de pais e mães estudantes, servidores e professores possam estudar e a conclusão das obras da Clínica Odontológica da UEL, que servirá como campo de estágio e atendimento à comunidade.

Outra pauta do movimento é que seja feito o repasse integral da verba custeio da Universidade. O repasse deveria ser de R$ 34 milhões, que serviriam para custos como água, luz, limpeza e bolsa auxílio, mas foi suspenso pelo Governo do Estado desde o início do ano. Os estudantes da UEL exigem que o financiamento das universidades públicas seja feito com dinheiro público.

Sabemos que a tática do neoliberalismo é primeiro precarizar e sucatear os serviços públicos para depois apresentar como “única” saída a privatização. Mas entendemos que a única saída possível é a resistência e organização dos de baixo, que bravamente lutam contra a exploração e dominação da classe oprimida. Os estudantes da UEL estão dando exemplo de garra e o Coletivo Anarquista Luta de Classe oferece todo apoio à sua mobilização.

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Protesto não é crime!

Viva a ação direta dos e das estudantes!

A resistência é a vida, A submissão é a morte!

A nossa luta é todo dia, educação não é mercadoria!

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Nota de Solidariedade à Ocupação da Reitoria da UEL

O dia 23 de Junho foi um dia histórico para o movimento estudantil de Londrina. Os estudantes da UEL (Universidade Estadual de Londrina) deliberaram pela continuidade da greve estudantil e ocuparam a Reitoria exigindo negociação com o Governo do Estado e Reitoria.

A Universidade Estadual de Londrina, assim como toda educação do Paraná, está sofrendo um intenso processo de precarização e sucateamento. Faltam professores e servidores, faltam políticas de acesso, assistência e permanência estudantil.

Em suas pautas, os estudantes exigem a não retaliação, perseguição e criminalização dos lutadores e lutadoras da UEL. Nunca esqueceremos que os estudantes da UEL já foram criminalizados durante a luta contra o PL da previdência. Depois do Massacre do dia 29 de Abril o até então Secretário de Segurança do Paraná procurou bodes expiatórios no movimento de luta e 4 estudantes da UEL foram detidos.

Veja em: https://anarquismopr.org/2015/05/09/nota-de-repudio-a-criminalizacao-do-coletivo-quebrando-muros-estudantes-da-uel-e-antifa-16/

O movimento luta pela nomeação imediata dos servidores e docentes concursados; pela contratação imediata do corpo de servidores necessários para o funcionamento do Restaurante Universitário (RU); almoço e jantar nos finais de semana e medidas de assistência estudantil até que as obras do RU sejam finalizadas.

Exigem a ampliação e o reajuste das bolsas permanências; a ampliação do Centro Estadual de Educação Infantil (CEEI) para que assim os filhos e filhas de pais e mães estudantes, servidores e professores possam estudar e a conclusão das obras da Clínica Odontológica da UEL, que servirá como campo de estágio e atendimento à comunidade.

Outra pauta do movimento é que seja feito o repasse integral da verba custeio da Universidade. O repasse deveria ser de R$ 34 milhões, que serviriam para custos como água, luz, limpeza e bolsa auxílio, mas foi suspenso pelo Governo do Estado desde o início do ano. Os estudantes da UEL exigem que o financiamento das universidades públicas seja feito com dinheiro público.

Sabemos que a tática do neoliberalismo é primeiro precarizar e sucatear os serviços públicos para depois apresentar como “única” saída a privatização. Mas entendemos que a única saída possível é a resistência e organização dos de baixo, que bravamente lutam contra a exploração e dominação da classe oprimida. Os estudantes da UEL estão dando exemplo de garra e o Coletivo Anarquista Luta de Classe oferece todo apoio à sua mobilização.

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Protesto não é crime!

Viva a ação direta dos e das estudantes!

A resistência é a vida, A submissão é a morte!

A nossa luta é todo dia, educação não é mercadoria!

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Nota de repúdio à criminalização do Coletivo Quebrando Muros, estudantes da UEL e Antifa 16

protesto

Após o massacre do movimento de luta pela educação pública no dia 29 de abril, o governo de Beto Richa (PSDB), através da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, tentou criminalizar “grupos radicais” por terem iniciado o confronto com a polícia.

Em coletiva de imprensa, o ex-Secretário de Segurança Pública do Paraná (Fernando Francischini) e um delegado da polícia federal “divulgaram as informações coletadas pelo departamento da inteligência da SESP” colocando estudantes da UEL, o Coletivo Quebrando Muros e Antifa 16 como sendo “baderneiros, black blocks” responsáveis pela tentativa de invasão da ALEP. MENTIRAS NÃO PASSARÃO!

O movimento de luta se esforçou para impedir a votação do PL da Previdência a partir da ação direta, da pressão popular, assim como em fevereiro quando o Estado tentou passar o “pacotaço de maldades”. Inúmeras categorias, estudantes e outros movimentos sociais fizeram parte do processo de decisão das ações tanto em fevereiro como no 29 de abril.

O que houve foi um massacre, o braço armado do Estado – a polícia, apenas utilizou de todo seu aparato militar para reprimir o movimento de luta pelos direitos trabalhistas. E ainda ousam criminalizar os libertários.

Ainda por cima, nas reportagens que divulgaram a coletiva de imprensa da SESP, especialmente na CBN e RPC (filiada à Rede Globo), colocaram os grupos como “pregadores da anarquia”, de forma a tentar criminalizar a ideologia anarquista.

NÃO VAMOS ACEITAR ESTE TIPO DE INTIMIDAÇÃO!

Toda solidariedade aos criminalizados e criminalizadas! É inaceitável este tipo de intimidação, com destaque no que foi feito a estudantes da UEL que sofreram humilhações absurdas pela polícia, tendo quatro detidos no dia 29, além de fortíssimos abusos e ameaças. Como na maioria das universidades estaduais, a de Londrina está muito sucateada e o movimento estudantil e sindical cada vez mais mobilizado. TODO APOIO À LUTA DOS TRABALHADORES, TRABALHADORAS E ESTUDANTES DA UEL!

O agrupamento de tendência Coletivo Quebrando Muros tem destacada atuação estudantil e sindical, leia mais em Protestar não é Crime: Quebrando Muros e o Antifa 16 compõe a luta por transporte público a anos e está lado a lado na luta dos servidores e servidoras. FASCISTAS NÃO PASSARÃO!

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PROTESTO NÃO É CRIME!

CRIMINOSO É O ESTADO!

RESPEITEM AS BANDEIRAS RUBRO NEGRAS!

RODEAR DE SOLIDARIEDADE OS QUE LUTAM!

TODA SOLIDARIEDADE AO COLETIVO QUEBRANDO MUROS, ESTUDANTES DA UEL, ANTIFA 16 E TODXS CRIMINALIZADXS!

Leiam:

NOTA DO COLETIVO QUEBRANDO MUROS https://quebrandomuros.wordpress.com/2015/05/05/protestar-nao-e-crime-criminoso-e-o-estado/

NOTA DE SOLIDARIEDADE DA CAB: http://anarquismo.noblogs.org/?p=150

PUBLICAÇÃO DO CALC SOBRE O MASSACRE DE 29/04/2015: https://anarquismopr.org/2015/04/30/o-estado-e-29-de-abril-de-2015/

[LONDRINA] 200 ANOS BAKUNIN: O ANARQUISMO ORGANIZADO NAS REVOLTAS DO PRESENTE

Em 2014 faz 200 anos que o militante e teórico anarquista Mikhail Bakunin nasceu.

Coletivo Anarquista Luta de Classe fará vários eventos no Estado do Paraná em meio a este momento de revoltas populares e urgência do anarquismo.

Quando: No dia 27 de setembro, sábado, faremos o evento na cidade de Londrina.

Onde: No Centro de Ciências Humanas (CCH) da Universidade Estadual de Londrina – UELSALA 108.

Horário: 15:00

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/327748984064084/?context=create&source=49

bak 200 anos

No evento, vamos falar sobre a vida e militância deste grande anarquista, discutir sobre suas concepções táticas e estratégicas, além de colocarmos nossas posições em relação à importância do anarquismo nas atuais revoltas do povo.